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Chandon reabre tour exclusivo na vinícola e amplia experiências de enoturismo no Brasil

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A Chandon Brasil anunciou a retomada de uma de suas experiências mais icônicas no enoturismo nacional. A vinícola, localizada em Garibaldi, volta a abrir ao público o acesso à sua área produtiva com o lançamento do Tour Segredos da Chandon, ampliando a conexão entre consumidores e o processo de elaboração de espumantes.

A reabertura oficial ocorreu em 2 de maio e marca o retorno da única experiência recorrente da marca que permite ao visitante conhecer os bastidores da produção. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Wine Locals.

Bastidores da produção ganham protagonismo

O Tour Segredos da Chandon convida o visitante a mergulhar no universo da primeira vinícola brasileira dedicada exclusivamente à produção de espumantes. Durante o percurso guiado, o público acompanha as principais etapas da elaboração, desde a seleção das uvas até a transformação em rótulos reconhecidos pela qualidade e elegância.

A experiência inclui visita a áreas estratégicas da vinícola, além da degustação de dois vinhos base — etapa essencial para compreender a construção dos espumantes. Ao final, os visitantes participam de uma degustação orientada de quatro rótulos da casa, que expressam diferentes estilos da marca.

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A circulação ocorre em ambientes controlados, respeitando rigorosamente os protocolos técnicos e de qualidade, respaldados por certificações internacionais como ISO 45001, 22000, 9000 e 14000.

Nova experiência destaca técnica do assemblage

Como parte da ampliação do portfólio de experiências, a vinícola também lança a imersão A Arte do Assemblage na Chandon, voltada ao aprofundamento técnico e sensorial.

Conduzida pela equipe de enologia, a atividade apresenta uma das etapas mais sofisticadas da produção de espumantes: a combinação de diferentes vinhos base para alcançar equilíbrio, identidade e complexidade.

Durante a vivência, os participantes degustam seis amostras de vinhos base elaborados com uvas como Pinot Noir, Chardonnay e Riesling Itálico, incluindo exemplares da safra 2026 e vinhos reserva.

A experiência também propõe a comparação entre o vinho base do assemblage Réserve Brut e o espumante final, além de permitir que o visitante crie sua própria combinação. O percurso é finalizado com a degustação de rótulos como Chandon Brut Rosé e Chandon Excellence Brut safra 2021.

Enoturismo em expansão no Brasil

Com as novas experiências, a Chandon reforça sua estratégia de valorização do enoturismo, oferecendo atividades que integram conhecimento técnico, vivência sensorial e aproximação com o processo produtivo.

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Mais do que uma visita, a proposta é proporcionar ao público uma compreensão aprofundada de como fatores como ciência, tempo, diversidade e inovação contribuem para a construção do estilo dos espumantes.

As experiências já estão disponíveis para reserva online, consolidando a Serra Gaúcha como um dos principais destinos de turismo enogastronômico do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do trigo no Brasil fecha primeiro semestre de 2026 em alta, mas junho registra desaceleração nas negociações

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O mercado brasileiro de trigo encerrou o primeiro semestre de 2026 com tendência de valorização nos preços, apesar da desaceleração observada nas negociações em junho. O cenário foi sustentado principalmente pela baixa disponibilidade de produto da safra velha, estoques internos apertados e maior necessidade de importação para suprir a demanda doméstica.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Elcio Bento, o comportamento dos preços reflete um equilíbrio ainda frágil entre oferta e demanda.

“O primeiro semestre foi marcado pela recomposição dos preços. A menor disponibilidade de trigo no mercado interno e a necessidade de importação deram sustentação às cotações, mesmo em um ambiente de liquidez bastante limitada”, destacou.

Mercado do trigo acumula altas expressivas no semestre

Apesar da pressão de baixa registrada em junho, o desempenho acumulado do semestre foi positivo nas principais praças do país.

No Paraná, a média dos preços FOB interior encerrou junho em R$ 1.407 por tonelada, com alta acumulada de 19,9% em relação ao fechamento de 2025. No entanto, o mês registrou recuo de 1,6%, influenciado pela menor demanda dos moinhos e pelo enfraquecimento das referências internacionais.

No Rio Grande do Sul, o movimento de valorização foi ainda mais intenso no semestre, com avanço de 24,9%. Em junho, porém, houve queda de 5,1%, levando a média para R$ 1.290 por tonelada FOB. Mesmo com a correção, o estado segue sustentado pela escassez de trigo remanescente da safra anterior e pelo forte ritmo de exportações ao longo do período.

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Ajuste em junho não muda tendência de alta, diz analista

De acordo com Elcio Bento, a retração observada em junho não representa mudança estrutural no mercado, mas sim um ajuste técnico após meses de valorização.

“O que vimos em junho foi muito mais um ajuste técnico do que uma mudança de tendência. A oferta continua limitada, os estoques seguem apertados e isso impede uma queda mais acentuada dos preços”, analisou.

O ambiente de baixa liquidez continua sendo uma característica marcante do mercado físico brasileiro de trigo. Produtores seguem retendo parte do produto, aguardando melhores condições de preços na entressafra, enquanto os moinhos realizam compras pontuais devido à dificuldade de repasse dos custos ao preço da farinha.

Esse desalinhamento entre oferta e demanda mantém o mercado travado e com negociações limitadas.

Mercado internacional sustenta cenário de preços no Brasil

No mercado externo, o trigo negociado em Kansas acumulou valorização de 15,5% no primeiro semestre de 2026, mesmo com correções pontuais registradas em junho. Já o trigo argentino, referência importante para a paridade de importação brasileira, avançou 6,7% no período.

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Por outro lado, a valorização do real frente ao dólar ao longo do semestre contribuiu para reduzir parte da pressão altista que poderia ter sido transmitida ao mercado doméstico.

Perspectivas para o segundo semestre seguem atreladas ao clima e ao câmbio

Para os próximos meses, o mercado brasileiro de trigo deve permanecer sensível a fatores externos e internos. Entre os principais vetores de atenção estão o desenvolvimento da safra nacional, as condições climáticas na Argentina, o comportamento das bolsas internacionais e as oscilações cambiais.

Segundo o analista, esse conjunto de variáveis continuará sendo determinante para a formação de preços no mercado.

“Esse conjunto de fatores continua oferecendo sustentação estrutural aos preços”, concluiu Elcio Bento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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