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Parlamentares lançam agenda legislativa para fortalecer as entidades de previdência complementar

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Deputados e senadores lançaram a agenda legislativa da Frente Parlamentar Mista pelo Fortalecimento das Entidades Fechadas de Previdência Complementar. O objetivo é ampliar a proteção dos trabalhadores por meio da previdência complementar.
A deputada Erika Kokay (PT-DF) falou do movimento suprapartidário em defesa dos trabalhadores: “Nós estamos trabalhando à frente na construção das micropensões para que segmentos que são mais vulnerabilizados possam ter acesso a uma previdência complementar, que haja uma complementação dos benefícios a partir da contribuição mensal desses trabalhadores.”

A frente será presidida pelo deputado Tadeu Veneri (PT-PR). “Nós estamos falando de pessoas que chegam aos 70 anos, 80 anos, e às vezes não têm nenhuma renda e dependem de familiares”, disse.

Segundo o parlamentar, o objetivo da frente é listar os projetos que dizem respeito à previdência complementar e incentivar os brasileiros a pouparem. “Queremos fazer com que as pessoas no Brasil inteiro comecem a ter mais o hábito de poupar para o futuro”, afirmou.

Da TV Câmara
Edição – Natalia Doederlein

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Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão debate ilegalidades nos mercados de petróleo, gás, derivados e biocombustíveis

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A Comissão Externa sobre os Atos de Pirataria e a Agenda do “Brasil Legal” da Câmara dos Deputados promove, na terça-feira (19), audiência pública sobre ilegalidades nos mercados de petróleo, gás, derivados e biocombustíveis.

O debate será às 15 horas, no plenário 10.

Confira a lista de convidados

O debate atende a pedido do coordenador do colegiado, deputado Julio Lopes (PP-RJ).

Ele destaca que práticas ilegais nos mercados de combustíveis e biocombustíveis, como adulteração, comercialização irregular e contrabando, causam perda de arrecadação pública, afetam a concorrência e comprometem a qualidade e a segurança dos produtos.

Julio Lopes acrescenta que irregularidades na produção, certificação ou comercialização de biocombustíveis podem afetar o RenovaBio e o mercado de créditos de descarbonização.

“Práticas ilegais como adulteração de combustíveis, comercialização irregular e contrabando de derivados produzem impactos que vão muito além das distorções concorrenciais entre agentes econômicos”, afirma.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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