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Em parceria com Ministério da Justiça, Polícia Civil promove curso de combate à corrupção e à lavagem de dinheiro

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Ministrada no auditório da Polícia Civil do Acre, em Rio Branco, e com duração de três dias, nesta terça-feira, 19, foi realizada a abertura da Capacitação e Treinamento para Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro, promovida pela Secretaria Nacional de Justiça e órgão específicos do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio do Departamento de Recursos de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), em parceria com a Polícia Civil do Acre (PCAC).

O curso tem como objetivo promover o aperfeiçoamento profissional dos agentes públicos do Estado e demais operadores do Direito que atuam na prevenção e combate à lavagem de dinheiro e à corrupção, como também preparar a implementação do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) no Estado.

Além de delegados, agentes e escrivães, participam do curso representantes da Casa Civil, Ministério Público (MPAC), Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Tribunal de Contas (TCE-AC), Tribunal de Justiça (TJAC) e Polícia Federal (PF), entre outros órgãos.

“É uma honra estar sediando este curso, um passo importante para o sistema de Justiça e Segurança Pública. Agradecemos ao governo federal, ao Ministério da Justiça e ao ministro Flávio Dino”, afirmou José Henrique Maciel, delegado-geral da Polícia Civil do Acre.

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“É uma grande honra, para nós do DRCI, estar aqui, com uma grande participação de todas as autoridades que fazem o combate à corrupção, à lavagem de dinheiro e ao crime organizado transnacional; esta oportunidade é ímpar”, afirma coordenador-geral do DRCI e palestrante do primeiro dia, Arnaldo Silveira.

Cumprimento de meta

A ação faz parte do Programa Nacional de Capacitação e Treinamento para o Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (PNLD), que surgiu em cumprimento à meta 25 da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla) de 2004.

A finalidade é criar um plano integrado de capacitação e treinamento de agentes públicos e de orientação à sociedade, de forma a otimizar a utilização de recursos públicos e a disseminação de uma cultura de prevenção e combate à corrupção e à lavagem de dinheiro no Brasil.

Desde a criação do programa, em 2004, mais de 27 mil agentes públicos já foram capacitados, nos 26 estados da Federação e no Distrito Federal.

Curso é dirigido a agentes públicos do Estado e demais atores que atuam na prevenção e combate à lavagem de dinheiro e à corrupção. Foto: José Caminha/Secom

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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