RIO BRANCO
Search
Close this search box.

SEM CATEGORIA

Prefeitura de Rio Branco garante continuidade e investimentos nos serviços de água e esgoto por meio do Saerb

Publicados

SEM CATEGORIA

A Prefeitura de Rio Branco, por meio do Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb), segue trabalhando para garantir a continuidade, a manutenção e a melhoria dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário no município.

Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico
“O percentual foi calculado conforme norma regulatória da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA)”. (Foto: Arquivo/Saerb)

Nesse sentido, a Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado do Acre (Ageac), por meio da Resolução nº 119/2026, homologou o Estudo Técnico nº 002/2026 e aprovou o reajuste tarifário de 6,30% nas tarifas dos serviços prestados pelo Saerb.

O percentual foi calculado conforme norma regulatória da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e corresponde à variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), no período de novembro de 2024 a fevereiro de 2026.

Antes da atualização, a tarifa mínima residencial praticada pelo Saerb era de R$ 38,37. Com o reajuste autorizado pela Ageac, o valor passa para R$ 40,79, mantendo Rio Branco com uma das tarifas mais acessíveis entre as capitais brasileiras.

Leia Também:  Estudantes da educação municipal encerram roteiro nos parques com emoção no Islands of Adventure e no Magic Kingdom

De acordo com o diretor-presidente do Saerb, Enoque Pereira, a atualização tarifária é necessária para assegurar o custeio da operação e viabilizar investimentos voltados à melhoria dos serviços ofertados à população.

características geográficas da capital da acreana
“As características geográficas da capital acreana tornam nossa operação mais complexa e com custos superiores à média de outras capitais”, enfatizou o diretor-presidente do Saerb. (Foto: Vitória Souza/Secom)

“A tarifa é um garantidor de custeio e investimento de qualquer companhia de água. Quando ela está fora da realidade, impacta diretamente na melhoria e na eficiência dos serviços. Mesmo com a atualização, Rio Branco continua com a menor tarifa entre as capitais brasileiras. A segunda menor tarifa é de R$ 58,21, enquanto a maior chega a R$ 152,47, considerando o consumo residencial de 15 m³”, explicou.

O diretor-presidente também destacou que as características geográficas da capital acreana e as condições do rio Acre, de onde é captada a água para tratamento, tornam a operação do sistema mais complexa e com custos superiores à média de outras capitais.

Além da atualização da tarifa de água, será aplicada a cobrança pelo serviço de esgotamento sanitário nos bairros onde o sistema já está implantado e em funcionamento. A tarifa de esgoto corresponderá a 80% do valor da tarifa de água, passando de R$ 30,70 para R$ 32,63.

Leia Também:  MPT e STRE participam de reunião do Conselho Estadual dos Direitos das Pessoas com Deficiência (CONEDE)

Com isso, nos imóveis atendidos pelos serviços de água e esgoto, o valor total da fatura mínima residencial será de R$ 73,42.

O reajuste tarifário está previsto na Lei Federal nº 11.445/2007, que estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico. A legislação prevê que a atualização tarifária deve observar o intervalo mínimo de 12 meses.

Segundo a Ageac, a medida tem como objetivo assegurar o equilíbrio econômico-financeiro do Saerb, permitindo a continuidade dos serviços, a manutenção do sistema, a ampliação da infraestrutura e novos investimentos em abastecimento de água e saneamento básico no município.

A resolução também determina que qualquer reajuste ou atualização tarifária somente poderá ocorrer mediante autorização prévia do Conselho Superior da Ageac, garantindo maior controle, fiscalização e transparência sobre os serviços prestados à população.

Fonte: Prefeitura de Rio Branco – AC

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

SEM CATEGORIA

Rio Branco avança na construção do Plano local de Ação Climática com participação de diferentes setores da sociedade

Publicados

em

Por

A Prefeitura de Rio Branco avança na construção do Plano Local de Ação Climática, instrumento que deverá orientar políticas públicas e ações voltadas à adaptação do município às mudanças climáticas e à redução de seus impactos. Nesta etapa, representantes do poder público, sociedade civil, universidades, setor privado e instituições parceiras participaram de uma oficina para identificar desafios, vulnerabilidades e prioridades para a cidade.

Durante dois dias de atividades, os participantes se reuniram no Tribunal de Contas para discutir medidas consideradas necessárias e viáveis para a realidade de Rio Branco. As propostas construídas durante a oficina foram apresentadas nesta etapa aos gestores municipais, que avaliam as prioridades e podem validar, ajustar ou redirecionar as ações.

REUNIAO SEMEIA ACOES CLIMATICASVF 21.08 2
“Esse é um momento de validação com os gestores de tudo aquilo que foi priorizado”, disse Flaviane. (Foto: Val Fernandes/Secom)

A secretária municipal de Meio Ambiente, Flaviane Agustini Stedille, explicou que o encontro representa uma etapa importante, mas ainda não corresponde à versão final do documento.

“Esse é um momento de validação com os gestores de tudo aquilo que foi priorizado. É a hora do gestor priorizar, sinalizar ou mudar o caminho, mudar a rota.”

Segundo a secretária, o processo de elaboração do plano ainda contará com outras etapas, incluindo o diálogo direto com a população.

“Tudo que for construído aqui também não vai ser o documento final que vai ser apresentado para a sociedade. A gente está vencendo uma primeira etapa, mas existem outras etapas ainda a serem vencidas que envolvem inclusive realizações de audiências públicas, diálogo mais próximo com a nossa sociedade aqui no município de Rio Branco.”

Leia Também:  Na Câmara Municipal, Tribuna Popular debate políticas públicas voltadas à pessoa idosa

Planejamento climático com participação social

Rio Branco integra redes de cooperação internacional voltadas ao enfrentamento das mudanças climáticas, entre elas o Pacto Global de Prefeitos e Prefeitas pelo Clima e Energia. A participação da capital acreana no programa Mutirão Brasil contribui para o desenvolvimento do Plano Local de Ação Climática.

REUNIAO SEMEIA ACOES CLIMATICASVF 21.08 1
“É uma oficina participativa para entender quais são as dores da cidade, quais são as oportunidades também, os desafios de Rio Branco em questão climática”, destacou Belém Gimenez (Foto: Val Fernandes/Secom)

Representante do Mutirão, Belém Gimenez destacou que o plano funcionará como um documento orientador para as políticas públicas ambientais e climáticas do município.

“O que a gente está fazendo aqui, nesses dois dias, em Rio Branco, é uma oficina participativa para entender quais são as dores da cidade, quais são as oportunidades também, os desafios de Rio Branco em questão climática.”

A construção do plano envolve diferentes áreas da administração pública porque, segundo Belém, as questões relacionadas ao clima ultrapassam a atuação de uma única secretaria. Saúde, educação, finanças, inovação, meio ambiente e outras áreas precisam atuar de forma integrada.

A oficina também contou com a participação de representantes de universidades, organizações da sociedade civil, organizações não governamentais e do Conselho Municipal de Meio Ambiente (COIMANQ).

Leia Também:  Com suporte da Secretaria Municipal de Educação, Restaurante Popular vai preparar alimentação das famílias desabrigadas

Durante os trabalhos, foram analisados aspectos relacionados às vulnerabilidades climáticas e às emissões do município, buscando construir um diagnóstico que permita definir estratégias adequadas à realidade local.

“A gente mergulhou bastante no perfil de Rio Branco, foi muito útil para a gente elaborar esse plano”, afirmou Belém.

REUNIAO SEMEIA ACOES CLIMATICASVF 21.08 4
“A adaptação deve ser uma das principais diretrizes das políticas públicas diante dos novos cenários climáticos”, explicou Falcão.(Foto: Val Fernandes/Secom)

A Defesa Civil Municipal também participa do processo de construção das estratégias de enfrentamento às mudanças climáticas.

Para o coordenador municipal da Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão, a adaptação deve ser uma das principais diretrizes das políticas públicas diante dos novos cenários climáticos.

“Nós não podemos fazer uma modificação radical no clima e é por isso que todos nós precisamos nos adaptar a esses novos tempos, trazendo melhorias, trazendo políticas públicas, trabalhando com a Prefeitura de Rio Branco, trabalhando com todos os órgãos interligados.”

O coordenador ressaltou ainda a importância da integração entre os diferentes níveis de governo para reduzir os impactos provocados por eventos climáticos.

“É necessário a adaptação, por isso o encontro é essencial para todos nós.”

A construção participativa do Plano Local de Ação Climática representa, portanto, mais um passo no planejamento de Rio Branco para os próximos anos, buscando integrar políticas públicas, conhecimento técnico e participação social na definição de medidas capazes de aumentar a capacidade do município de prevenir, enfrentar e se adaptar aos impactos das mudanças climáticas.

As propostas discutidas nesta etapa ainda passarão por novas fases de avaliação e participação da sociedade antes da consolidação do documento final.

Fonte: Prefeitura de Rio Branco – AC

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA