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Caminhada marca encerramento da programação alusiva ao Dia Mundial da Água
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Com colaboração de Evander Freitas
Como destaque da programação da Semana da Água, o governo do Acre, em parceria com a Prefeitura de Rio Branco, o Serviço Social da Indústria (Sesi), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) realizou, nesta sexta-feira, 27, a Caminhada pelas Águas, na capital acreana.
O evento, organizado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), reuniu estudantes, professores, servidores públicos e a população em geral em um grande ato de mobilização social no centro de Rio Branco.

A concentração se deu em frente ao Palácio Rio Branco, de onde os participantes seguiram pela Avenida Getúlio Vargas até o Museu dos Povos Acreanos, retornando pela Avenida Benjamin Constant. Ao longo do trajeto, a mobilização chamou a atenção da população para a importância da preservação da água e do meio ambiente.
A secretária adjunta da Sema, Renata Souza, destacou a ação do governo no fortalecimento da sustentabilidade em políticas estaduais, com foco na gestão dos recursos hídricos, como é o caso do Programa de Resiliência Socioambiental nas Áreas de Proteção Ambiental (APAs) do Igarapé São Francisco e Lago do Amapá.

“As ações integram um conjunto de políticas públicas voltadas à gestão dos recursos hídricos e ao fortalecimento da sustentabilidade no estado, como o Projeto de Resiliência Socioambiental, que conta com investimento de cerca de R$ 15 milhões para a realização de estudos e ações voltadas à proteção e recuperação de nascentes”, ressaltou.
O projeto é fruto da parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU), por meio do Fundo Brasil ONU, com o Consórcio da Amazônia Legal (CAL) e executado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) com doação do governo do Canadá.

Durante o percurso, os participantes levaram mensagens, cartazes e orientações ambientais, reforçando a necessidade de adoção de práticas sustentáveis no cotidiano e o uso consciente dos recursos hídricos.
A atividade marcou o encerramento da Semana da Água, que contou com um ciclo de palestras realizado ao longo da semana, com o tema “Onde a água flui, a igualdade cresce – Amazônia por elas”. A iniciativa buscou promover reflexões sobre os desafios relacionados ao acesso equitativo à água.

A programação também evidenciou a importância de garantir esse acesso de forma justa, ao mesmo tempo em que reforçou a urgência do uso sustentável dos recursos naturais. No contexto amazônico, a ação ganha ainda mais relevância, uma vez que a abundância hídrica da região convive com desafios ligados à gestão, à conservação e à qualidade desse recurso essencial.
Para a professora Luciana Cristina Oliveira, as ações desenvolvidas no ambiente escolar são essenciais para a formação de cidadãos mais conscientes.

“É de fundamental importância trabalhar a educação ambiental com crianças e jovens, porque a água é um bem essencial para todos nós. Se não houver cuidado e conscientização, corremos o risco de comprometer a qualidade da água no futuro. Por isso, iniciativas como essa ajudam a despertar a responsabilidade desde cedo”, destacou.
Para o estudante Christopher Guimarães, as ações foram fundamentais para ampliar a conscientização nas escolas. “Eu achei a palestra e a caminhada muito boas, incríveis mesmo, porque ajudam os estudantes a entender a importância da água e para que ela serve. Além disso, os discursos incentivam as pessoas a não desperdiçarem e a usarem a água da forma correta”.

A iniciativa é fruto de uma ampla articulação institucional, envolvendo a Sema e as secretarias de Estado de Saúde (Sesacre), de Educação e Cultura (SEE), de Planejamento (Seplan), dos Povos Indígenas (Sepi) e de Empreendedorismo e Turismo (Sete), além dos institutos de Meio Ambiente do Acre (Imac), de Mudanças Climáticas e de Regulação de Serviços Ambientais (IMC), bem como a Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado do Acre (Ageac), a Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), o Corpo de Bombeiros Militar do Acre e o Serviço de Água e Esgoto do Acre (Saneacre).
Outras instituições parceiras são o Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb), o Serviço Social da Indústria (Sesi), a Secretaria Municipal de Educação (Seme), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia)
ACRE
Mesmo com mais de 80% de cobertura nas primeiras doses, Sesacre reforça alerta para vacinação de reforço contra a covid-19 no Acre
O Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado no último dia 16, aponta que o Acre permanece em situação de risco para aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), incluindo infecções por covid-19. Diante desse cenário, a coordenação estadual do Programa Nacional de Imunizações (PNI) reforça o alerta sobre a importância da vacinação, especialmente das doses de reforço.
População deve ficar alerta para doses de reforço contra a covid. Foto: cedidaA coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) no Acre, Renata Quiles, explica que a cobertura vacinal contra a covid-19 no estado é calculada a partir do total da população vacinada desde o início da campanha, e não por ano específico. Segundo ela, considerando esse recorte, 89% da população geral receberam a primeira e a segunda dose.
No entanto, Renata destaca que a situação é bem diferente quando se analisam as doses de reforço nos grupos prioritários: crianças, idosos e gestantes. “As coberturas são muito baixas. Os idosos deveriam receber dois reforços por ano, as gestantes precisam de uma dose a cada gestação e as crianças devem completar o esquema básico de três doses”, afirma.
O Ministério da Saúde informou, no último dia 22, o envio de 5 mil doses da vacina contra a covid-19 ao Acre. “O Estado recebe doses todos os meses. Hoje, o volume é menor porque a procura diminuiu, mas ainda é suficiente para atender à demanda”, explicou.
Ela acrescenta que os municípios seguem realizando ações de rotina e, em alguns casos, promovem intensificações da vacinação e alertam para a importância de manter o esquema vacinal atualizado, especialmente diante da circulação contínua do vírus. “O Brasil ainda registra mortes por covid-19. É um vírus respiratório com alta capacidade de mutação, o que exige atualização constante dos reforços. A proteção cai com o tempo, e a vacina é ajustada para acompanhar as variantes”, ressalta.
Renata demonstra preocupação especial com a baixa adesão entre as crianças. “É o público que mais nos preocupa hoje. A covid-19 continua fazendo vítimas, principalmente entre os extremos de idade, como idosos e crianças. Por isso, é fundamental manter a vacinação em dia”.
Ministério da Saúde informou, no último dia 22, o envio de 5 mil doses da vacina contra a covid-19 ao Acre. Foto: cedidaQuem deve se vacinar?
- O esquema de vacinação contra a covid-19 no Brasil segue diretrizes atualizadas, estruturadas conforme faixa etária e condições de saúde, com foco na proteção dos grupos mais vulneráveis:
- Idosos (a partir de 60 anos): duas doses, com intervalo de 6 meses entre elas;
- Gestantes: uma dose a cada gestação, em qualquer idade e fase gestacional, respeitando intervalo mínimo de 6 meses desde a última dose;
- Crianças (6 meses a menores de 5 anos): esquema básico de duas ou três doses, conforme o imunizante;
- Pessoas imunocomprometidas (a partir de 6 meses de idade): esquema básico com três doses e recomendação de doses periódicas (uma dose semestral, com intervalo mínimo de seis meses);
- População geral (5 a 59 anos): uma dose para pessoas não vacinadas anteriormente.
- A estratégia de vacinação também contempla outros grupos especiais, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, povos indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas, população privada de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios.
- A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e manter a proteção em dia.
Cenário epidemiológico
A covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo SARS-CoV-2, com potencial de agravamento, especialmente em grupos de maior risco, podendo evoluir para óbito. Em 2026, até 11 de abril, foram registrados 62.586 casos de síndrome gripal (SG) por covid-19. Também foram notificados 30.871 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), sendo 4,7% relacionados à covid-19 (1.456 casos), com 188 óbitos por SRAG associados à covid-19.
Diante desse cenário, a vacinação continua sendo a principal forma de proteção. As vacinas oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são seguras e eficazes para prevenir casos graves, hospitalizações e óbitos. Por isso, é fundamental manter o esquema vacinal atualizado, especialmente entre os grupos mais vulneráveis.
Fonte: Governo AC
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Foto: Samuel Moura/Sema
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Foto: João Loureiro/Sema
Foto: João Loureiro/Sema
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Municípios seguem realizando ações de rotina e, em alguns casos, promovem intensificações da vacinação e alertam para a importância de manter o esquema vacinal atualizado. Foto: cedida