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Acre lança Manual de Gestão de Riscos e Controles do Poder Executivo Estadual

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O governo do Acre lançou, nesta segunda-feira, 1º, em Rio Branco, o Manual de Gestão de Riscos e Controles do Poder Executivo Estadual. Elaborado pela Controladoria-Geral do Estado (CGE) e publicado no Diário Oficial (DOE) de 28 de maio, o documento reúne diretrizes e metodologias para apoiar os órgãos estaduais na identificação, avaliação, tratamento e monitoramento de riscos, contribuindo para o aprimoramento da governança, da integridade e dos controles internos da administração pública.

Evento reuniu mais de 100 servidores estaduais para apresentar as diretrizes e metodologias do manual. Foto: Raryka Souza/CGE

O lançamento foi realizado no auditório da Biblioteca Pública Estadual e reuniu mais de cem servidores, gestores e representantes de órgãos do governo estadual. A iniciativa integra as ações do governo do Acre voltadas ao aperfeiçoamento da gestão pública, com foco na prevenção de falhas, na melhoria dos processos administrativos e na consolidação da cultura de gestão de riscos.

Desenvolvido pela CGE, por meio da Diretoria de Transparência e Integridade e do Núcleo de Gestão de Riscos, o manual tem como objetivo orientar os órgãos e entidades do Poder Executivo na implementação de práticas voltadas à identificação de vulnerabilidades, ao tratamento de riscos e ao aperfeiçoamento dos controles internos.

Controladora-geral do Estado, Mayara Bandeira, destacou a importância da gestão de riscos para o fortalecimento da governança pública. Foto: Raryka Souza/CGE

A controladora-geral do Estado, Mayara Bandeira, destacou que a publicação representa mais um avanço na consolidação de mecanismos que contribuem para uma gestão pública mais eficiente e segura.

“Com a publicação deste manual, avançamos na consolidação de uma administração mais preparada para identificar desafios, prevenir falhas e fortalecer a tomada de decisões. Esta iniciativa reafirma o compromisso do governo do Acre, sob a liderança da governadora Mailza Assis, com uma gestão pública cada vez mais íntegra, transparente, eficiente e voltada para a entrega de resultados à população acreana”, afirmou.

Diretor de Transparência e Integridade da CGE, Marcus Venicius Nunes apresentou os objetivos e a aplicação do manual nos órgãos estaduais. Foto: Raryka Souza/CGE

O diretor de Transparência e Integridade da CGE, Marcus Venicius Nunes, destacou que o manual foi desenvolvido para servir como instrumento de apoio aos órgãos estaduais na estruturação de seus processos de gestão de riscos e controles.

“O documento reúne conceitos, orientações e ferramentas que auxiliam gestores e equipes técnicas na identificação e no tratamento de riscos. Mais do que atender a uma exigência normativa, a gestão de riscos contribui para decisões mais seguras, processos mais eficientes e melhores resultados para a administração pública”, afirmou.

Durante o lançamento, Cyntia Mirla Menezes apresentou a metodologia e as diretrizes previstas no Manual de Gestão de Riscos e Controles. Foto: Raryka Souza/CGE

A chefe do Núcleo de Gestão de Riscos da CGE, Cyntia Mirla Menezes, ressaltou que o manual institucionaliza uma prática que os servidores já vivenciam no cotidiano: o gerenciamento de riscos. “Nosso objetivo é transformar essa percepção em uma ferramenta estruturada, capacitando as equipes não apenas a identificar vulnerabilidades, mas também a tratá-las de forma preventiva e estratégica, contribuindo para uma gestão mais segura e eficiente”, explicou.

Além de orientar a implementação da política de gestão de riscos, o manual servirá como referência para gestores e equipes técnicas dos órgãos estaduais, estimulando a adoção de medidas preventivas e a melhoria contínua dos processos governamentais.

Fonte: Governo AC

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Sepi reúne instituições para fortalecer plano de contingência voltado aos povos indígenas

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Com ênfase nas ações preventivas e emergenciais voltadas às populações originárias do Acre, o governo do Estado, por meio da Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas (Sepi), reuniu, na última sexta-feira, 29, representantes de órgãos estaduais e instituições parceiras para debater o plano de contingência elaborado pela pasta.

Realizado de forma presencial e virtual, o encontro ampliou a participação dos órgãos envolvidos na definição de estratégias integradas. O plano em questão orienta ações antecipadas para reduzir riscos e fortalecer a proteção dos povos indígenas diante de possíveis emergências.

Instituições alinham estratégias para enfrentar eventos climáticos extremos em territórios indígenas. Foto: Danna Anute/Sepi

Diante dos alertas para um novo período de eventos climáticos extremos, as instituições intensificaram o planejamento conjunto, com atenção especial aos territórios indígenas. A titular da Sepi, Francisca Arara, destacou que o Estado tem se preparado de forma antecipada para enfrentar cenários recorrentes. “Já vínhamos nos preparando para situações como a seca, as enchentes e os problemas respiratórios provocados pela fumaça, que têm se repetido nos últimos anos. Por isso, a pedido da governadora Mailza, cada instituição iniciou a elaboração de ações dentro do eixo de eventos climáticos, coordenado pelo Gabinete de Crise, que reúne diversos órgãos, para antecipar respostas e fortalecer a capacidade de atuação do Estado”, afirmou.

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Plano de contingência incorpora análises sobre os impactos do El Niño e os riscos climáticos no Acre. Foto: Danna Anute/Sepi

“Nesse processo, a Sema apresentou um panorama sobre a chegada do El Niño e os impactos que o fenômeno pode causar, enquanto a Defesa Civil detalhou a situação local, considerada delicada. No caso da Sepi, elaboramos um plano específico, voltado à nossa atuação nos territórios indígenas e à coordenação do Grupo de Trabalho de Eventos Extremos”, concluiu.

A seca tem provocado reflexos na produção de alimentos e na manutenção de práticas culturais dos povos indígenas, ampliando a necessidade de ações voltadas aos territórios.

Para Dinah Borges, consultora de Agricultura Familiar do Programa REM Acre, da Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan), a estiagem compromete a produção de alimentos, dificulta o acesso a programas como o PNAE e o PAA e afeta o modo de vida das comunidades. Por isso, ações como a construção de poços artesianos no Purus e de cacimbas no Alto Acre são fundamentais para garantir o acesso à água e fortalecer a produção nas aldeias.

Cooperação institucional

A cooperação institucional prevista neste Plano está alinhada ao Decreto nº 11.504, de 25 de junho de 2024, que instituiu o Gabinete de Crise para monitorar e coordenar ações diante da redução das chuvas, da diminuição dos cursos hídricos e do risco de incêndios florestais. Nesse contexto, as medidas serão executadas de forma integrada por órgãos do governo estadual e instituições parceiras.

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Participam da iniciativa a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPD), as secretarias de Estado de Governo (Segov), Casa Civil (Secc), Meio Ambiente (Sema), Comunicação (Secom), Planejamento (Seplan), Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), Obras Públicas (Seop), Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), Educação, Cultura e Esportes (SEE), Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais (IMC), além de Imac, Iteracre, Idaf, Funtac, Deracre, Saneacre, Sesacre, Seagri, PGE, CGE, Corpo de Bombeiros Militar e Polícia Militar.

Também colaboram a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), a Comissão Pró-Indígenas do Acre (CPI/AC), a Associação do Movimento dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Acre (AMAAIAC) e o Programa REM Acre.

Fonte: Governo AC

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