RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Mercado suinícola mantém preços estáveis e setor aposta em reação da demanda no Dia das Mães

Publicados

AGRONEGÓCIO

Mercado de suínos registra estabilidade nas negociações

O mercado brasileiro de suínos encerrou a semana com estabilidade nas cotações do quilo vivo e dos principais cortes comercializados no atacado. O cenário reflete uma dinâmica de negócios sem grandes mudanças, marcada pela postura cautelosa dos frigoríficos nas compras de animais.

De acordo com análise de Safras & Mercado, a oferta disponível segue considerada confortável pela indústria, fator que limita movimentos mais consistentes de valorização no mercado independente.

Apesar disso, os cortes suínos começam a apresentar recuperação gradual no atacado, ainda que de forma moderada.

Setor acompanha consumo interno e pressão sobre margens

Os produtores demonstram preocupação com a evolução dos preços do suíno vivo e com a redução das margens da atividade, especialmente diante dos custos de produção ainda elevados.

Por outro lado, o mercado trabalha com expectativa positiva para o consumo na segunda quinzena do mês, impulsionado pela entrada da massa salarial na economia e pelo aumento tradicional da demanda relacionado ao Dia das Mães.

Outro fator que pode favorecer a carne suína é a recuperação dos preços do frango no mercado interno, reduzindo parte da competitividade da proteína avícola. Além disso, os preços elevados da carne bovina seguem ampliando a atratividade da carne suína ao consumidor.

Leia Também:  Amaggi abre inscrições para Programa de Trainee 2026 com vagas em 12 cidades
Preços do suíno seguem praticamente inalterados

Levantamento de Safras & Mercado aponta que a média nacional do quilo do suíno vivo passou de R$ 5,46 para R$ 5,47 na semana.

No atacado:

  • Média da carcaça suína: R$ 8,97/kg
  • Média do pernil: R$ 11,43/kg

Confira as principais cotações regionais:

  • São Paulo: arroba suína em R$ 103,00
  • Rio Grande do Sul: R$ 5,90/kg na integração e R$ 5,30/kg no interior
  • Santa Catarina: R$ 5,90/kg na integração e R$ 5,15/kg no interior
  • Paraná: R$ 5,10/kg no mercado livre e R$ 5,90/kg na integração
  • Mato Grosso do Sul: R$ 5,15/kg em Campo Grande e R$ 5,80/kg na integração
  • Goiás: R$ 5,15/kg
  • Minas Gerais: R$ 5,70/kg no interior e R$ 5,80/kg no mercado independente
  • Mato Grosso: R$ 5,50/kg em Rondonópolis e R$ 5,95/kg na integração
Exportações de carne suína crescem em abril

As exportações brasileiras de carne suína in natura apresentaram desempenho positivo em abril, reforçando a sustentação do setor no mercado externo.

Leia Também:  Brasil registra forte alta nas entregas e importações de fertilizantes; Mato Grosso lidera consumo nacional

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 121,435 mil toneladas da proteína ao longo do mês, com média diária de 6,071 mil toneladas.

A receita somou US$ 303,195 milhões, com média diária de US$ 15,159 milhões. O preço médio ficou em US$ 2.496,8 por tonelada.

Na comparação com abril de 2025:

  • O valor médio diário avançou 9,6%
  • O volume médio diário exportado cresceu 9,7%
  • O preço médio recuou 0,1%
Perspectivas para o mercado suinícola

O mercado brasileiro de suínos segue equilibrado entre boa oferta interna e expectativas de melhora no consumo doméstico. O avanço das exportações e a competitividade da carne suína frente às demais proteínas podem contribuir para uma recuperação gradual das cotações nas próximas semanas.

Ainda assim, o comportamento do consumo interno e o ritmo das compras da indústria continuarão sendo fatores decisivos para a sustentação dos preços ao produtor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

Publicados

em

Por

As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

Leia Também:  Embrapa participa de reunião da Câmara Setorial da Produção e Indústria de Pescado
Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

Leia Também:  Castrolanda bate novo recorde e alcança lucro líquido de R$ 287,5 milhões em 2025

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA