RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Agtech Calice expande atuação no Brasil e mira crescimento estratégico em 2026

Publicados

AGRONEGÓCIO

Calice impulsiona inovação agrícola com inteligência artificial

A agtech Calice vem se consolidando no Brasil ao aplicar inteligência artificial (IA) e analytics avançados na agricultura, acelerando ciclos de desenvolvimento de produtos com maior precisão e previsibilidade. Especializada em modelagem computacional de dados biológicos e agronômicos, a empresa antecipa desempenho, qualidade e adaptabilidade de culturas em diferentes ambientes.

Segundo o CEO Ramiro Oliveira, a tecnologia vai além do hype:

“IA não é moda; é sobre apoiar decisões mais rápidas e precisas em ambientes complexos. Observamos validação consistente a partir de casos reais com nossos clientes.”

Estratégia focada no Brasil e nos Estados Unidos

O Brasil é considerado estratégico pela Calice devido à diversidade ambiental, escala de produção e alto nível técnico do setor. A empresa também planeja reforçar sua presença nos Estados Unidos, outro mercado-chave para tecnologias agrícolas com impacto comprovado.

Para atender diferentes perfis de clientes, a agtech oferece duas soluções principais:

  • NODES Starter: direcionada a empresas iniciando a adoção de análises ambientais avançadas;
  • NODES Advanced: voltada a organizações com desafios complexos de P&D e desenvolvimento de produtos.
Leia Também:  Zema reforça papel do agro em Minas e cobra ações do Governo Federal sobre o leite importado

O engenheiro agrônomo Cesar Vieira Junior lidera as operações da Calice no Brasil, coordenando relacionamento com clientes, parceiros e o ecossistema de inovação agrícola.

“Nosso foco para 2026 é expandir a presença no mercado nacional, aprofundando o diálogo com a indústria e apoiando decisões de inovação com maior previsibilidade”, afirma Vieira Junior.

Avanços e resultados em 2025

Em 2025, a Calice iniciou projetos com empresas relevantes do setor agrícola, oferecendo suporte em decisões concretas de pesquisa, desenvolvimento e inovação. O uso de IA e modelagem de dados permitiu reduzir ciclos de pesquisa, aumentar a precisão das análises e antecipar resultados de campo em diferentes condições ambientais.

Essa abordagem já demonstra impacto prático e mensurável, tornando a tecnologia uma ferramenta estratégica para empresas que buscam acelerar a inovação agrícola de forma confiável.

Perspectivas para 2026

No próximo ano, a Calice continuará focada no Brasil e nos Estados Unidos, visando consolidar novas metodologias de inovação agrícola baseadas em dados, modelagem computacional e inteligência artificial aplicada. A expectativa é expandir a colaboração com empresas, apoiar decisões de P&D com maior assertividade e fortalecer a adoção de tecnologias com impacto comprovado no campo.

Leia Também:  Capal abre 300 vagas temporárias para safristas no Paraná e São Paulo

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Frete agrícola segue pressionado por diesel caro e custos logísticos elevados, aponta Conab

Publicados

em

Por

Os custos operacionais do transporte agropecuário continuam sustentando os preços dos fretes em níveis elevados no Brasil. A avaliação consta na edição mais recente do Boletim Logístico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que aponta o diesel e outros insumos da cadeia logística como os principais fatores de pressão sobre os valores cobrados nas principais rotas de escoamento da produção agrícola.

De acordo com a estatal, embora algumas regiões tenham registrado acomodação dos preços entre março e abril, os fretes permanecem acima dos patamares observados no mesmo período do ano passado, refletindo o impacto dos custos operacionais e da forte movimentação de cargas durante a safra.

Diesel continua sendo o principal fator de sustentação dos fretes

Segundo o superintendente de Logística Operacional da Conab, Thomé Guth, o comportamento dos fretes varia de acordo com o estágio da colheita e o fluxo de comercialização dos produtos agrícolas. No entanto, o combustível segue sendo o principal componente na formação dos custos do transporte.

Mesmo com medidas adotadas pelo Governo Federal para reduzir os impactos da alta internacional do petróleo, como a isenção de tributos federais sobre o diesel e ações para reforçar a oferta do combustível, os custos ainda permanecem elevados em comparação ao ano anterior.

A situação limita quedas mais expressivas nos preços do frete, mesmo em momentos de menor pressão logística.

Mato Grosso mantém fretes elevados com forte demanda de exportação

Em Mato Grosso, maior produtor de grãos do país, o mercado de transporte rodoviário apresentou estabilidade nas cotações ao longo do último mês.

Apesar da acomodação observada após o pico da colheita da soja, o elevado volume de produção e a continuidade dos embarques destinados ao mercado externo mantiveram uma demanda consistente por caminhões, sustentando os preços em níveis considerados altos para o período.

Leia Também:  Açaí amplia exportações e fortalece indústria na região amazônica

Cenário semelhante foi registrado em Mato Grosso do Sul, onde o ritmo das exportações continua impulsionando a movimentação logística e preservando os valores praticados nos principais corredores de escoamento.

Goiás registra queda mensal, mas fretes seguem acima de 2025

Em Goiás, a tendência de curto prazo aponta para redução dos preços em algumas rotas de transporte de grãos.

Entretanto, o custo do combustível no estado permanece cerca de 15% superior ao registrado em abril de 2025, fator que mantém os fretes em patamares elevados quando comparados ao ano passado.

A diferença evidencia como o aumento dos custos operacionais continua influenciando diretamente a rentabilidade do transporte agrícola.

Distrito Federal e Paraná enfrentam pressão logística

No Distrito Federal, a Conab identificou aumento nos preços em todas as rotas analisadas.

Embora a colheita da soja perca intensidade ao longo de abril, a demanda por transporte ainda permanece elevada, mantendo pressão sobre os valores dos fretes.

No Paraná, o mercado registrou oscilações pontuais em relação ao mês anterior. A estatal destaca que fatores externos, incluindo instabilidades geopolíticas globais, seguem influenciando os custos logísticos e o comportamento do setor.

Nordeste apresenta cenários distintos entre os estados

Na Bahia, o comportamento dos fretes varia conforme o calendário agrícola das regiões produtoras.

As principais áreas de cultivo de primavera/verão registraram alta nas cotações, enquanto regiões ligadas à safra de outono/inverno apresentaram tendência de queda.

Já no Maranhão, o avanço da colheita da soja intensificou o transporte para exportação e abastecimento do mercado interno. Mesmo assim, a maioria das rotas monitoradas registrou redução nos preços em abril na comparação com março.

Leia Também:  Dólar avança e bolsas oscilam com foco no câmbio e fluxo de capitais

O estado enfrentou alta nos combustíveis durante a primeira metade do mês, mas a pressão perdeu força nas semanas seguintes. As políticas de subvenção ao diesel, a redução de tributos federais e o aumento da oferta do combustível ajudaram a conter novas elevações.

No Piauí, o mercado de fretes apresentou aquecimento impulsionado pela expansão das exportações de soja. Apesar da maior demanda por transporte, os preços médios permaneceram estáveis devido à redução do custo do combustível no estado.

São Paulo registra acomodação após forte alta

Em São Paulo, o mercado de fretes agrícolas apresentou leve recuo em abril, após as expressivas altas observadas em março.

O aumento dos embarques para exportação continuou exigindo maior capacidade de transporte, mas as medidas de apoio ao setor de combustíveis contribuíram para aliviar parte da pressão sobre os custos logísticos.

Com isso, as cotações registraram uma acomodação, embora ainda permaneçam em níveis relevantes para o setor.

Logística segue como fator estratégico para a competitividade do agro

A análise da Conab reforça que a logística permanece como um dos principais desafios para a competitividade do agronegócio brasileiro.

Mesmo diante da desaceleração observada em algumas regiões após o pico da colheita, a combinação entre custos elevados de combustível, demanda consistente por transporte e movimentação intensa dos portos continua sustentando os fretes agrícolas em patamares superiores aos registrados no ano passado.

A expectativa do mercado é que o comportamento dos combustíveis, o ritmo das exportações e o avanço das próximas safras sejam determinantes para a evolução dos custos logísticos nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA