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Embarcação com cinco pessoas afunda parcialmente em rio após casco ser atingido por tronco de árvore no AC

Tripulantes não ficaram feridos e foram resgatados por ribeirinhos. Embarcação afundou parcialmente dentro do Rio Juruá, em Cruzeiro do Sul, interior do Acre.

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Embarcação afundou parcialmente dentro do Rio Juruá — Foto: Arquivo pessal

Uma embarcação afundou parcialmente, na tarde dessa terça-feira (4), no Rio Juruá, em Cruzeiro do Sul, interior do Acre. Dentro estavam cinco tripulantUma embarcação afundou parcialmente, na tarde dessa terça-feira (4), no Rio Juruá, em Cruzeiro do Sul, interior do Acre. Dentro estavam cinco tripulantes, que foram resgatados por ribeirinhos e não chegaram a ficar feridos.es, que foram resgatados por ribeirinhos e não chegaram a ficar feridos.

Ao g1, a dona da embarcação, que preferiu não ser identificada, explicou que o acidente ocorreu porque um tronco atingiu o casco do barco devido à seca do Rio Juruá.

“O acidente aconteceu nas proximidades do Paraná dos Mouras. Ninguém ficou ferido e todos os tripulantes estão bem, os ribeirinhos ajudaram a fazer o resgate. Foi no meio do rio, mas, como está seco, não afundou totalmente.”

Ela disse ainda que ainda não calculou o prejuízo. “Não molhou os motores e conseguimos retirar o barco de dentro do rio. Não tivemos perda de mercadoria porque o barco estava descendo seco para Cruzeiro do sul”

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O comandante do Corpo de Bombeiros da cidade, tenente Josadac Cavalcante, explicou que, com a seca, é comum alguns troncos ficarem expostos.

“Com a seca é comum ficarem expostos fora da água alguns troncos e galhadas e isso potencializa o risco de acidentes, principalmente com embarcações maiores. Comumente, quando acontece algum acidente como esse, chega a estourar o casco gerando um naufrágio.”

Embarcação afundou parcialmente — Foto: Arquivo pessoal

Poluição do Rio Juruá

Com o nível do Rio Juruá baixo, o lixo despejado de forma irregular no manancial apareceu e preocupa autoridades locais. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do município, a falta de consciência da população, que joga resíduos e muito lixo dentro do manancial, é um dos motivos da sujeira que está acumulada às margens do rio.

O Rio Juruá está com 3,23 metros nesta quarta-feira (5), de acordo com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). A cota de transbordo do manancial é de 13 metros e a de alerta é 11,80 metros.

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Edvaldo Gomes, secretário adjunto de Meio Ambiente de Cruzeiro do Sul, disse que o grande acúmulo de lixo se concentra mais às margens e que o órgão tem feito um trabalho de retirada desse lixo para evitar a poluição do manancial, que tem prejudicado muitas famílias, principalmente as ribeirinhas.

“Temos aqui ao redor várias caixas de lixo que poderiam ser usadas para o descarte correto. Estamos com uma programação durante o ano para cuidar desse local. Está dentro do nosso cronograma de educação ambiental, limpeza da praia e da nossa região da beira do rio”, explicou.

Com seca, sujeira às margens do Rio Juruá é motivo de preocupação — Foto: Bruno Vinícius/Rede Amazônica Acre

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Governo do Acre providencia apoio às terras indígenas afetadas pelas cheias dos rios em Tarauacá e Vale do Juruá

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As fortes chuvas que atingem o Acre nos últimos dias provocaram o transbordamento de rios em todo o Vale do Juruá e Tarauacá, impactando diretamente comunidades ribeirinhas e diversas terras indígenas. Diante da situação, o governo do Acre mobilizou neste sábado, 25, uma força-tarefa para prestar assistência emergencial às populações afetadas, com atuação integrada da Secretaria Extraordinária de Povos Indígenas (Sepi), Defesa Civil Estadual, Secretaria de Estado de Assistência Social (SEASDH) e Corpo de Bombeiros.

Na Terra Indígena do Rio Gregório, em Tarauacá, todas as 18 aldeias dos povos Yawanawa e Noke Ko’í foram atingidas pela alagação. A cheia comprometeu roçados, criações de animais, sistemas de energia solar e o acesso à água potável. Também há registros de impactos em aldeias dos povos Shawãdawa e Apolima Arara, no Vale do Juruá.

Estado vai garantir todo o apoio necessário. Foto: cedida

Desde que tomou conhecimento da gravidade da situação, a governadora Mailza Assis determinou o envio imediato de apoio às regiões atingidas. Equipes da Defesa Civil Estadual já estão em campo, especialmente no rio Gregório, realizando levantamentos técnicos e coordenando as primeiras ações de apoio humanitário.

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“Determinamos que toda a ajuda necessária chegue às terras indígenas afetadas e ribeirinhos, com apoio humanitário e ações integradas para atender as comunidades neste momento”, afirmou.

Diante dos impactos severos da cheia nas terras indígenas, a secretária extraordinária de Povos Indígenas, Francisca Arara, intensificou o acompanhamento dos povos afetados.

“Desde o primeiro momento em que a governadora Mailza ficou sabendo da situação, ela já entrou em contato conosco para prestar todo  apoio necessário. Estamos acompanhando a situação diretamente junto às lideranças das terras indígenas, buscando informações atualizadas sobre os impactos da cheia. Já solicitamos à Defesa Civil o envio de equipes para fazer o levantamento dos danos, como perdas na produção, nos criatórios, nos sistemas de energia solar e no acesso à comunicação. É um momento de muita preocupação e de trabalho intenso, mas seguimos mobilizados para garantir o apoio necessário às comunidades afetadas”, destacou.

Centenas de famílias foram atingidas pela cheia. Foto: cedida

Além disso, a SEASDH organiza o envio de cestas básicas, itens de primeira necessidade e apoio às famílias desalojadas. O Corpo de Bombeiros Militar também participa das operações, auxiliando no resgate, transporte e suporte às comunidades isoladas.

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De acordo com órgãos de monitoramento, o volume de chuvas em abril está acima da média, com registros expressivos em cidades como Cruzeiro do Sul, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. A previsão indica continuidade das precipitações, o que mantém o alerta para novas elevações no nível dos rios, incluindo o Juruá, que pode atingir a cota de transbordamento nos próximos dias.

O governo do Acre segue em estado de atenção, reforçando o monitoramento e ampliando as ações de apoio às populações afetadas, com prioridade para as comunidades mais vulneráveis.

Fonte: Governo AC

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