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Agronegócio brasileiro enfrenta desafios de comunicação apesar de responder por ¼ do PIB

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Agronegócio representa 25% do PIB e cresce em 2025

O agronegócio é responsável por cerca de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, segundo dados do Cepea/USP. No primeiro trimestre de 2025, o setor registrou crescimento de 6,49%, podendo ampliar sua participação anual para 29,4%, consolidando sua relevância econômica no país.

Apesar dessa força, o setor enfrenta desafios significativos para comunicar suas ações e impactos positivos à sociedade. Questões como sustentabilidade, logística e barreiras comerciais exigem um relacionamento transparente e eficiente com o público.

Assessoria de imprensa é ferramenta estratégica

Para enfrentar esses desafios, produtores, empresas e entidades representativas têm investido em assessoria de imprensa profissional. A jornalista Patrícia Stedile, fundadora e CEO da Engenharia de Comunicação, destaca que a presença do setor na mídia é essencial para expor boas práticas, inovações e resultados econômicos e ambientais.

“A assessoria de imprensa envolve a elaboração de pautas relevantes para os veículos jornalísticos, com apuração precisa e dados confiáveis, atendendo às demandas de jornalistas de diferentes mídias”, explica Stedile.

Comunicação segmentada aumenta eficácia

Um dos diferenciais de uma assessoria profissional é a adaptação da mensagem para diferentes públicos. Materiais podem ser preparados para mídia especializada ou veículos generalistas, com linguagens distintas.

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Essa segmentação aumenta a assertividade da comunicação, permitindo que o setor interaja de forma eficaz com colegas de mercado e com a sociedade em geral, reforçando a percepção positiva do agronegócio.

Benefícios para reputação e negócios

Segundo Stedile, os principais ganhos de uma assessoria de imprensa incluem:

  • Visibilidade qualificada na mídia;
  • Gestão de crises e correção de informações distorcidas;
  • Fortalecimento da reputação junto a investidores, parceiros e público;
  • Valorização da marca no mercado nacional e internacional.

Além disso, a comunicação constante contribui para divulgar avanços tecnológicos e práticas sustentáveis, reforçando a importância do setor para o Brasil e para o mundo, e combatendo desinformação.

Relacionamento sólido com a imprensa

Um papel central da assessoria de imprensa é manter contato constante com jornalistas e veículos, entendendo suas necessidades e particularidades. Isso permite que as informações cheguem de forma precisa e impactante, aumentando a credibilidade do setor.

“Construir uma rede sólida de contatos facilita o acesso a jornalistas que impactam diretamente o agronegócio. Esse é um trabalho que apenas uma equipe qualificada consegue executar com precisão”, afirma Stedile.

Comunicação como motor de crescimento

Uma boa reputação, construída por meio de comunicação estratégica, não apenas melhora a imagem do setor, mas gera negócios, atraindo investimentos, parceiros e talentos. A visibilidade positiva permite que o público compreenda o real papel do agronegócio na economia, na inovação e na sustentabilidade.

“Comunicar com qualidade é demonstrar ao mundo que o agronegócio é moderno, responsável e indispensável”, conclui Patrícia Stedile.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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