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Acre fortalece políticas de Educação de Jovens e Adultos em encontro regional na Região Norte

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Mais um momento para contribuir com a educação do Acre. Desta vez, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), participa do Encontro Regional de Educação de Jovens e Adultos – 4º Ereja Norte 2025, realizado na capital do estado vizinho, Porto Velho (RO).

O encontro é um espaço estratégico para o fortalecimento da Educação de Jovens e Adultos na região, reunindo diversos atores sociais envolvidos na construção de políticas públicas educacionais. A discussão é necessária no combate às desigualdades, especialmente entre pessoas vulnerabilizadas, como pessoas negras, em situação de rua, migrantes, pessoas com deficiência e outros grupos contemplados pela pasta.

Representantes acreanos discutem experiências para melhorar educação no Acre. Foto: Cedida.

Realizado nos dias 13 e 14, o evento busca discutir, propor e avançar nas políticas de alfabetização e escolarização de jovens e adultos que não tiveram acesso à educação na idade adequada. Os participantes vivenciam trocas de experiências, debates de propostas e mobilização regional em prol de uma educação pública, democrática e inclusiva.

A representante da SEASDH, Maria da Luz França, destaca que o evento é importante para debater questões como documentação, inserção de pessoas idosas, acesso à educação por pessoas com deficiência, além da migração e da educação nas fronteiras.

“Tem a ver também, por exemplo, com as vítimas de trabalho escravo; a maioria das pessoas que são resgatadas são analfabetas, e aí, às vezes, a falta de uma boa incidência da educação faz com que essas pessoas retornem, sejam resgatadas novamente em situação de trabalho escravo.”

Representante estadual destaca a importância da dos direitos humanos na pauta da educação. Foto: cedida

Maria da Luz frisa ainda que, se não houver investimento em educação, logicamente haverá mais pessoas em situação de trabalho escravo, exploração sexual e enfrentando recortes raciais que muitas vezes se manifestam dentro dos próprios espaços de educação.

“Tem a ver com o sistema prisional também: educação no sistema prisional, educação indígena para populações indígenas, e ainda perpassa não só pelas políticas de direitos humanos, mas também pelas políticas de segurança alimentar, que exigem diálogo com as regionalidades e a preservação das tradições, como no caso das populações indígenas.”

Os participantes são representantes dos Fóruns de EJA dos estados da Região Norte, além de convidados das instituições que integram o Fórum Estadual de Educação de Jovens e Adultos (Freja) em Rondônia, fortalecendo o diálogo regional e o intercâmbio de experiências entre diferentes territórios.

Participam também: Marcelo Menezes Jucá, professor da EJA; Maria de Fátima Miranda de Lima e Denise dos Santos, do CEE/AC (Conselho Estadual de Educação do Acre); Profª Ana Luce Galvão Moreira da Cruz e o suplente Profº José Claudionor Gomes Cordeiro, da Undine (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação); Jessé Dantas de Souza, Isabel Paixão de Souza Albuquerque, Manoel de Jesus de Souza Costa, da SEE (Secretaria de Estado de Educação); e Aldemar dos Santos Maciel.

Eixos de debate

  • Eixo Temático 1: Estratégias prioritárias para o alcance e execução do Pacto pela EJA. Foco: implementação, articulação federativa, monitoramento e acompanhamento das ações do Pacto.

  • Eixo Temático 2: Estratégias prioritárias para o alcance e execução do PNE: consolidando a política de Estado. Foco: metas da EJA no Plano Nacional de Educação, avaliação de avanços e desafios.

  • Eixo Temático 3: Diretrizes Nacionais da EJA. Foco: análise da proposta, implicações para os sistemas de ensino e desafios regionais.

  • Eixo Temático 4: EJA e Educação Profissional e Tecnológica (EJA–EPT). Foco: currículo integrado, experiências existentes, expansão e inovação.

  • Eixo Temático 5: Diversidade e Inclusão na EJA. Foco: estratégias para incluir pessoas excluídas dos diferentes espaços da sociedade, como vítimas de violência, LGBTQIA+, negros, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, povos das águas e florestas, itinerantes, populações do campo, pessoas com deficiência e privadas de liberdade.

Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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