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Trigo inicia semana em queda na Bolsa de Chicago com atenção à oferta global
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O mercado de trigo abriu a semana em baixa na Chicago Board of Trade (CBOT) nesta segunda-feira (16), com os contratos futuros registrando recuos nas primeiras negociações. O contrato para maio/26 caiu 1,47%, sendo negociado a US$ 6,04 por bushel, enquanto o contrato de julho/26 iniciou o pregão a US$ 6,16 por bushel, com queda de 1,30%.
Segundo analistas, o movimento reflete ajustes técnicos após a volatilidade das últimas sessões, em meio a um cenário global de produção de trigo ainda sob monitoramento.
Expectativa de oferta global limita altas expressivas
O mercado permanece atento às perspectivas de oferta mundial do cereal. Apesar de avanços recentes, a expectativa de volumes confortáveis em importantes países produtores tem limitado movimentos mais expressivos de alta, favorecendo correções técnicas nos preços.
Além disso, o comportamento de fundos especulativos e o mercado externo de commodities continua influenciando o ritmo das negociações, especialmente em momentos de maior incerteza macroeconômica.
Lavouras e exportações globais seguem como fatores-chave
Operadores acompanham de perto o desenvolvimento das lavouras no Hemisfério Norte e o andamento das exportações globais de trigo. Esses fatores devem continuar determinando a dinâmica dos preços ao longo das próximas sessões, mantendo a volatilidade intradiária no radar dos investidores.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Oferta restrita impulsiona preço do café e mantém cotações em alta no mercado internacional
A oferta limitada de café no mercado físico voltou a sustentar a valorização dos contratos futuros na última semana, reforçando o cenário de firmeza para as cotações internacionais. Mesmo diante da expectativa de uma safra recorde no Brasil, a menor disponibilidade imediata do produto, aliada a fatores técnicos e à atuação dos investidores, manteve o mercado aquecido.
De acordo com análise da StoneX, o café arábica alcançou as maiores cotações das últimas seis semanas, refletindo a combinação entre a leve deterioração das condições de colheita no Brasil e o movimento de recompra de posições vendidas por fundos de investimento.
O contrato de setembro de 2026 do café arábica encerrou a semana cotado a 273,2 centavos de dólar por libra-peso, acumulando valorização de 2,0% no período.
O desempenho reforça que, apesar da perspectiva de uma produção brasileira robusta em 2026, o mercado segue atento à disponibilidade de café no curto prazo. A restrição na oferta física continua sendo um dos principais fatores de sustentação dos preços, evidenciando a sensibilidade das bolsas às condições imediatas de abastecimento.
Robusta também registra valorização
O mercado do café robusta acompanhou o movimento de alta, sustentado pelas preocupações relacionadas aos possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a produção mundial e pelo ritmo ainda moderado de comercialização no Brasil.
O contrato de setembro de 2026 fechou a semana cotado a US$ 3.627 por tonelada, avanço de 1,0% em relação à semana anterior. Durante o pregão de quinta-feira (25), a cotação chegou a US$ 3.692 por tonelada, o maior patamar registrado desde o fim de março.
Cenário externo influencia, mas fundamentos do café predominam
No ambiente macroeconômico, os investidores também monitoraram os desdobramentos das tensões entre Estados Unidos e Irã. A queda dos preços internacionais do petróleo ao longo do fim de semana ajudou a melhorar o sentimento dos mercados financeiros.
Apesar desse contexto, os fundamentos específicos do mercado cafeeiro continuaram sendo o principal direcionador das cotações. A evolução da colheita brasileira, a oferta disponível de grãos e a atuação dos fundos de investimento permaneceram no centro das atenções, sustentando tanto o café arábica quanto o robusta no mercado internacional.
Com estoques ainda ajustados e comercialização cautelosa por parte dos produtores, o mercado segue acompanhando de perto o avanço da safra brasileira, fator que deverá continuar determinando o comportamento dos preços nas próximas semanas.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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