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Exporta Mais Brasil Frutas reúne 17 compradores internacionais e amplia oportunidades de exportação

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Programa Exporta Mais Brasil Frutas conecta empresas a mercados internacionais

AApexBrasil realiza mais uma edição do programa Exporta Mais Brasil Frutas, voltado ao setor de frutas frescas, em paralelo à Fruit Attraction São Paulo. A iniciativa, feita em parceria com ABRAFRUTAS, CNA e Sebrae, promove encontros estratégicos entre empresas brasileiras e compradores internacionais para fortalecer o posicionamento do país como fornecedor global.

Nesta edição, 17 compradores internacionais de 16 países participam, representando quatro continentes. Entre os mercados estão China, Estados Unidos, Itália, Reino Unido e África do Sul. Ao todo, 39 empresas brasileiras de diferentes regiões, incluindo cinco cooperativas, participam das rodadas de negócios.

Programação inclui rodadas de negócios e visitas técnicas

O evento conta com seminário de boas-vindas, participação na Fruit Attraction São Paulo e rodadas de negócios entre os dias 24 e 26 de março. Laudemir Müller, gerente de Agronegócios da ApexBrasil, participa da abertura, destacando a importância do programa na ampliação das exportações.

Além das rodadas de negócios, os compradores internacionais terão visitas técnicas a fazendas de frutas da região, conhecendo na prática a produção, padrões de qualidade e diversidade do setor. A agenda ainda inclui fóruns temáticos, networking e encontros institucionais, criando um ambiente favorável à geração de negócios e parcerias estratégicas.

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Resultados positivos da edição inaugural impulsionam expectativa

A primeira edição do Exporta Mais Brasil Frutas, realizada em agosto de 2025 em Mossoró, contou com 13 compradores de 12 países e 28 empresas brasileiras de nove estados. Foram realizadas 274 reuniões de negócios, com expectativa de geração de US$ 6,05 milhões (R$ 33,2 milhões), comprovando a eficácia da iniciativa como ferramenta de promoção comercial.

Para 2026, o aumento do número de compradores e empresas participantes, aliado à realização do evento em São Paulo, deve ampliar ainda mais os resultados.

Integração com Fruit Attraction fortalece visibilidade internacional

O alinhamento com a Fruit Attraction São Paulo, uma das principais feiras internacionais de frutas e hortaliças do Hemisfério Sul, aumenta a visibilidade do setor e fortalece a rede de contatos entre produtores, exportadores, compradores e distribuidores de todo o mundo. A feira é organizada pela IFEMA Madrid em parceria com a Fiera Milano Brasil.

Setor de frutas brasileiras segue em expansão

O Brasil se consolidou como o terceiro maior produtor mundial de frutas em 2025, atrás apenas de China e Índia. As exportações alcançaram US$ 1,45 bilhão e 1,29 milhão de toneladas, estabelecendo recorde histórico, com crescimento de 12,03% em valor e 19,63% em volume em relação a 2024.

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Entre os principais produtos exportados estão manga, melão, limão/lima e melancia, com os maiores mercados de destino incluindo Países Baixos, Reino Unido, Estados Unidos, Espanha e Portugal.

O setor também contribui para a economia com cerca de 5 milhões de empregos diretos e 2,5 milhões de hectares plantados. O Exporta Mais Brasil Frutas Frescas se consolida, assim, como uma plataforma estratégica para ampliar a presença global das frutas brasileiras e aumentar a competitividade do setor no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agronegócio brasileiro somam US$ 16 bilhões em maio e atingem segundo maior valor da história para o mês

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As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, registrando crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período do ano passado e consolidando o segundo maior resultado da série histórica para o mês. O desempenho foi impulsionado principalmente pelos embarques de soja e proteínas animais, que compensaram a queda observada nos setores sucroenergético e de etanol.

Os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e analisados pela Consultoria Agro do Itaú BBA mostram que o agronegócio segue como um dos principais motores da balança comercial brasileira, sustentado por volumes robustos de exportação e preços favoráveis em importantes cadeias produtivas.

Soja lidera pauta exportadora e mantém forte geração de receitas

O complexo soja permaneceu como principal destaque das exportações brasileiras em maio.

Os embarques de soja em grão totalizaram 14,8 milhões de toneladas, avanço de 5% em comparação com maio de 2025. Apesar da redução de 12% frente a abril, movimento considerado natural após o pico da colheita, a receita alcançou US$ 6,3 bilhões, sustentada pela valorização dos preços internacionais.

O farelo de soja também apresentou desempenho positivo, com exportações de 2,5 milhões de toneladas, crescimento de 12% na comparação anual.

Já o óleo de soja registrou uma das maiores altas entre os principais produtos do agronegócio, com embarques de 202 mil toneladas, aumento de 34% em relação ao mesmo mês do ano passado. Além do avanço no volume, os preços médios seguiram em trajetória de valorização.

Carnes ampliam participação no mercado internacional

O segmento de proteínas animais manteve ritmo acelerado nas exportações brasileiras.

A carne bovina in natura alcançou 262 mil toneladas exportadas em maio, crescimento de 20% frente ao mesmo período de 2025. A receita somou US$ 1,7 bilhão, impulsionada pelo aumento dos preços internacionais, que atingiram média superior a US$ 6,5 mil por tonelada.

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A carne de frango apresentou um dos melhores desempenhos do mês, com embarques de 442 mil toneladas, alta de 32% na comparação anual.

Já a carne suína exportou 111 mil toneladas, registrando crescimento de aproximadamente 5% sobre maio do ano passado, mantendo a trajetória positiva observada ao longo de 2026.

Açúcar e etanol enfrentam cenário mais desafiador

Enquanto soja e proteínas avançaram, o complexo sucroenergético registrou resultados mais modestos.

As exportações de açúcar VHP somaram 1,8 milhão de toneladas, queda de 10% na comparação anual. Além da redução no volume, os preços internacionais recuaram mais de 20% em relação ao mesmo período de 2025, pressionando as receitas do setor.

O açúcar refinado também apresentou retração, com embarques de 159 mil toneladas, volume 27% inferior ao registrado um ano antes.

No caso do etanol, a queda foi ainda mais expressiva. As exportações despencaram para apenas 17 mil metros cúbicos, retração de 79% na comparação anual. A perda de competitividade do produto brasileiro no mercado internacional continua sendo o principal fator limitante para os embarques.

Milho, algodão e suco de laranja registram avanços

Entre os demais produtos agrícolas, o milho apresentou a maior variação positiva do mês em relação ao ano anterior.

Os embarques alcançaram 249 mil toneladas, crescimento superior a 570%, embora o volume ainda seja considerado modesto devido ao estágio inicial da colheita da segunda safra.

O algodão também registrou forte desempenho, com aumento de 52% nos volumes exportados.

O suco de laranja manteve trajetória positiva, com crescimento de 17% nos embarques, reforçando a posição do Brasil como principal fornecedor global do produto.

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Tarifas dos Estados Unidos voltam ao radar do agronegócio

Além dos resultados comerciais, o setor acompanha com atenção os desdobramentos das investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos contra o Brasil.

No início de junho, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propôs uma tarifa adicional de 25% sobre determinados produtos brasileiros. Entre os temas citados estão comércio digital, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e questões ambientais.

Apesar da medida, boa parte dos principais produtos do agronegócio brasileiro ficou fora da lista de sobretaxação, incluindo carnes, café, frutas, cereais, sementes, fertilizantes e suco de laranja.

Posteriormente, uma nova proposta de tarifa adicional de 12,5% foi apresentada em investigação relacionada a alegações de trabalho forçado em determinadas cadeias produtivas.

As audiências públicas sobre as medidas estão previstas para julho, e o mercado segue atento aos possíveis impactos para o comércio bilateral.

Exportações acumuladas mantêm crescimento em 2026

No acumulado de janeiro a maio de 2026, o agronegócio brasileiro segue apresentando resultados consistentes.

Os destaques são o crescimento das exportações de soja, carnes bovina, suína e de frango, além do avanço das vendas externas de óleo de soja, algodão e milho.

Por outro lado, setores como açúcar refinado, etanol, café verde, trigo e celulose registram desempenho inferior ao observado no mesmo período do ano passado.

Mesmo diante das incertezas comerciais internacionais e da volatilidade dos mercados globais, o agronegócio brasileiro mantém forte competitividade e continua ampliando sua relevância no comércio mundial de alimentos, fibras e energia renovável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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