POLÍTICA
Edvaldo Magalhães obra publicação de lei que prioriza compra de café industrializado do Acre
POLÍTICA
O oposicionista diz que projeto foi aprovado por unanimidade, mas até agora não apareceu no Diário Oficial; prazo para veto já expirou
O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) cobrou, na sessão desta quarta-feira (11) da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), a publicação de uma lei de sua autoria, aprovada no fim do ano passado que cria mecanismos para priorizar a compra de café industrializado produzido no Estado nas aquisições governamentais.
Segundo o parlamentar, o projeto que acrescenta um capítulo à lei de compras públicas, recebeu apoio unânime nas comissões e no plenário, mas até o momento não foi publicado no Diário Oficial, apesar de também não constar na lista de vetos do Executivo.
A proposta prevê o credenciamento de indústrias por regionais, modelo semelhante ao adotado na aquisição de fardamento escolar. Nesse formato, o governo estabelece o preço a ser pago e as empresas locais se habilitam para fornecer dentro de cada região do Estado, o que, segundo o deputado, evita a “guerra de preços” e amplia a participação de fornecedores acreanos.
Edvaldo afirmou que o Estado movimenta valores expressivos na compra de café para secretarias e, sobretudo, para a merenda escolar. Ele citou como referência uma aquisição que pode chegar a R$ 150 milhões, valor que, segundo explicou, não corresponde necessariamente a um ano inteiro, mas a um grande volume de compra.
Para o deputado, a medida fortaleceria a indústria local, que tende a adquirir a matéria-prima produzida no próprio Acre. “É caro trazer café de fora tendo produção aqui, inclusive por conta da tributação”, argumentou.
O parlamentar afirmou ter recebido informação extraoficial de que a lei teria sido sancionada, inclusive mencionada em reuniões do governo com cooperativas, com a presença do governador e da vice-governadora. Ainda assim, até a edição do Diário Oficial da manhã desta quarta-feira, a norma não havia sido publicada.
O oposicionista destacou que o prazo regimental para veto já se encerrou. Nesses casos, explicou, a ausência de manifestação do Executivo implica sanção tácita, cabendo à Mesa Diretora promulgar a lei se necessário. “Todas as leis sancionadas ou vetadas foram publicadas. Esta, não”, afirmou.
O deputado fez um apelo ao líder do governo, Manoel Moraes, e ao presidente da Aleac, para que esclareçam a situação. Segundo ele, o início do ano letivo exige rapidez, já que o processo de credenciamento das indústrias demanda tempo. “Se não tivermos a lei em vigor agora, vamos perder o ano de 2026 para utilizar um instrumento que beneficiaria de forma imediata a indústria local”, disse.
Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac
Foto: Sérgio Vale
Fonte: Assembleia Legislativa do AC
POLÍTICA
Edvaldo Magalhães defende planejamento para recuperação de ramais e ampliação da jornada de 30 horas para categorias do Estado
Durante o pequeno expediente da sessão ordinária desta terça-feira (07), o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoC), abordou a situação da manutenção dos ramais, defendeu tratamento igualitário aos profissionais da psicologia e do serviço social na proposta de redução da jornada de trabalho e comentou a regulamentação de incentivo tributário para a comercialização do café.
Ao iniciar o pronunciamento, o parlamentar cumprimentou os produtores rurais presentes na Assembleia Legislativa e destacou a importância do planejamento para a execução das ações de recuperação dos ramais. Edvaldo Magalhães afirmou que a preparação para os serviços deve ocorrer ainda no período chuvoso, de forma a permitir o início das obras assim que as condições climáticas forem favoráveis. Também registrou a realização de uma reunião entre representantes dos produtores e do Deracre para discutir o cronograma de execução dos trabalhos. “Qualquer planejamento mínimo de governo tem que estar prontinho no inverno para quando abrir o primeiro raio do sol do verão, começar os trabalhos”, declarou.
Na sequência, o deputado tratou do Projeto de Lei que prevê a redução da jornada de trabalho de servidores estaduais e informou ter subscrito, juntamente com o deputado Eduardo Ribeiro, uma emenda para estender a carga horária de 30 horas semanais a assistentes sociais e psicólogos de todos os órgãos da administração estadual. Segundo ele, a medida busca assegurar tratamento uniforme entre profissionais que exercem as mesmas funções. “A redução tem que ser para todas e para todos os profissionais em todos os órgãos do governo do Estado do Acre”, afirmou.
Ao concluir o discurso, Edvaldo Magalhães comentou o projeto de regulamentação da redução da alíquota incidente sobre a comercialização do café. O parlamentar observou que a medida complementa autorização legislativa aprovada anteriormente pela Assembleia e ressaltou a importância da regulamentação para beneficiar a comercialização da safra produzida no Acre.
Texto: Andressa Oliveira/ Foto: Sérgio Vale
Fonte: Assembleia Legislativa do AC
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