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Estudantes acreanos são premiados em concurso de redação sobre violência doméstica

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A Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) sediou, nesta segunda-feira, 15, a cerimônia de premiação aos estudantes que participaram do programa “Conscientização pela Paz no Lar – Edição 2025”, realizado pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC).

Estudantes vencedores do concurso de redação recebem computadores doados pelo Tribunal de Justiça do Acre. Foto: Mardilson Gomes/SEE

A iniciativa busca sensibilizar jovens sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher e seus impactos negativos na sociedade, além de abordar crimes como a importunação sexual e outras formas de violência: sexual, patrimonial, moral, psicológica e física.

Nesta primeira etapa, cerca de 600 alunos do 1º ano do ensino médio participaram das atividades em cinco escolas públicas de Rio Branco: Raimunda Pará, Lourival Pinho, Alcimar Nunes Leitão, José Ribamar Batista e Glória Perez. A proposta será agora expandida para os municípios de Xapuri, Plácido de Castro, Porto Acre, Feijó, Manoel Urbano, Santa Rosa do Purus e Mâncio Lima.

Alunos do 1º ano do ensino médio de escolas públicas de Rio Branco participaram da cerimônia de encerramento do programa Conscientização pela Paz no Lar. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Para marcar o encerramento do ciclo de palestras e debates, foi realizado um concurso de redação. Os três primeiros colocados receberam computadores doados pelo TJAC, reaproveitados a partir do projeto de sustentabilidade do Judiciário acreano.

Vencedores do concurso:

  • 1º lugar: Odisney Júnior Lima – Escola Raimunda Pará
  • 2º lugar: Eloá Dávila – Escola Lourival Pinho
  • 3º lugar: Mariana Soares – Escola Raimunda Pará

Emocionado, Odisney Júnior relatou a surpresa com a conquista: “Eu não esperava ganhar em primeiro lugar, mas foi uma experiência muito importante. Esse tema é muito relevante, porque a violência doméstica acontece muito no nosso país. Espero que os alunos da minha escola e do meu bairro, que é considerada uma área muito perigosa, possam refletir e construir um futuro melhor”. O estudante é morador da Cidade do Povo, em Rio Branco.

Odisney, morador da Cidade do Povo e aluno da Escola Raimunda Silva Pará, ficou em 1º lugar no concurso. Foto: Mardilson Gomes/SEE

A estudante Eloá Dávila, segunda colocada, destacou a importância de tratar do tema em sala de aula: “Eu tentei pensar com cuidado no assunto e mostrar os problemas estruturais da sociedade. Acho fundamental que ações como essa façam a gente refletir e buscar melhorias para o futuro.”

Reconhecimento institucional

Durante a solenidade, o presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, ressaltou a relevância do programa: “Hoje celebramos aqui, além das ideias, sonhos. As redações apresentadas são a expressão de jovens que acreditam na paz, que refletem sobre a realidade em que vivem e demonstram coragem para transformá-la”.

Ação foi realizada com apoio de diversas instituições. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Representando a SEE, Irizane Vieira, da área de Direitos Humanos, destacou o impacto da iniciativa, sobretudo por envolver meninos na discussão: “É muito significativo que o primeiro lugar tenha sido conquistado por um jovem. A participação deles é essencial para romper com os paradigmas que sustentam a violência doméstica”.

A defensora pública Clara Rúbia de Souza também reforçou a atuação integrada das instituições. “A Defensoria atua na proteção da mulher em toda sua diversidade, seja idosa, indígena, ribeirinha ou trans. Com esse programa, aproximamos direitos da população e trabalhamos para evitar que a violência continue se propagando dentro dos lares.”

Parcerias e sustentabilidade

O programa Conscientização pela Paz no Lar é uma iniciativa do TJAC, em cooperação com a Defensoria Pública do Acre (DPE-AC), o Ministério Público do Acre (MPAC), a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC), a Associação de Magistrados do Acre (Asmac) e o governo do Estado, por meio da SEE.

Ação contemplou o viés ambiental, com a destinação de equipamentos eletrônicos em boas condições. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Além da dimensão educativa e social, a ação contemplou o viés ambiental, com a destinação de equipamentos eletrônicos em boas condições para projetos sociais, conforme o Plano de Logística Sustentável (PLS) do Judiciário do Estado.

Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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