POLÍTICA NACIONAL
Projeto restabelece validade de acordos coletivos até nova negociação
POLÍTICA NACIONAL
O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça.
A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados.
O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado.
Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17).
A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos.
O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes.
Fragilidade
Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma.
Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica.
Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Natalia Doederlein
Fonte: Câmara dos Deputados
POLÍTICA NACIONAL
Comissão aprova incentivo ao aleitamento materno em creches
A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que pretende assegurar condições para a continuidade da amamentação de crianças de até 3 anos matriculadas em creches.
O texto aprovado altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para prever que as creches permitam o livre acesso de mães para amamentar e possuam equipamentos adequados para armazenar o leite ordenhado com segurança e higiene.
A medida está prevista no Projeto de Lei 5105/25, da deputada Talíria Petrone (Psol-RJ). Segundo ela, a ideia é buscar a saúde e o bem-estar infantil seguindo recomendações da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Ministério da Saúde.
A relatora, deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS), afirmou que a iniciativa cria instrumentos de suporte efetivo às mães e aos seus filhos durante o dia escolar.
Próximas etapas
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub
Fonte: Câmara dos Deputados
-
SEM CATEGORIA6 dias atrásPrefeitura de Rio Branco busca apoio federal para fortalecer a segurança hídrica da capital
-
AGRONEGÓCIO7 dias atrásEstado responde por 57,5% das exportações brasileiras de milho na safra 2024/25
-
SEM CATEGORIA2 dias atrásPrefeitura realiza visita técnica e amplia ações de limpeza e infraestrutura no bairro Jorge Lavocat
-
AGRONEGÓCIO7 dias atrásGoverno prepara MP para renegociar R$ 100 bi em dívidas rurais com juros a partir de 5% aa
-
AGRONEGÓCIO7 dias atrásExportações somam R$ 7,27 bilhões em junho e atingem segundo maior valor da série
-
FAMOSOS7 dias atrásFernanda Paes Leme revela mal estar após tomar remédio para emagrecer: ‘Hospital’
-
FAMOSOS7 dias atrásGiulia Costa viaja com Otaviano Costa para a Suíça e celebra: ‘Suíça, já te amamos’
-
POLÍTICA NACIONAL3 dias atrásImpacto fiscal da pirataria é tema de audiência nesta terça