AGRONEGÓCIO
Nutrição animal ganha protagonismo no SIAVS 2026 e impulsiona eficiência na produção de proteína animal
AGRONEGÓCIO
SIAVS 2026 destaca papel estratégico da nutrição animal no agronegócio
O Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS 2026), marcado para ocorrer entre os dias 4 e 6 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), terá como um dos principais destaques o avanço da nutrição animal como ferramenta estratégica de eficiência produtiva.
O evento reforça a importância do setor em um cenário cada vez mais orientado por dados, precisão nutricional e redução de custos na produção de aves, suínos, bovinos e outras proteínas animais.
Quase 40 empresas apresentam soluções em nutrição animal
O segmento de nutrição animal será um dos mais representativos da feira, reunindo cerca de 40 empresas nacionais e internacionais. Entre os expositores estão fabricantes de:
- Rações
- Premixes
- Núcleos nutricionais
- Aditivos funcionais
- Ingredientes para alimentação animal
As companhias apresentarão tecnologias voltadas ao aumento de desempenho produtivo e à otimização da eficiência alimentar em diferentes sistemas de produção.
Tecnologia e precisão impulsionam nova fase da produção animal
As soluções em destaque no SIAVS 2026 refletem uma nova etapa da produção animal, baseada em controle técnico, formulações mais precisas e uso de dados para tomada de decisão.
Entre as inovações apresentadas estão estratégias voltadas para:
- Melhoria da conversão alimentar
- Aumento da eficiência nutricional
- Uso de aditivos funcionais
- Otimização de desempenho produtivo
O foco é ampliar a competitividade da cadeia de proteínas por meio de ganhos de eficiência e produtividade.
Nutrição animal como vetor de competitividade no agro
Mais do que um insumo, a nutrição animal passa a ocupar posição central na competitividade da cadeia produtiva. No SIAVS, esse papel é reforçado pela integração entre empresas, produtores e agroindústrias em um mesmo ambiente de negócios e conhecimento.
A proposta do evento é aproximar soluções tecnológicas da realidade do campo, facilitando a adoção de práticas que impactam diretamente o resultado final da produção.
Evento promove integração, negócios e atualização técnica
Segundo o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, a nutrição animal é um dos pilares da eficiência produtiva no setor.
“A nutrição animal é um dos pilares da eficiência produtiva. O SIAVS reúne essas soluções em um ambiente que favorece a troca de conhecimento e a geração de negócios”, destaca.
Além da exposição comercial, o evento contará com uma programação técnica voltada a temas como inovação, sustentabilidade, eficiência produtiva e tendências do mercado global de proteínas.
SIAVS 2026 cresce e amplia relevância internacional
O SIAVS 2026 ocupará uma área de 45 mil metros quadrados, registrando crescimento de 65% em relação à edição anterior. A expectativa é reunir centenas de empresas expositoras e visitantes de mais de 60 países.
O evento se consolida como um dos principais encontros globais da cadeia de proteína animal, combinando negócios, tecnologia e atualização técnica para o setor.
Mais informações estão disponíveis no site oficial: www.siavs.com.br.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.
A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.
O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.
A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.
Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.
“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.
“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.
Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.
Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.
Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.
Fonte: Pensar Agro
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