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Pedro Longo relata agenda no interior, cobra recuperação da BR e pede revitalização do polo moveleiro de Feijó

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Durante o pequeno expediente da sessão desta terça-feira (5), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Pedro Longo (MDB), apresentou um balanço das atividades realizadas ao longo da última semana em municípios do interior do estado. Em pronunciamento na tribuna, o parlamentar destacou visitas a Feijó, Tarauacá e Cruzeiro do Sul, com foco em infraestrutura, desenvolvimento econômico e apoio às famílias atingidas pelas cheias.

Ao abrir a fala, Pedro Longo afirmou que optou por fazer o deslocamento por estrada para acompanhar de perto as condições enfrentadas pela população acreana. “Foi um giro bastante grande pelo interior do Estado. Fizemos questão de ir pela estrada para, inclusive, testemunhar as dificuldades que são vivenciadas pela nossa população”, declarou.

O parlamentar chamou atenção para as condições de trafegabilidade da BR e cobrou maior celeridade na recuperação dos trechos mais críticos. “Alguns trechos estão sendo trabalhados, mas nós temos regiões totalmente desassistidas”, afirmou.

Segundo ele, embora o período chuvoso ainda imponha dificuldades operacionais, a antecipação dos trabalhos é fundamental para reduzir o sofrimento de quem depende diariamente da rodovia. “Quanto antes iniciar, antes nós vamos devolver condições mínimas de trafegabilidade para diminuir o sofrimento da nossa população”, ressaltou.

Durante o pronunciamento, Pedro Longo também reforçou a indicação apresentada ao governo do estado solicitando providências para a revitalização do polo moveleiro de Feijó. A proposta foi encaminhada à governadora Mailza Assis e à Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia, responsável pela gestão do espaço.

“Solicitamos providências necessárias à revitalização do polo moveleiro de Feijó, com a recuperação do asfalto da rua de acesso ao polo e a reforma do prédio da administração”, explicou.

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O deputado disse considerar preocupante a situação da estrutura, sobretudo porque, segundo ele, outros polos produtivos já receberam atenção do poder público. “Eu acho estranho porque os dois outros polos receberam atenção da secretaria e esse aqui está abandonado”, afirmou.

Segundo Pedro Longo, a demanda foi apresentada pelo presidente da cooperativa local, Marcos Júnior de Souza Gomes, que relatou a necessidade urgente de melhorias estruturais no espaço que reúne trabalhadores e empreendedores.

“Já é tão difícil termos pessoas que se dispõem a empreender no nosso estado e essas ainda enfrentam dificuldades que poderiam ser minoradas com ações simples do governo”, observou.

O parlamentar informou que atualmente o polo reúne 18 empresas e uma cooperativa que atua nas áreas de marcenaria e beneficiamento de café, gerando emprego, renda e movimentação econômica no município.

“São 18 empresas instaladas em uma cooperativa que desenvolve atividades de marcenaria e beneficiamento do café, gerando emprego, renda e movimentação econômica local”, destacou.

Em seguida, Pedro Longo relatou agenda em Tarauacá, onde visitou empresários locais para ouvir demandas relacionadas ao ambiente de negócios e aos impactos da reforma tributária. Segundo ele, comerciantes do município demonstraram preocupação com o funcionamento das áreas de livre comércio e com possíveis desequilíbrios competitivos.

“Há muitas dúvidas relativas à questão da reforma tributária e há também questionamentos em relação a algumas vantagens das áreas de livre comércio”, disse.

O deputado afirmou que parte do setor produtivo local considera que há concorrência desigual em relação a municípios contemplados por esse regime especial. “Os comerciantes de Tarauacá se sentem excluídos dessa possibilidade e muitas vezes enfrentam uma concorrência que reputam desigual”, acrescentou.

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Diante disso, fez um apelo à Secretaria da Fazenda para que acompanhe de forma mais próxima a realidade econômica do município. “Fica aqui um apelo à Secretaria da Fazenda para que tenha carinho em olhar especificamente essa questão tributária e da fiscalização em relação aos nossos empreendedores de Tarauacá”, afirmou.

Na parte final do discurso, Longo relatou visita a áreas atingidas pelas cheias em Cruzeiro do Sul, onde integrou comitiva institucional ao lado do deputado Luiz Gonzaga (PSDB).

Segundo ele, a agenda permitiu vistoriar comunidades alagadas e acompanhar as ações de atendimento às famílias afetadas.

“Tivemos oportunidade de fazer uma vistoria das áreas alagadas”, relatou.

O deputado também destacou a presença da governadora Mailza e o trabalho conjunto das instituições envolvidas na resposta à emergência.

“A governadora demonstrou muita sensibilidade, esteve presente nas escolas, esteve com indígenas que foram afetados pelas cheias”, afirmou.

Ao encerrar, o deputado registrou o trabalho integrado da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e da Prefeitura de Cruzeiro do Sul no apoio às pessoas atingidas.

“Todos lá juntos, unidos, buscando encontrar soluções para atender esses desabrigados e todos aqueles que estão atingidos”, concluiu.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac 

Foto: Sérgio Vale

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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Manoel Moraes chama atenção para circulação de informações durante período eleitoral

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Durante sessão na Aleac, deputado afirmou que eleitores devem analisar informações e destacou que as atividades dos Poderes continuam após o pleito

Em pronunciamento na sessão desta terça-feira (22), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Manoel Moraes (União Progressista), líder do governo, abordou a proximidade das eleições e fez considerações sobre a circulação de informações durante o período eleitoral.

Ao comentar a chegada do dia 4 de outubro, o parlamentar afirmou que o período eleitoral costuma ser marcado por uma intensificação de manifestações e debates públicos. Segundo ele, é necessário que os eleitores avaliem as informações antes de formar suas opiniões.

“Tem muito eleitor falando um monte de coisa, falando um monte de besteira aí. E tanta gente falando besteira aqui no Acre. Eu só fico triste de saber”, declarou.

Manoel Moraes também afirmou que, independentemente do resultado das eleições, as instituições e os agentes públicos continuarão exercendo suas atividades. “Depois do dia 4, a vida continua. Nós vamos continuar trabalhando, os deputados, o Judiciário, o governo, todo mundo trabalhando”, disse.

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O deputado progressista criticou ainda a disseminação de informações que, segundo sua avaliação, seriam falsas ou produzidas de forma deliberada no ambiente digital. Ao tratar do assunto, fez referência às chamadas “milícias digitais” e defendeu a responsabilização de quem utilizar ferramentas digitais para disseminar conteúdos que possam configurar irregularidades.

Ainda em seu pronunciamento, Moraes também se dirigiu ao deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), fazendo um alerta sobre a necessidade de verificar a procedência das informações utilizadas nos debates políticos.

“Então, amigo Edvaldo, tome cuidado com essas informações. Não busque informações como certas coisas que não são certas, coisas que são criadas e fabricadas lá no meio das milícias digitais que nós temos aqui no Acre e no Brasil”, afirmou.

O parlamentar reforçou a importância da análise dos fatos pelos eleitores e declarou que o período eleitoral não representa o encerramento das atividades institucionais. “E o mundo não vai se acabar dia 4 não”, concluiu.

No grande expediente, o deputado disse que as dificuldades relacionadas ao transporte e à alimentação escolar, precisam ser analisadas considerando as condições de infraestrutura do Estado. Segundo ele, a rede atende cerca de 600 escolas e mais de 100 mil estudantes, incluindo localidades de difícil acesso, o que, em sua avaliação, torna complexa a manutenção do transporte terrestre e fluvial.

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O parlamentar também mencionou dificuldades no abastecimento de alimentos e defendeu que os problemas sejam discutidos e solucionados de forma conjunta. “Estamos para discutir o transporte escolar, estamos para discutir a merenda. Agora, dizer que em qualquer município do Acre saia às 9 horas para comprar carne, vê se você acha carne para comprar proteína. Então nós temos que ter cuidado com o que fala. Às vezes não é por uma administração. É muita gente, é um Estado pobre, é um Estado difícil, é muita chuva”, afirmou.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: João Henrique

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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