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Procon orienta consumidores sobre mudanças na telefonia fixa após nova regulamentação da Anatel
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O Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) orienta os consumidores acreanos a acompanharem atentamente as mudanças promovidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nas regras da telefonia fixa, que passam a valer no estado a partir de 31 de maio. A medida integra o processo nacional de modernização das áreas locais de telefonia e prevê a eliminação de cobranças de longa distância em ligações realizadas entre municípios que compartilham o mesmo DDD.
Procon orienta consumidores acreanos sobre mudança nas regras da telefonia fixa que passam a valer no acre a partir de 31 de maio. Foto: divulgaçãoNo Acre, onde todos os municípios utilizam o código 68, as chamadas entre cidades acreanas deixarão de ser tarifadas como interurbanas e passarão a ser consideradas ligações locais.
Segundo a presidente do Instituto, Alana Albuquerque, a mudança pode trazer benefícios diretos aos consumidores, especialmente para moradores do interior do estado que ainda utilizam a telefonia fixa como importante meio de comunicação.
“O impacto tende a ser positivo para os consumidores acreanos, principalmente pela possibilidade de redução de custos nas contas telefônicas e pela simplificação das chamadas entre municípios do estado”, destaca a autarquia.
Além da redução das tarifas, a mudança também deve facilitar a comunicação entre cidades acreanas, já que, em muitos casos, não será mais necessário utilizar código de operadora ou DDD nas ligações entre telefones fixos dentro da mesma área local.
Para a presidente, a medida possui relevância ainda maior em um estado da Região Norte marcado por grandes distâncias geográficas e municípios de difícil acesso, onde a comunicação telefônica permanece essencial para famílias, instituições públicas e pequenos empreendedores.
A orientação aos consumidores é que acompanhem atentamente as próximas faturas emitidas após a implementação das novas regras. O órgão recomenda verificar se as chamadas realizadas entre municípios do Acre continuam sendo cobradas como “DDD”, “interurbano” ou “longa distância”.
Também é importante comparar os valores cobrados antes e depois da mudança para identificar possíveis reduções tarifárias, além de conferir se a operadora prestou informações claras e transparentes sobre as alterações contratuais e de cobrança.
O Procon acompanhará a implementação das novas regras no estado e poderá atuar tanto na orientação aos consumidores quanto na fiscalização de eventuais práticas abusivas ou cobranças indevidas por parte das operadoras de telefonia.
A autarquia reforça que as empresas possuem obrigação legal de garantir informação adequada, clara e transparente aos consumidores, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor (CDC). Caso sejam identificadas irregularidades, as operadoras poderão ser notificadas para prestar esclarecimentos e corrigir falhas.
O órgão também orienta que os consumidores guardem faturas, protocolos de atendimento e registros de reclamações, documentos considerados fundamentais para eventual abertura de processo administrativo.
Em casos de cobrança indevida, a primeira orientação é entrar em contato diretamente com a operadora para solicitar esclarecimentos e a correção dos valores cobrados, sempre anotando o número do protocolo de atendimento.
Caso o problema não for solucionado, o consumidor poderá registrar reclamação junto ao Procon Acre, apresentando documentos como faturas, comprovantes e registros de atendimento.
O CDC garante ao consumidor o direito à informação adequada e à cobrança correta pelos serviços contratados. Caso seja comprovada cobrança indevida, o consumidor poderá solicitar a revisão dos valores e eventual restituição, conforme previsto na legislação consumerista.
Fonte: Governo AC
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Expoacre Juruá transforma tecnologia e cultura em lazer inclusivo para famílias
A Expoacre Juruá, em Cruzeiro do Sul, tem se destacado não apenas como vitrine agropecuária, mas também como espaço de inovação e lazer para toda a família. A Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre (Seict) reuniu estandes voltados para crianças e jovens, com tecnologia, produtos em impressão 3D e atividades interativas que têm atraído grande público.
Espaço abrange jovens e crianças e é marcado por inclusão. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomO espaço kids é um dos pontos mais movimentados da feira, reunindo brincadeiras que vão de pintura corporal a experiências com óculos de realidade virtual. Para os pais, é uma oportunidade de lazer e entretenimento enquanto visitam a segunda maior feira agropecuária do estado.
Kethyla Shawãdawa, monitora do espaço, explica que as atividades são voltadas para o desenvolvimento de habilidades motoras e cognitivas, além de incluir tecnologia.
“Tem sido um espaço muito especial. As crianças participam de oficinas de escultura com balões, de miçangas e de materiais recicláveis, onde podem criar brinquedos. Também oferecemos brincadeiras voltadas para o desenvolvimento cognitivo e da coordenação motora, além de pintura facial. A grande novidade é a experiência com óculos de realidade virtual, que permite aos pais acompanhar o que seus filhos estão vivenciando”, disse.
Segundo ela, o espaço tem recebido grande movimento todas as noites, com muitos pais participando junto aos filhos. “Foi pensado com carinho para que as crianças tenham um ambiente acolhedor e cheio de descobertas.”
Miguel aproveita óculos de realidade virtual. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomInovação e inclusão
A dentista Jamile Feijó, mãe de Miguel Machado, de 7 anos, aprovou a iniciativa. “Estamos parando em todos os estandes para que ele possa conhecer e se divertir. Este espaço está muito interativo, ele está amando e está sendo incrível. Ainda vamos ver outros estandes”, contou.
Já Lacione Maia destacou o caráter inovador. “As brincadeiras, a forma como estão expostas e os instrutores são perfeitos, têm muito jeito com criança.”
Outro ponto de destaque é a preocupação com a inclusão. Darcinete Oliveira ressaltou que este ano há mais opções voltadas para crianças atípicas.
“Nos outros anos não víamos tantas atividades direcionadas a essa necessidade. Agora encontramos jogos e materiais inclusivos que estimulam a participação delas. Isso mostra uma preocupação maior com a diversidade e torna o evento ainda mais especial.”
Impressão 3D é um dos atrativos do estande voltado para tecnologia e inovação. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomImpressão 3D e cultura local
Os estandes de tecnologia também chamam atenção. Laurênio de Souza ficou impressionado com os personagens criados em impressão 3D.
“É como uma escultura, lembra trabalhos antigos, mas hoje está mais acessível e até possível de encomendar. É um avanço para nossas cidades, porque antes só víamos pela internet ou televisão, e agora temos a oportunidade de acompanhar ao vivo. O trabalho está muito bonito, parabéns aos organizadores.”
Rodrigo Gomes, expositor, destacou o sucesso dos chaveiros sensoriais e dos “dummys”. Além disso, sua empresa Juruá 3D tem produzido peças que valorizam a identidade local.
Empresas também apostaram em produtos que ressaltam a identidade de Cruzeiro do Sul. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom“Queremos explorar a cultura do Juruá e desenvolver peças personalizadas que representem a região. Já fizemos chaveiros com a Catedral, árvores, casas de farinha e até saquinhos de farinha e açaí. São elementos culturais que fortalecem nossa tradição e permitem que o visitante leve um presente único e representativo da cidade.”
Tiago Lucena, coordenador do Laboratório de Biologia Animal e fundador da startup Jabotec 3D, reforçou o caráter inovador.
“Este ano trouxemos a Jabotec 3D, especializada em produtos personalizados em impressão 3D. Transformamos elementos da cultura pop em objetos colecionáveis e também aplicamos a tecnologia em materiais didáticos, que tornam as salas de aula mais interativas. Já validamos resultados com aumento de até 60% nas notas dos alunos.”
Analice foi visitar a feira apenas para adquirir seus personagens preferidos. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomEncanto para jovens
Analice do Nascimento, de 11 anos, ficou encantada com os espaços voltados para colecionadores.
“Estou começando a me apaixonar por essas figuras e vim preparada para adquirir algumas peças. Ontem comprei uma Hello Kitty e hoje levei um Pikachu. São produtos que remetem à infância e despertam muito interesse.”
Ela destacou que o evento é uma oportunidade para conhecer novidades e investir em itens que antes só acompanhava à distância. “É um espaço que atrai jovens e adultos, e que valoriza esse universo cultural de forma acessível.”
Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
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