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Passaportes de Outono do Cavalo Crioulo percorrerão oito estados brasileiros em 2026

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Passaportes de Outono percorrem o Brasil

As Exposições Passaportes de Outono 2026 do Cavalo Crioulo já têm calendário definido e irão atravessar oito estados brasileiros entre fevereiro e julho do próximo ano. As seletivas morfológicas passarão por Rio Grande do Sul (RS), Santa Catarina (SC), Paraná (PR), São Paulo (SP), Minas Gerais (MG), Mato Grosso do Sul (MS), Mato Grosso (MT) e Goiás (GO), consolidando a expansão nacional da raça.

Ao todo, 18 cidades sediarão as etapas do circuito — 17 Passaportes promovidas pelos núcleos regionais de criadores e uma Expo Outonal, em Esteio (RS). Cada evento classificará quatro machos e quatro fêmeas para a grande final da Morfologia, que ocorrerá durante a Expointer 2026, entre 24 e 30 de agosto, na Arena do Cavalo Crioulo.

Expansão da raça e valorização regional

De acordo com Júlio César Moreira Hax, vice-presidente da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) e responsável pelo setor de Modalidades Seletivas, a realização das Passaportes em diferentes regiões do país reforça a estratégia de valorização das áreas de expansão da raça.

“As passaportes aproximam o público da cultura e das tradições ligadas ao Cavalo Crioulo. Esses eventos ampliam o conhecimento sobre a raça e fortalecem a conexão entre criadores e admiradores em todo o Brasil”, destaca Hax.

Etapas regionais e cidades-sede

O circuito das Passaportes de Outono 2026 contemplará as seguintes cidades:

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Lapa (PR), Caçapava do Sul (RS), Bagé (RS), Campo Grande (MS), Tapejara (RS), Esteio (RS), Uberaba (MG), Uruguaiana (RS), Goiânia (GO), Jaguarão (RS), São Borja (RS), Sorriso (MT), Lavras do Sul (RS), Santa Vitória do Palmar (RS), Ourinhos (SP), Santa Rosa (RS), Gaspar (SC) e Pelotas (RS).

Essas etapas servirão como seletivas oficiais, reunindo os melhores exemplares da raça e promovendo intercâmbio técnico e cultural entre os criadores.

Tradição, cultura e patrocínios

O Ciclo Morfológico do Cavalo Crioulo é um dos eventos mais tradicionais da ABCCC, reconhecido por impulsionar a qualidade genética, o desempenho morfológico e o fortalecimento da cultura crioula no país.

A edição de 2026 conta com patrocínio de Supra, Vetnil, John Deere e Florestal, marcas que apoiam o desenvolvimento do setor e o aprimoramento da criação equina nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Arroz hoje: mercado trava com custos em alta e expectativa por leilões do governo no Brasil

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O mercado de arroz hoje no Brasil opera em ritmo cauteloso, especialmente no Rio Grande do Sul, principal estado produtor. A combinação de custos elevados, dificuldades no repasse de preços e ожидativa por leilões governamentais tem travado as negociações e dividido agentes ao longo da cadeia.

Levantamento do Cepea aponta que o cenário atual é marcado por incertezas, com compradores e vendedores adotando estratégias distintas diante das condições de mercado.

Mercado externo: demanda sem força decisiva no curto prazo

No cenário internacional, o arroz não apresenta, neste momento, um vetor suficientemente forte para destravar o mercado interno brasileiro. Apesar de alguma estabilidade nas exportações, o fluxo externo não tem sido capaz de compensar as dificuldades domésticas de formação de preços.

Com isso, o comportamento do mercado segue mais dependente de fatores internos, especialmente políticas de apoio à comercialização.

Mercado interno: negociações travadas e agentes divididos

No mercado doméstico, o ritmo de negócios segue lento. De um lado, indústrias buscam recompor estoques e, em alguns casos, elevam suas ofertas para atrair vendedores. De outro, parte dos compradores prefere aguardar definições sobre os leilões de apoio do governo antes de avançar nas aquisições.

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Entre os produtores, o comportamento também é heterogêneo:

  • Produtores com maior necessidade de caixa intensificam vendas no mercado spot
  • Outros optam por reter produto, insatisfeitos com os preços atuais
  • Parte do setor mantém foco na colheita, postergando negociações
Preços do arroz hoje: dificuldade de repasse pressiona mercado

Os preços do arroz em casca seguem pressionados pela dificuldade de repasse ao longo da cadeia. Atacado e varejo apresentam resistência a reajustes, limitando a margem de negociação da indústria e impactando diretamente o produtor.

Esse desalinhamento entre os elos da cadeia contribui para a lentidão nas transações e reforça o ambiente de cautela.

Indicadores: custos de produção seguem em alta

Outro fator relevante para o mercado de arroz hoje é a elevação dos custos de produção. Insumos mais caros continuam pressionando a rentabilidade do produtor, reduzindo o estímulo à comercialização em patamares considerados baixos.

Além disso, as condições climáticas também impactam o andamento da safra:

  • Chuvas em microrregiões do Rio Grande do Sul atrasam a colheita
  • Trabalhos no campo seguem de forma parcial
  • Atrasos atingem tanto o arroz quanto a soja
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Análise: leilões PEP e Pepro são decisivos para o mercado

A expectativa pela divulgação dos editais de leilões de apoio à comercialização — como PEP (Prêmio para Escoamento de Produto) e Pepro (Prêmio Equalizador Pago ao Produtor) — é hoje o principal fator de influência sobre o mercado.

Esses mecanismos podem:

  • Garantir melhor remuneração ao produtor
  • Estimular o escoamento da produção
  • Reequilibrar a formação de preços

Enquanto não há definição oficial, o mercado tende a permanecer travado, com negociações pontuais e comportamento cauteloso.

Diante desse cenário, o arroz se mantém como uma commodity hoje sensível a políticas públicas e custos de produção, com tendência de volatilidade no curto prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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