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Ação da Polícia Civil mobiliza jovens e fortalece combate à violência sexual

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O pátio do Colégio Adventista, foi lugar para um diálogo vital na última quinta-feira, 9. Em uma iniciativa estratégica da Polícia Civil do Acre (PCAC), a equipe da Delegacia de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítima (Decav) mobilizou mais de 300 alunos do ensino fundamental 2  e ensino médio para quebrar o tabu sobre um tema urgente: “violência sexual”.

Mais de 300 crianças e adolescentes receberam informações essenciais para reconhecer e denunciar a violência. Foto: cedida

A ação, que ocupou os turnos da manhã e da tarde, não foi apenas uma palestra formal, mas uma rede de proteção estendida dentro da sala de aula.

O evento contou com uma abordagem multidisciplinar. Enquanto um oficial investigador desmistificou o papel da polícia, posicionando-a como uma aliada acessível e não apenas uma figura de autoridade, uma psicóloga da instituição orientou os jovens sobre o reconhecimento de “toques desconfortáveis” e limites corporais, o clima era de acolhimento.

Equipe multidisciplinar da PCAC segue firme no compromisso de cuidar do futuro do Acre. Fotos: cedida

A Delegada Titular da Decav, Carla Fabíola Coutinho, destacou que a educação é a ferramenta mais eficaz para interromper ciclos de abuso que, muitas vezes, ocorrem no silêncio do ambiente doméstico.

“Nosso objetivo aqui é dar voz a quem o agressor tenta calar. Precisamos que cada criança e adolescente entenda que o corpo deles é um território sagrado e que ninguém tem o direito de invadi-lo”, afirmou a delegada Carla Fabíola. “Quando trazemos a Decav para dentro da escola, estamos dizendo a esses alunos que eles não estão sozinhos. Informação é proteção; uma criança que conhece seus direitos é uma criança muito mais difícil de ser vitimizada”.

PCAC segue firme no compromisso com a proteção da infância, promovendo palestras educativas e fortalecendo a rede de apoio às vítimas. Foto: cedida

Para os educadores, a presença da Polícia Civil reforça o papel da escola como o primeiro filtro de segurança após o portão de casa. A dinâmica permitiu que os alunos do ensino fundamental 2 compreendessem a diferença entre segredos bons (surpresas de aniversário) e segredos ruins (aqueles que causam medo ou dor), enquanto os adolescentes do ensino médio debateram sobre o consentimento e os perigos do ambiente digital.

A PCAC reitera que a proteção de nossas crianças é um dever coletivo. Além do atendimento presencial na Decav, denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque 181 ou o Disque 100, garantindo sigilo e proteção, além do Disque 100: Direitos Humanos, 190 da Polícia Militar.

Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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