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Governo mantém abertas as inscrições para mestrado em Gestão Pública até 12 de junho
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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Administração (Sead), mantém abertas até o dia 12 de junho as inscrições para o processo seletivo do Mestrado Profissional em Gestão Pública, ofertado em parceria com a Universidade Federal do Acre (Ufac) e a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). A iniciativa integra a política de valorização e qualificação dos servidores públicos estaduais, ampliando o acesso à formação acadêmica stricto sensu.
Ao todo, são ofertadas 30 vagas para a turma de 2026 do Mestrado Interinstitucional (Minter) em Gestão Pública, destinado a servidores efetivos e ocupantes de cargos comissionados da administração direta e indireta do Estado, além de secretários e secretários adjuntos que atuam nas áreas de gestão, planejamento, administração e finanças.
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente de forma online até as 23h59 do dia 12 de junho, horário de Brasília. Para participar, os candidatos devem possuir diploma de curso superior reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) e comprovar vínculo com o governo do Estado.
Entre os documentos exigidos no edital estão o diploma de graduação, o currículo Lattes, a carta de interesse e o projeto de pesquisa. O processo seletivo será composto por prova objetiva, prevista para o dia 19 de julho, na Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco.
Resultado do acordo de cooperação firmado entre o governo do Acre e a Ufes, o curso tem como objetivo fortalecer a formação de profissionais que atuam em áreas estratégicas da gestão pública, incentivando a produção de conhecimento aplicado à realidade da administração estadual.
O resultado final do processo seletivo deverá ser divulgado até 20 de agosto, com início das aulas marcado para 31 de agosto de 2026.
Fonte: Governo AC
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Imunização no Acre garante erradicação de doenças e enfrentamento das síndromes respiratórias
Há mais de cinco décadas, a vacinação vem transformando a realidade da saúde pública brasileira. Graças ao avanço das campanhas de imunização, doenças que antes causavam milhares de mortes e sequelas passaram a ser controladas, eliminadas ou até erradicadas do país. Celebrado em 9 de junho, o Dia Nacional da Imunização convida a sociedade a refletir sobre os impactos positivos das vacinas e a importância de manter a proteção coletiva por meio da atualização da caderneta vacinal.
Criado em 1973, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) tornou-se uma das maiores referências mundiais em saúde pública, responsável por conquistas históricas como a erradicação da varíola, a eliminação da poliomielite, da rubéola e do tétano materno e neonatal, além da redução significativa de casos e óbitos provocados por diversas doenças imunopreveníveis.
Pelo SUS, todas essas vacinas ficam disponíveis o ano todo nos postos de saúde. Foto: Marcos Lopes/MGNo Acre, a imunização desempenha papel fundamental na prevenção de doenças e no fortalecimento da rede de saúde. O trabalho envolve uma ampla estrutura logística que garante o armazenamento, a distribuição e a aplicação dos imunizantes em todos os municípios, incluindo comunidades rurais, ribeirinhas e localidades de difícil acesso.
Para o secretário de Estado de Saúde, José Bestene, os avanços alcançados ao longo dos anos demonstram que a vacinação continua sendo uma das estratégias mais eficazes para salvar vidas.
“Quando falamos em imunização, falamos de uma das maiores conquistas da saúde pública. As vacinas mudaram a história da humanidade, reduziram internações, evitaram mortes e permitiram que gerações inteiras crescessem protegidas de doenças que antes causavam grande sofrimento às famílias. Neste Dia Nacional da Imunização, reforçamos a importância de manter a vacinação em dia e de confiar na ciência como instrumento de proteção da vida”, destaca o secretário.
José Bestene, secretário de Estado de Saúde do Acre. Foto: Aleksandro SoaresUma ferramenta essencial diante dos desafios atuais
Se no passado o desafio era controlar doenças que hoje são raras graças à vacinação, atualmente a saúde pública enfrenta novos cenários epidemiológicos que reforçam a importância da imunização. Em 2026, o Acre acompanha o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), especialmente entre crianças pequenas, idosos e pessoas com comorbidades.
A circulação simultânea de vírus respiratórios, como Influenza A, Vírus Sincicial Respiratório (VSR), Rinovírus e Adenovírus, tem exigido atenção redobrada das autoridades sanitárias e reforçado a necessidade de adoção das medidas preventivas disponíveis.
Vacinação é a forma mais segura de evitar internações por casos graves de doenças respiratórias. Foto: Tiago Araújo/SesacreSegundo Renata Quiles, diante desse cenário, a vacinação continua sendo a principal forma de reduzir complicações, internações e óbitos causados por doenças respiratórias.
“Estamos vivendo um período de maior circulação de vírus respiratórios e a vacinação é uma das medidas mais eficazes para evitar casos graves. Por isso, é fundamental que a população procure as unidades de saúde, verifique sua situação vacinal e mantenha as vacinas recomendadas em dia. Quando nos vacinamos, protegemos não apenas a nós mesmos, mas também toda a comunidade, especialmente crianças, idosos e pessoas com comorbidades”, reforça.
Renata Quiles, coordenadora do Programa Nacional de Imunização no Acre.Nesse contexto, a imunização segue como uma das principais ferramentas para reduzir o impacto das doenças respiratórias na população. Além da vacina contra a influenza, disponível durante todo o ano nas unidades de saúde, o Sistema Único de Saúde oferece atualmente a vacinação contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) para gestantes, estratégia que protege os bebês ainda durante a gestação e reduz o risco de complicações nos primeiros meses de vida.

Outra importante novidade é a incorporação da vacina pneumocócica conjugada 20-valente (PCV20) ao calendário vacinal. O imunizante amplia a proteção contra diferentes sorotipos da bactéria pneumococo, responsável por doenças graves como pneumonia, meningite e infecções generalizadas, representando mais um avanço na prevenção e no fortalecimento da saúde pública.
A coordenadora estadual do Programa Nacional de Imunizações, Renata Quiles, ressalta que a vacinação continua sendo a forma mais segura e eficiente de prevenir doenças e reduzir complicações.
“As vacinas passam por rigorosos processos de avaliação e monitoramento antes de chegarem à população. Ao longo dos anos, elas contribuíram para controlar doenças que antes eram responsáveis por milhares de internações e mortes. Nosso desafio permanente é ampliar as coberturas vacinais e conscientizar a população sobre a importância de manter a caderneta atualizada em todas as fases da vida”, enfatiza.

Desafios para o futuro
Apesar dos avanços acumulados ao longo das últimas décadas, especialistas alertam que a queda das coberturas vacinais observada em diferentes períodos representa um desafio permanente para os sistemas de saúde. A disseminação de informações falsas e a hesitação vacinal estão entre os fatores que exigem investimentos contínuos em conscientização, educação em saúde e fortalecimento da confiança da população nas vacinas.
Manter altas coberturas vacinais é essencial para evitar o retorno de doenças já controladas e garantir que futuras gerações continuem protegidas. Mais do que uma proteção individual, a vacinação representa um compromisso coletivo capaz de preservar vidas, reduzir a sobrecarga dos serviços de saúde e promover mais qualidade de vida para toda a sociedade.
No Dia Nacional da Imunização, a data serve não apenas para celebrar conquistas históricas, mas também para reforçar uma mensagem que permanece atual: vacinar-se é um ato de cuidado, responsabilidade e proteção. Uma atitude simples que continua salvando vidas e construindo um futuro mais saudável para todos.
Fonte: Governo AC
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