O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, realizou, nesta sexta-feira (26), uma visita técnica à Creche Francisca Leite Ferreira e à Escola Municipal de Educação Infantil em Tempo Integral Ana Turan, localizadas no bairro Cidade Nova. A agenda teve como objetivo acompanhar o andamento das obras de reforma e ampliação realizadas nas duas unidades de ensino.
Durante a vistoria, o gestor municipal verificou os serviços executados e conversou com diretores, servidores e integrantes das equipes responsáveis pelas intervenções. As melhorias fazem parte das ações da Prefeitura de Rio Branco destinadas à reestruturação da rede municipal de ensino e à adequação dos prédios escolares às normas de segurança, acessibilidade e funcionamento.
Na Creche Francisca Leite Ferreira, as obras incluem ampliação de espaços e construção de novas salas. Já na Escola Ana Turan, a reforma contempla melhorias na estrutura para o atendimento da educação infantil em tempo integral. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
Na Creche Francisca Leite Ferreira, os serviços incluem a ampliação dos espaços, com a construção de novas salas, além de adequações na estrutura da unidade. Já na Escola Ana Turan, a reforma contempla melhorias necessárias ao funcionamento da educação infantil em tempo integral.
O chefe do Executivo municipal destacou que os investimentos na educação não estão restritos à aquisição de materiais e à formação dos profissionais, mas também envolvem a criação de ambientes seguros e adequados para servidores, estudantes e familiares.
“Estamos realizando reformas e ampliações na Creche Francisca Leite Ferreira e na Escola Ana Turan, garantindo adequações para oferecer mais segurança, acessibilidade e melhores condições à comunidade escolar”, afirmou Alysson. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
“Estamos realizando duas grandes reformas, ampliando uma sala na Francisca Leite e promovendo as adequações necessárias na Escola Ana Turan. O objetivo é garantir que essas unidades estejam de acordo com a legislação e ofereçam segurança, acessibilidade e todas as condições de que a comunidade escolar precisa”, afirmou o gestor.
A Escola Ana Turan atende atualmente 150 crianças com idades entre 4 e 5 anos. Os alunos permanecem na unidade das 7h às 16h, onde recebem alimentação, acompanhamento pedagógico e atividades conduzidas por profissionais qualificados.
A Escola Ana Turan atende 150 crianças de 4 a 5 anos em período integral, oferecendo alimentação, acompanhamento pedagógico e atividades com profissionais qualificados. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
A diretora da unidade, Raquel Monteiro, celebrou os avanços alcançados e ressaltou a importância da transformação da escola para o regime de tempo integral.
“Estamos muito felizes e agradecidos por essa solicitação ter sido atendida. Hoje, recebemos 150 crianças de 4 e 5 anos, que entram às 7h e permanecem até as 16h, com alimentação e uma educação de qualidade. Contamos com profissionais qualificados e uma equipe muito comprometida. A reforma representa a realização de um sonho para toda a nossa comunidade escolar”, declarou Raquel.
“Essa reforma é a realização de um sonho para nossa comunidade escolar. Atendemos 150 crianças em período integral, com alimentação, educação de qualidade e uma equipe comprometida”, declarou Raquel. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
Além da melhoria da estrutura física, a administração municipal também tem investido na qualificação permanente dos servidores da educação. No momento da visita, profissionais da Escola Ana Turan participavam de mais uma atividade de formação.
Segundo o prefeito, as intervenções realizadas na Cidade Nova deverão servir de referência para novas ações de recuperação e modernização das unidades escolares da capital. “Queremos ampliar esse trabalho para diversas escolas de Rio Branco, sempre em parceria com os servidores e colaboradores. A educação de qualidade transforma o município e contribui para a construção de um futuro melhor para as nossas crianças”, concluiu o prefeito.
A Prefeitura de Rio Branco avança na construção do Plano Local de Ação Climática, instrumento que deverá orientar políticas públicas e ações voltadas à adaptação do município às mudanças climáticas e à redução de seus impactos. Nesta etapa, representantes do poder público, sociedade civil, universidades, setor privado e instituições parceiras participaram de uma oficina para identificar desafios, vulnerabilidades e prioridades para a cidade.
Durante dois dias de atividades, os participantes se reuniram no Tribunal de Contas para discutir medidas consideradas necessárias e viáveis para a realidade de Rio Branco. As propostas construídas durante a oficina foram apresentadas nesta etapa aos gestores municipais, que avaliam as prioridades e podem validar, ajustar ou redirecionar as ações.
“Esse é um momento de validação com os gestores de tudo aquilo que foi priorizado”, disse Flaviane. (Foto: Val Fernandes/Secom)
A secretária municipal de Meio Ambiente, Flaviane Agustini Stedille, explicou que o encontro representa uma etapa importante, mas ainda não corresponde à versão final do documento.
“Esse é um momento de validação com os gestores de tudo aquilo que foi priorizado. É a hora do gestor priorizar, sinalizar ou mudar o caminho, mudar a rota.”
Segundo a secretária, o processo de elaboração do plano ainda contará com outras etapas, incluindo o diálogo direto com a população.
“Tudo que for construído aqui também não vai ser o documento final que vai ser apresentado para a sociedade. A gente está vencendo uma primeira etapa, mas existem outras etapas ainda a serem vencidas que envolvem inclusive realizações de audiências públicas, diálogo mais próximo com a nossa sociedade aqui no município de Rio Branco.”
Rio Branco integra redes de cooperação internacional voltadas ao enfrentamento das mudanças climáticas, entre elas o Pacto Global de Prefeitos e Prefeitas pelo Clima e Energia. A participação da capital acreana no programa Mutirão Brasil contribui para o desenvolvimento do Plano Local de Ação Climática.
“É uma oficina participativa para entender quais são as dores da cidade, quais são as oportunidades também, os desafios de Rio Branco em questão climática”, destacou Belém Gimenez (Foto: Val Fernandes/Secom)
Representante do Mutirão, Belém Gimenez destacou que o plano funcionará como um documento orientador para as políticas públicas ambientais e climáticas do município.
“O que a gente está fazendo aqui, nesses dois dias, em Rio Branco, é uma oficina participativa para entender quais são as dores da cidade, quais são as oportunidades também, os desafios de Rio Branco em questão climática.”
A construção do plano envolve diferentes áreas da administração pública porque, segundo Belém, as questões relacionadas ao clima ultrapassam a atuação de uma única secretaria. Saúde, educação, finanças, inovação, meio ambiente e outras áreas precisam atuar de forma integrada.
A oficina também contou com a participação de representantes de universidades, organizações da sociedade civil, organizações não governamentais e do Conselho Municipal de Meio Ambiente (COIMANQ).
Durante os trabalhos, foram analisados aspectos relacionados às vulnerabilidades climáticas e às emissões do município, buscando construir um diagnóstico que permita definir estratégias adequadas à realidade local.
“A gente mergulhou bastante no perfil de Rio Branco, foi muito útil para a gente elaborar esse plano”, afirmou Belém.
“A adaptação deve ser uma das principais diretrizes das políticas públicas diante dos novos cenários climáticos”, explicou Falcão.(Foto: Val Fernandes/Secom)
A Defesa Civil Municipal também participa do processo de construção das estratégias de enfrentamento às mudanças climáticas.
Para o coordenador municipal da Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão, a adaptação deve ser uma das principais diretrizes das políticas públicas diante dos novos cenários climáticos.
“Nós não podemos fazer uma modificação radical no clima e é por isso que todos nós precisamos nos adaptar a esses novos tempos, trazendo melhorias, trazendo políticas públicas, trabalhando com a Prefeitura de Rio Branco, trabalhando com todos os órgãos interligados.”
O coordenador ressaltou ainda a importância da integração entre os diferentes níveis de governo para reduzir os impactos provocados por eventos climáticos.
“É necessário a adaptação, por isso o encontro é essencial para todos nós.”
A construção participativa do Plano Local de Ação Climática representa, portanto, mais um passo no planejamento de Rio Branco para os próximos anos, buscando integrar políticas públicas, conhecimento técnico e participação social na definição de medidas capazes de aumentar a capacidade do município de prevenir, enfrentar e se adaptar aos impactos das mudanças climáticas.
As propostas discutidas nesta etapa ainda passarão por novas fases de avaliação e participação da sociedade antes da consolidação do documento final.
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