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Fake news em larga escala no 2º turno pode causar danos irreparáveis à democracia, alertam entidades

O manifesto indica ainda que realizar eleições em meio ao intenso fluxo de desinformação “tem imposto um enorme desafio à Justiça Eleitoral.”

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A disseminação de fake news em grande escala no segundo turno está comprometendo a democracia brasileira e afeta de forma direta o direito de escolha livre e informada do eleitorado, afirma manifesto que será divulgado nesta segunda-feira (24) por 16 entidades, entre elas a Comissão Arns e o Observatório do Clima.

O documento também tem como signatários AJD (Associação Juízes para a Democracia), Conectas Direitos Humanos, ABI (Associação Brasileira de Imprensa) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre outros.

No texto, as entidades afirmam que, ao ganhar espaço na campanha eleitoral, “a desinformação dificulta o debate público acerca dos temas mais relevantes para o país e, principalmente, afeta de forma direta o direito de escolha livre e informada do eleitorado.”

O manifesto indica ainda que realizar eleições em meio ao intenso fluxo de desinformação “tem imposto um enorme desafio à Justiça Eleitoral.”

“Por outro lado, as políticas e ações das empresas responsáveis pelas plataformas digitais se mostraram lenientes com a dinâmica que alimenta e favorece a disseminação de informações comprovadamente inverídicas que afrontam a integridade do processo eleitoral brasileiro”, dizem.

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O documento cita informações falsas sobre o sistema eleitoral e contra candidaturas que têm sido veiculadas a partir de publicações orgânicas e de anúncios pagos, inclusive em dias em que a propaganda eleitoral é proibida. Além disso, menciona o caso de publicações que violam regras das plataformas e que não foram moderadas ou removidas e decisões judiciais não cumpridas por contas, perfis e plataformas.

“A disseminação de desinformação em grande escala na reta final do segundo turno afeta a normalidade e a integridade do processo eleitoral, e pode causar danos irreparáveis ao processo eleitoral e, consequentemente, à democracia brasileira”, indica o manifesto, que defende a resolução aprovada por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral na quinta-feira.

“Eventuais equívocos em sua implementação podem ser corrigidos. O que o TSE não poderia é ter se mantido omisso face à atual onda deliberada de desinformação voltada a degradar o processo democrático.”

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História, identidade e esperança: Nicolau Júnior exalta trajetória do povo acreano

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Uma solenidade tradicional, com a presença de diversas autoridades e da população acreana, marcou a celebração dos 63 anos de emancipação política do Acre, neste domingo, 15. O presidente da Assembleia Legislativa do Acre (ALEAC), deputado estadual Nicolau Júnior compareceu ao ato que foi conduzido pelo governador do Estado, Gladson Cameli, no Calçadão da Gameleira em Rio Branco, e que contou com a presença de diversas autoridades. Em seu discurso o presidente do Poder Legislativo destacou o orgulho de ser acreano.

“Antes de ser presidente da Assembleia Legislativa, eu sou um cidadão acreano, essa é a minha identidade, e assim como cada um de vocês, sonho todos os dias com um Acre mais justo, mais desenvolvido, mais humano”.

Já o governador Gladson fez questão de mencionar os avanços, lembrar dos desafios que o Estado ainda tem e mencionou algumas das grandes personalidades acreanas que ajudaram a construir a história do Acre.

“Aqui, antes da chegada dos europeus, já viviam mais de uma dezena de povos indígenas, muitos dos quais nos deixaram sua genética, conhecimento e costumes. Somos parte dessa herança ancestral”, disse.

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A solenidade homenageou acreanos que com seu trabalho, por meio de suas histórias de vida, contribuíram para o desenvolvimento do estado. Eles receberam a mais alta honraria – a Ordem da Estrela do Acre. Foram eles: o ginecologista obstetra, Labib Murad; o Padra Mássimo Lombardi; o empresário Narciso Mendes; o empresário Aldenor Araújo da Silva; o reitor da Uninorte Ricardo Leite; Osmir de Albuquerque Lima; o empresário de Cruzeiro do Sul Adauto José Batista (in memorian); e o servidor público Messias dos Santos Paiva.

FONTE: ASCOM ALEAC

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