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Acre implementa lei para capacitar profissionais de segurança pública em escuta especializada de crianças e adolescentes

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O estado do Acre deu um passo importante na proteção de crianças e adolescentes vítimas de violência com a implementação da Lei n° 4.647, publicada no Diário Oficial nesta quarta-feira, 1°. A norma dispõe sobre o treinamento de profissionais de segurança pública para estabelecer a escuta especializada em depoimentos de jovens vítimas.

Acre implementa lei para capacitar profissionais da segurança pública em escuta especializada de crianças e adolescentes. Foto: Ascom Polícia Civil

O secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, enfatizou que a capacitação dos profissionais é fundamental para aprimorar o atendimento a esses jovens.

Secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, enfatizou que os treinamentos aumentarão a quantidade de profissionais capacitados para esse atendimento especializado. Foto: Dhárcules Pinheiro/ Ascom Sejusp

“A Lei Estadual 4.647 de 2025 é de extrema importância. Com esses treinamentos, aumentaremos a quantidade de profissionais capacitados para atender crianças e adolescentes vítimas de violência. Atualmente, já realizamos esse atendimento em Rio Branco, com o suporte de psicólogas e assistentes sociais, e alguns municípios já contam com salas adequadas para acolher vítimas de violência doméstica e abuso sexual. Esta lei ampliará significativamente o número de servidores aptos a conduzir escutas e depoimentos, o que é crucial para o nosso estado”, explicou.

Com os treinamentos, os profissionais serão capacitados para atender crianças e adolescentes vítimas de violência. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp

O Acre já conta com iniciativas como as salas de acolhimento em algumas localidades e o trabalho realizado por psicólogos e assistentes sociais. A nova lei permitirá uma ampliação significativa na formação de profissionais qualificados. A delegada titular das delegacias Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) e de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítima (Decav), Carla Fabíola Costa, ressaltou a importância de um atendimento humanizado, capaz de reduzir a reiteração de casos e garantir que as vítimas sejam acolhidas de maneira adequada.

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“A qualificação proporcionada pela lei irá reduzir o número de reiteração de casos envolvendo crianças e adolescentes, garantindo que eles sejam melhor acolhidos e recebam um atendimento mais humanizado. Isso, com certeza, melhorará a qualidade dos serviços prestados”, disse.

Delega Carla Fabíola Costa ressalta a importância de um atendimento humanizado. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp

A implementação da regra no Acre surge em um contexto de crescente comprometimento no fortalecimento, proteção e acolhimento de crianças e adolescentes, promovendo um ambiente mais seguro e acolhedor para as vítimas de violência.

A comandante-geral da Polícia Militar, Marta Renata Freitas, complementou que a legislação trará um avanço nas metodologias de atendimento, permitindo uma identificação mais precisa das necessidades das crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

A Lei n° 4.647, de acordo com a comandante, não apenas representa um marco legal, mas também um compromisso coletivo com a construção de um sistema de proteção mais eficiente e sensível às realidades enfrentadas por esses jovens no Acre.

Comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marta Renata Freitas. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp

“De maneira autodidata, já vínhamos trabalhando com questões de acolhimento de crianças vítimas de violência. Agora, com a promulgação da lei que garante um treinamento específico para esse tema, conseguiremos avançar significativamente. Teremos um trabalho mais direcionado e um atendimento realmente voltado para as necessidades de cada criança, utilizando metodologias adequadas para prestar esse serviço à comunidade escolar”, disse.

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Fonte: Governo AC

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Corrida solidária marca início das comemorações pelos 49 anos da Procuradoria-Geral do Estado

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A Procuradoria-Geral do Estado do Acre (PGE/AC), em parceria com a Associação Longão Elite, realizou, neste domingo, 26, a 3ª edição da sua corrida institucional, consolidando uma iniciativa que une promoção à saúde, integração e solidariedade.

Mil pessoas participaram da 3ª edição da corrida. Foto: Thennyson Passos/PGE

O evento marca a abertura oficial da programação comemorativa pelos 49 anos de instalação da PGE e pelo Dia do Procurador do Estado, celebrado no dia 29 de abril.

A corrida reafirma o compromisso da instituição com ações que vão além do âmbito jurídico, incentivando a qualidade de vida e o engajamento social.

“Essa é a terceira edição da corrida que cresce a cada ano. Desde que assumi como procuradora-geral tenho investido em qualidade de vida, criamos uma Divisão para estimular nossos servidores a buscar saúde por meio da prática de atividade física e outros hábitos saudáveis. Essa corrida também tem fins solidários. Foram 3 toneladas de alimentos arrecadados”, destaca a procuradora-geral do Estado, Janete Melo.

Procuradora-geral do Estado Janete Melo. Foto: Ravenna Nogueira/PGE

A corrida, com percursos de 5 km, 10 km, 15 km e 21 km, contou com a participação de mil inscritos, sendo servidores, colaboradores e comunidade em geral.

É a primeira corrida da servidora Andreia Nogueira. Foto: Ravenna Nogueira/PGE

A servidora Andreia Regina Nogueira, que está em processo de emagrecimento, participou pela primeira vez da corrida. “Foi um ano de superação para mim e a corrida da PGE é a oportunidade que meu trabalho me deu de alcançar patamares ainda mais elevados em minha busca por saúde e mudança de vida”.

Vicente Nepomucena corre há cerca de 10 anos. “Eu acho que estou vivo graças a atividade física.  Meu filho começou com esse movimento da corrida e me trouxe”.

Vicente Nepomucena corre há cerca de 10 anos. Foto: Ravenna Nogueira/PGE

Para garantir a participação, os inscritos contribuíram com a doação de alimentos não perecíveis, que serão destinados a famílias em situação de vulnerabilidade, fortalecendo o caráter solidário da iniciativa e ampliando seu impacto social.

Administradora do Longão, Francines Maria Nobre. Foto: Ravenna Nogueira/PGE

A administradora do Longão, Francines Maria Nobre, conta que, há 7 anos, o grupo surgiu para ajudar uma amiga que iria participar de uma maratona e se estabeleceu.

“A nossa primeira corrida tinha 20 pessoas. E depois fomos fazendo as corridas uma vez por mês e daí em diante surgiu a ideia da arrecadação de alimentos para as pessoas mais necessitadas. Esse grupo foi crescendo. Hoje é um sucesso. Temos muitos testemunhos de pessoas que saíram do sedentarismo, adotaram um estilo de vida saudável e ficaram curadas de doenças”.

Fonte: Governo AC

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