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Estado abre credenciamento para empreendedores interessados em participar do Arraial Cultural 2026

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Por Isabelle de Oliveira

Empreendedores interessados em participar da Feira de Economia Solidária durante o Arraial Cultural 2026, que acontece em Rio Branco, poderão se credenciar entre os dias 8 e 10 de junho. A seleção será feita por sorteio realizado pelo governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Turismo e Empreendedorismo (Sete).

As vagas disponibilizadas são destinadas aos segmentos de alimentação, artesanato, brinquedos, bebidas e comércio ambulante para o evento, que é organizado pela Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM).

Inscrições contemplam vagas para alimentação, artesanato, brinquedos e comércio ambulante. Foto: Diego Gurgel/Secom

As inscrições devem ser feitas presencialmente na Casa do Empreendedorismo, localizada na Rua João Donato, nº 125, bairro Ipase. O atendimento é realizado das 9h às 14h.

Para efetuar o credenciamento, os interessados devem apresentar documento de identidade, RG, CPF e comprovante de endereço, e cadastro individual na Secretaria de Turismo e Empreendedorismo.

Além da documentação básica, os artesãos precisam entregar três fotos dos produtos que pretendem comercializar durante o evento. Já os ambulantes devem apresentar uma foto do equipamento de trabalho utilizado nas atividades com a estrutura máxima permitida de 2×2 metros fixos. Para brinquedos a altura máxima é de até 8 metros

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De acordo com o secretário de Turismo e Empreendedorismo, Marcelo Messias, a Feira de Economia Solidária busca oferecer espaço para que empreendedores divulguem seus produtos e serviços ao público. “Todos os anos, o governo do Estado, por meio da Sete, contribui para o fortalecimento dos pequenos negócios locais, com o lançamento de credenciamentos como este. É uma oportunidade de geração de renda para muitas famílias acreanas”, destaca.

Fonte: Governo AC

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Sepi reúne instituições para fortalecer plano de contingência voltado aos povos indígenas

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Com ênfase nas ações preventivas e emergenciais voltadas às populações originárias do Acre, o governo do Estado, por meio da Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas (Sepi), reuniu, na última sexta-feira, 29, representantes de órgãos estaduais e instituições parceiras para debater o plano de contingência elaborado pela pasta.

Realizado de forma presencial e virtual, o encontro ampliou a participação dos órgãos envolvidos na definição de estratégias integradas. O plano em questão orienta ações antecipadas para reduzir riscos e fortalecer a proteção dos povos indígenas diante de possíveis emergências.

Instituições alinham estratégias para enfrentar eventos climáticos extremos em territórios indígenas. Foto: Danna Anute/Sepi

Diante dos alertas para um novo período de eventos climáticos extremos, as instituições intensificaram o planejamento conjunto, com atenção especial aos territórios indígenas. A titular da Sepi, Francisca Arara, destacou que o Estado tem se preparado de forma antecipada para enfrentar cenários recorrentes. “Já vínhamos nos preparando para situações como a seca, as enchentes e os problemas respiratórios provocados pela fumaça, que têm se repetido nos últimos anos. Por isso, a pedido da governadora Mailza, cada instituição iniciou a elaboração de ações dentro do eixo de eventos climáticos, coordenado pelo Gabinete de Crise, que reúne diversos órgãos, para antecipar respostas e fortalecer a capacidade de atuação do Estado”, afirmou.

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Plano de contingência incorpora análises sobre os impactos do El Niño e os riscos climáticos no Acre. Foto: Danna Anute/Sepi

“Nesse processo, a Sema apresentou um panorama sobre a chegada do El Niño e os impactos que o fenômeno pode causar, enquanto a Defesa Civil detalhou a situação local, considerada delicada. No caso da Sepi, elaboramos um plano específico, voltado à nossa atuação nos territórios indígenas e à coordenação do Grupo de Trabalho de Eventos Extremos”, concluiu.

A seca tem provocado reflexos na produção de alimentos e na manutenção de práticas culturais dos povos indígenas, ampliando a necessidade de ações voltadas aos territórios.

Para Dinah Borges, consultora de Agricultura Familiar do Programa REM Acre, da Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan), a estiagem compromete a produção de alimentos, dificulta o acesso a programas como o PNAE e o PAA e afeta o modo de vida das comunidades. Por isso, ações como a construção de poços artesianos no Purus e de cacimbas no Alto Acre são fundamentais para garantir o acesso à água e fortalecer a produção nas aldeias.

Cooperação institucional

A cooperação institucional prevista neste Plano está alinhada ao Decreto nº 11.504, de 25 de junho de 2024, que instituiu o Gabinete de Crise para monitorar e coordenar ações diante da redução das chuvas, da diminuição dos cursos hídricos e do risco de incêndios florestais. Nesse contexto, as medidas serão executadas de forma integrada por órgãos do governo estadual e instituições parceiras.

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Participam da iniciativa a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPD), as secretarias de Estado de Governo (Segov), Casa Civil (Secc), Meio Ambiente (Sema), Comunicação (Secom), Planejamento (Seplan), Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), Obras Públicas (Seop), Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), Educação, Cultura e Esportes (SEE), Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais (IMC), além de Imac, Iteracre, Idaf, Funtac, Deracre, Saneacre, Sesacre, Seagri, PGE, CGE, Corpo de Bombeiros Militar e Polícia Militar.

Também colaboram a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), a Comissão Pró-Indígenas do Acre (CPI/AC), a Associação do Movimento dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Acre (AMAAIAC) e o Programa REM Acre.

Fonte: Governo AC

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