O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, esteve na tarde desta sexta-feira (20) visitando o Centro de Referência Paralímpico da Universidade Federal do Acre (UFAC), acompanhado de sua esposa, Kelen Bocalom. Durante a visita, o gestor conheceu de perto a estrutura do espaço e acompanhou as atividades desenvolvidas com crianças, jovens e adultos com deficiência.
Durante a visita, o gestor conheceu de perto a estrutura do espaço e acompanhou as atividades desenvolvidas com crianças, jovens e adultos com deficiência. (Foto: Kátia Farias/Secom)
O centro tem como principal objetivo promover a inclusão social por meio do esporte, além de contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos participantes. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a União, o Governo do Estado, a Prefeitura de Rio Branco, a UFAC e o Comitê Paralímpico Brasileiro. O prefeito destacou a importância do projeto e reafirmou o compromisso da gestão municipal com ações inclusivas.
Tenho certeza de que podem continuar contando com o apoio da Prefeitura, porque é um projeto que realmente vale a pena. Isso aqui é feito com amor”, ressaltou o prefeito. (Foto: Kátia Farias/ Secom)
“Primeiro, quero parabenizar a UFAC, todos os envolvidos e a professora Lucy, que comanda esse processo. Fiquei muito feliz em conhecer esse trabalho tão bonito. Já tinha ouvido falar, mas ver de perto faz toda a diferença. Tenho certeza de que podem continuar contando com o apoio da Prefeitura, porque é um projeto que realmente vale a pena. Isso aqui é feito com amor”, ressaltou o prefeito.
A professora Lya Beiruth, representante da Pró-Reitoria de Extensão da UFAC, destacou a relevância do projeto para a comunidade acadêmica e para os participantes.
O Centro Paralímpico possibilita que a comunidade conheça a universidade e tenha acesso tanto ao esporte convencional quanto ao adaptado para pessoas com deficiência”, afirmou Lya Beiruth. (Foto: Kátia Farias/Secom)
“Para nós, é uma alegria e uma grande satisfação, enquanto instituição de ensino superior, poder fomentar programas como esse. O Centro Paralímpico possibilita que a comunidade conheça a universidade e tenha acesso tanto ao esporte convencional quanto ao adaptado para pessoas com deficiência”, afirmou.
O projeto atende pessoas de diversos bairros da capital e também do interior do estado, oferecendo modalidades paralímpicas como natação, halterofilismo, bocha e goalball. Além de incentivar a prática esportiva, a iniciativa também busca identificar novos talentos com potencial para representar o Acre em competições nacionais.
O projeto atende pessoas de diversos bairros da capital e também do interior do estado, oferecendo modalidades paralímpicas como natação, halterofilismo, bocha e goalball. (Foto: Kátia Farias/Secom)
De acordo com o representante do Comitê Paralímpico Brasileiro, Jader Andrade, o trabalho vai além do esporte. “Atendemos crianças a partir dos 7 anos, além de jovens e adultos, com o objetivo principal de promover a inclusão por meio do esporte. Também buscamos melhorar a qualidade de vida dos participantes e, quem sabe, descobrir talentos que possam representar o Acre futuramente”, explicou.
Uma das coordenadoras do projeto, a professora Lucy Queiroz, reforçou a importância das parcerias para a continuidade e a expansão das atividades. “Temos um trabalho maravilhoso de inclusão, e o que mais nos emociona é saber o quanto esse projeto é importante para essas pessoas. Nosso sonho é ampliar esse atendimento, levando o projeto para outros espaços e alcançando ainda mais pessoas. Somos muito gratos à Prefeitura e à Universidade por todo o apoio”, destacou.
O professor Clodoaldo Castro também enfatizou o papel das parcerias institucionais para o sucesso da iniciativa. “Tudo começa pela inclusão, mas, a partir dela, conseguimos identificar talentos em diferentes áreas. Esse trabalho só é possível graças à união entre Prefeitura, Governo do Estado, Universidade Federal e Comitê Paralímpico Brasileiro”, afirmou.
Moradora do bairro Cidade Nova, a usuária Adaíres Lane relatou os benefícios das atividades para sua saúde. (Foto: Kátia Farias/Secom)
O espaço atende atletas de todos os bairros da capital e também de diversos municípios do Acre. Moradora do bairro Cidade Nova, a usuária Adaíres Lane relatou os benefícios das atividades para sua saúde.
“Depois que comecei a natação aqui, minhas dores diminuíram cerca de 80%, sem necessidade de medicação. Meu condicionamento físico melhorou muito. A estrutura é maravilhosa, segura e faz toda a diferença. Aqui é uma bênção”, destacou.
A visita reforça o compromisso da Prefeitura de Rio Branco com políticas públicas voltadas à inclusão, ao esporte e à melhoria da qualidade de vida da população.
O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, visitou, na tarde desta quinta-feira (13), em São Paulo, a Fundação Dom Cabral (FDC), instituição brasileira de educação executiva reconhecida internacionalmente. A agenda teve como objetivo conhecer experiências e soluções que possam contribuir para o planejamento de longo prazo, a modernização da administração municipal e a capacitação de gestores e lideranças da Prefeitura.
A visita foi articulada pelo presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Rio Branco, empresário Marcelo Moura, e contou com a participação do vereador Matheus Paiva, do superintendente da RBTrans, coronel Marcos Coutinho, e do diretor de Gestão da Secretaria Municipal de Educação, Adauto Gois.
Comitiva foi recebida pelo vice-presidente de Educação Executiva, André Proença, que apresentou as ações da instituição e possibilidades de programas voltados às demandas da administração pública. (Foto: Secom)
A comitiva foi recebida pelo vice-presidente de Educação Executiva, André Proença, que apresentou parte do trabalho desenvolvido pela instituição e as possibilidades de construção de programas voltados às necessidades específicas da administração pública.
Referência nacional com atuação internacional
Fundada em Belo Horizonte, em agosto de 1976, a Fundação Dom Cabral nasceu a partir da iniciativa do cardeal Dom Serafim Fernandes de Araújo e do professor Emerson de Almeida. Ao longo de cinco décadas, expandiu sua atuação e hoje mantém, entre outras estruturas, um campus em São Paulo, além de presença por meio de redes e parcerias nacionais e internacionais.
A instituição trabalha com educação executiva, formação de lideranças, estratégia, gestão e produção de conhecimento. Na área pública, a FDC desenvolve programas direcionados ao fortalecimento de gestores e organizações, com atuação que inclui formação de servidores e lideranças, estudos, diagnósticos, indicadores e desenvolvimento de capacidades institucionais para melhorar a formulação e a execução de políticas e serviços públicos.
O vice-presidente destacou a experiência da Fundação na capacitação de equipes e na construção de estratégias de desenvolvimento de longo prazo. (Foto: Secom)
A relevância da instituição também é reconhecida internacionalmente. No ranking de Educação Executiva de 2026 do jornal britânico Financial Times, a Fundação Dom Cabral ocupa a 4ª posição mundial em Programas Abertos e a 11ª colocação em Programas Customizados, desenvolvidos sob medida para organizações.
Durante a reunião, André Proença explicou que a experiência da Fundação com o setor público permite trabalhar desde a formação das equipes até a construção de estratégias de desenvolvimento de longo prazo.
“A Fundação trabalha na área pública já há alguns anos. A gente trabalha na esfera nacional, estadual e também municipal. A gente pode fazer um trabalho de desenvolvimento das lideranças, dos gestores, trabalhar o planejamento estratégico, desde a concepção do plano de longo prazo, um plano de Estado, até a transformação desse plano na prática, gerando o bem e o impacto para a sociedade”, afirmou.
Segundo Proença, as soluções podem ser construídas de acordo com as necessidades identificadas pela própria gestão municipal. “A gente tem pós-graduação, temos cursos abertos, temos também o que a gente chama de programas customizados. Então, à medida da necessidade da Prefeitura, a gente pode desenvolver um programa adequado para vocês”, explicou.
Planejamento para 10 e 20 anos
Para o prefeito Alysson Bestene, conhecer instituições que trabalham com planejamento, formação e inovação faz parte da estratégia de buscar referências capazes de auxiliar Rio Branco a se preparar não somente para os desafios imediatos, mas também para o desenvolvimento da cidade nas próximas décadas.
“Estamos pensando em uma Rio Branco melhor, desenvolvida, pensando nas pessoas, com políticas públicas que venham se consolidar, de fato, no desenvolvimento e na modernização da nossa capital”, evidenciou.
“A formação e a capacitação de gestores e lideranças contribuem para desenvolver políticas públicas que beneficiem a população e promovam o crescimento de Rio Branco a longo prazo”, ressaltou o prefeito. (Foto: Secom)
O gestor municipal destacou a formação dos servidores e gestores como uma das possibilidades apresentadas durante o encontro.
“Através da formação e da capacitação dos gestores e das lideranças, podemos desenvolver políticas públicas que venham, de fato, beneficiar a população de Rio Branco no seu crescimento e desenvolvimento, para que ela possa prosperar ainda mais ao longo de 10, 20 anos”, ressaltou.
A visita não representa, neste momento, a formalização de contrato ou convênio, mas abre o diálogo para a avaliação de futuras parcerias e projetos entre a Prefeitura de Rio Branco e a Fundação Dom Cabral, de acordo com as necessidades da administração municipal.
Para Bestene, a busca por instituições de referência pode trazer novas ferramentas para o planejamento da capital. “É isso que a gente tem buscado: bons parceiros. Essa visita à Dom Cabral pode possibilitar e gerar bons frutos no futuro, olhando internamente para a nossa equipe e também para desenvolver bons projetos para a cidade de Rio Branco”, concluiu o prefeito.
Conhecimento em eficiência da gestão
Responsável pela articulação da agenda, o presidente da CDL, Marcelo Moura, destacou que a aproximação entre poder público, iniciativa privada e instituições produtoras de conhecimento pode contribuir para melhorar a eficiência da gestão e, consequentemente, os serviços oferecidos à população.
“A ideia é criar uma rede de ajuda, transferindo conhecimento, para que a gente também faça parcerias privadas que venham atender à necessidade da população. Falou-se muito sobre vocação econômica, sobre como vamos posicionar o nosso município”, destacou.
Visita abriu diálogo para possíveis parcerias e projetos futuros entre a Prefeitura de Rio Branco e a Fundação Dom Cabral, conforme as necessidades da gestão municipal. (Foto: Secom)
Para Moura, as particularidades econômicas e sociais da Amazônia tornam ainda mais importante investir na preparação dos responsáveis pela administração dos recursos públicos.
“Fazer gestão pública na Amazônia é muito difícil, porque temos muita pobreza e a geração de riqueza é limitada. Isso traz uma necessidade ainda maior de fazer a gestão do recurso público com muita eficiência. Acredito que o caminho é esse: conhecimento, capacitar os gestores e criar uma boa rede de capacitação para que o nosso município faça um serviço cada vez melhor”, disse.
O vereador Matheus Paiva ressaltou a presença conjunta do Executivo, Legislativo e setor empresarial na busca por experiências que possam ser aproveitadas em Rio Branco.
“Temos aqui a iniciativa privada, representada pelo Marcelo, o prefeito Alysson Bestene e eu, como vereador, representando o Poder Legislativo. São os poderes públicos e a iniciativa privada buscando planejamento, soluções e experiências, sempre pensando no desenvolvimento da nossa cidade e também do nosso estado do Acre”, frisou.
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