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Educação do Acre sedia a 4ª formação do programa Criança Protegida
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A Defensoria Pública do Estado, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), realizou nesta sexta-feira, 22, no auditório da SEE, em Rio Branco, a 4ª edição da formação do programa Criança Protegida, iniciativa que tem como objetivo capacitar profissionais da educação para fortalecer a rede de proteção de crianças e adolescentes no ambiente escolar.

A abertura do encontro contou com a presença da defensora pública-geral, Juliana Marques, que destacou a importância da união de esforços em defesa da infância.
“É com imensa alegria e senso de responsabilidade que a Defensoria participa desta formação. Proteger nossas crianças significa não apenas cumprir um dever constitucional, mas também investir na construção de uma sociedade mais justa, humana e igualitária”, afirmou.
O secretário adjunto de Administração da SEE, Reginaldo Luís Prates, ressaltou que a parceria, já consolidada ao longo dos anos, tem como propósito levar paz e segurança ao ambiente escolar.

“Esse projeto é extremamente importante, pois orienta gestores e educadores a lidarem com situações de violência, garantindo o correto encaminhamento por meio da Ficha de Notificação Compulsória de Violência do Sinan [Sistema de Informação de Agravos de Notificação]”, explicou.
Durante a programação, gestores e professores da rede municipal e estadual de Rio Branco participaram de palestras e capacitações. Entre os temas abordados estiveram:
A atuação da Defensoria Pública na proteção da criança no contexto escolar, ministrada pela defensora pública Elizabeth Passos Castelo;

O papel da Corregedoria do Município de Rio Branco/AC, apresentado pelo corregedor-geral Mario Gilson Paiva Souza;
Capacitação sobre o preenchimento da Ficha de Notificação Compulsória de Violência do Sinan, conduzida por Cândida Freitas de Castro, técnica do Núcleo de Atenção à Saúde e Prevenção das Violências.
O coordenador do programa e defensor público, Celso Araújo, reforçou a prioridade absoluta da criança no combate à violência e no atendimento às situações de risco.

“Vocês, gestores e professores, estão na linha de frente. São os primeiros a identificar sinais de violência e têm o papel essencial de encaminhar esses casos aos órgãos competentes. Quando protegemos uma criança, estamos também protegendo o futuro de toda a sociedade”, destacou.
A gestora da Escola Estadual Ramona de Castro, Cristina Araújo, também ressaltou a relevância da formação para a rotina escolar.
“Essa capacitação é fundamental, porque nos orienta sobre como agir diante de situações delicadas que, infelizmente, fazem parte da realidade de muitas crianças e adolescentes. Ter o suporte da Defensoria Pública e da Secretaria de Educação nos dá mais segurança para conduzir os encaminhamentos de forma correta. Nós, gestores e professores, temos a responsabilidade de sermos agentes de proteção, e momentos como esse nos fortalecem para cumprir essa missão”, disse.

A coordenadora da Rede Humanizada de Apoio a Meninas e Meninos (Rhuamm), Regiane Machado, lembrou que o programa nasceu a partir de demandas apresentadas pela própria área da educação.
“A Defensoria é uma porta de entrada e está de braços abertos para apoiar. Como eterna professora, sinto orgulho de ver que essa parceria com os educadores fortalece nossa missão de garantir direitos e transformar vidas”, afirmou.
O programa Criança Protegida prevê a realização de seis encontros formativos voltados a gestores e profissionais da educação e já conta com o apoio de diversas instituições parceiras, como o Ministério da Justiça, a Prefeitura de Rio Branco, o Sebrae e órgãos de segurança pública.

A iniciativa é considerada referência nacional e já foi reconhecida pelo Ministério da Justiça como modelo de política pública de proteção à infância.
Fonte: Governo AC
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Expoacre Juruá transforma tecnologia e cultura em lazer inclusivo para famílias
A Expoacre Juruá, em Cruzeiro do Sul, tem se destacado não apenas como vitrine agropecuária, mas também como espaço de inovação e lazer para toda a família. A Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre (Seict) reuniu estandes voltados para crianças e jovens, com tecnologia, produtos em impressão 3D e atividades interativas que têm atraído grande público.
Espaço abrange jovens e crianças e é marcado por inclusão. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomO espaço kids é um dos pontos mais movimentados da feira, reunindo brincadeiras que vão de pintura corporal a experiências com óculos de realidade virtual. Para os pais, é uma oportunidade de lazer e entretenimento enquanto visitam a segunda maior feira agropecuária do estado.
Kethyla Shawãdawa, monitora do espaço, explica que as atividades são voltadas para o desenvolvimento de habilidades motoras e cognitivas, além de incluir tecnologia.
“Tem sido um espaço muito especial. As crianças participam de oficinas de escultura com balões, de miçangas e de materiais recicláveis, onde podem criar brinquedos. Também oferecemos brincadeiras voltadas para o desenvolvimento cognitivo e da coordenação motora, além de pintura facial. A grande novidade é a experiência com óculos de realidade virtual, que permite aos pais acompanhar o que seus filhos estão vivenciando”, disse.
Segundo ela, o espaço tem recebido grande movimento todas as noites, com muitos pais participando junto aos filhos. “Foi pensado com carinho para que as crianças tenham um ambiente acolhedor e cheio de descobertas.”
Miguel aproveita óculos de realidade virtual. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomInovação e inclusão
A dentista Jamile Feijó, mãe de Miguel Machado, de 7 anos, aprovou a iniciativa. “Estamos parando em todos os estandes para que ele possa conhecer e se divertir. Este espaço está muito interativo, ele está amando e está sendo incrível. Ainda vamos ver outros estandes”, contou.
Já Lacione Maia destacou o caráter inovador. “As brincadeiras, a forma como estão expostas e os instrutores são perfeitos, têm muito jeito com criança.”
Outro ponto de destaque é a preocupação com a inclusão. Darcinete Oliveira ressaltou que este ano há mais opções voltadas para crianças atípicas.
“Nos outros anos não víamos tantas atividades direcionadas a essa necessidade. Agora encontramos jogos e materiais inclusivos que estimulam a participação delas. Isso mostra uma preocupação maior com a diversidade e torna o evento ainda mais especial.”
Impressão 3D é um dos atrativos do estande voltado para tecnologia e inovação. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomImpressão 3D e cultura local
Os estandes de tecnologia também chamam atenção. Laurênio de Souza ficou impressionado com os personagens criados em impressão 3D.
“É como uma escultura, lembra trabalhos antigos, mas hoje está mais acessível e até possível de encomendar. É um avanço para nossas cidades, porque antes só víamos pela internet ou televisão, e agora temos a oportunidade de acompanhar ao vivo. O trabalho está muito bonito, parabéns aos organizadores.”
Rodrigo Gomes, expositor, destacou o sucesso dos chaveiros sensoriais e dos “dummys”. Além disso, sua empresa Juruá 3D tem produzido peças que valorizam a identidade local.
Empresas também apostaram em produtos que ressaltam a identidade de Cruzeiro do Sul. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom“Queremos explorar a cultura do Juruá e desenvolver peças personalizadas que representem a região. Já fizemos chaveiros com a Catedral, árvores, casas de farinha e até saquinhos de farinha e açaí. São elementos culturais que fortalecem nossa tradição e permitem que o visitante leve um presente único e representativo da cidade.”
Tiago Lucena, coordenador do Laboratório de Biologia Animal e fundador da startup Jabotec 3D, reforçou o caráter inovador.
“Este ano trouxemos a Jabotec 3D, especializada em produtos personalizados em impressão 3D. Transformamos elementos da cultura pop em objetos colecionáveis e também aplicamos a tecnologia em materiais didáticos, que tornam as salas de aula mais interativas. Já validamos resultados com aumento de até 60% nas notas dos alunos.”
Analice foi visitar a feira apenas para adquirir seus personagens preferidos. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomEncanto para jovens
Analice do Nascimento, de 11 anos, ficou encantada com os espaços voltados para colecionadores.
“Estou começando a me apaixonar por essas figuras e vim preparada para adquirir algumas peças. Ontem comprei uma Hello Kitty e hoje levei um Pikachu. São produtos que remetem à infância e despertam muito interesse.”
Ela destacou que o evento é uma oportunidade para conhecer novidades e investir em itens que antes só acompanhava à distância. “É um espaço que atrai jovens e adultos, e que valoriza esse universo cultural de forma acessível.”
Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
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