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Governo viabiliza ações que visam entendimento com Ministério Público para avançar na construção de unidades habitacionais populares no Irineu Serra

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Com projetos arquitetônicos e de engenharia prontos, além dos recursos financeiros disponíveis, o governo do Estado viabiliza ações que visam o entendimento junto ao Ministério Público do Acre (MPAC), no sentido de avançar na execução das obras das unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, na região do Irineu Serra, em Rio Branco, destinadas à população de baixa renda.

Em uma reunião mediada pela Secretaria de Estado de Governo (Segov), na quinta-feira, 9, representantes de órgãos e instituições do governo, como a Secretaria de Estado de Habitação e Urbanização (Sehurb), Secretaria de Estado de Administração (Sead), Instituto de Meio Ambiente (Imac) e Procuradoria Geral do Estado (PGE) estiveram com membros do Ministério Público do Acre (MPAC) e da Caixa Econômica Federal para dialogar sobre os termos e ações que visem as adequações legais para que a obra seja executada.

Mediada pela Secretaria de Governo, reunião teve como objetivo encontrar soluções que viabilizem o avanço na execução das obras pelo Estado. Foto: Ascom/Segov

Ao abrir a reunião, o titular da Segov, Luis Calixto, ressaltou a determinação da governadora Mailza Assis para que a equipe se empenhe em solucionar a questão, através do diálogo institucional, com o objetivo de que a situação seja resolvida e o benefício possa chegar o quanto antes à população que o aguarda. “O nosso objetivo, enquanto governo, é chegar a um entendimento para que o problema não se prolongue, contemplando as exigências legais que possam viabilizar o mais rápido possível a realização desta, que é mais uma, ação de suma importância por se tratar de habitações de interesse social que irão beneficiar centenas de pessoas que precisam”, ressaltou.

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Por se tratar de uma região com áreas de preservação ambiental, protegida por lei devido a existência de nascentes e cursos d’água, o MPAC, por meio da Promotoria Especializada de Habitação e Urbanismo, interviu motivado pela necessidade de ajustes no licenciamento ambiental, segundo explicou o promotor Walter Teixeira.

MPAC se posiciona favorável à construção das habitações pelo governo do Estado, que já tem projetos de engenharia e arquitetônico prontos, além dos recursos disponíveis pela Caixa. Foto: Ascom/Segov

De acordo com ação civil pública, os estudos técnicos apresentados necessitam de adequações e a previsão de medidas no plano de recuperação das áreas impactadas, no sistema de esgotamento sanitário e na implementação de ações de compensação ambiental.

“O Ministério Público destaca a relevância da política pública de habitação, reconhecendo a importância social da implantação do empreendimento. O objetivo da atuação é conciliar o direito à moradia com a preservação ambiental e evitando prejuízos futuros à população”, destacou.

Por determinação da governadora Mailza Assis, equipes do Imac, PGE, Sehurb e Sead, com articulação da Segov, empenham-se em avançar para que o benefício chegue à população. Foto: Ascom/Segov

O procurador do Estado, Lucas Granjeiro, ressaltou que o governo do Acre preza pela segurança jurídica de suas ações e obras e que o entendimento entre as instituições é de suma importância para assegurar o cumprimento do Direito. “Temos ciência que é dever do Estado trabalhar para encaminhar, de forma exequível, as medidas legais recomendadas e que resolvam a questão, assegurando que o empreendimento de interesse social, com recursos públicos, possa ser concluído com sustentabilidade ambiental e jurídica”, assinalou.

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São 224 unidades habitacionais, distribuídas em prédios de quatro andares, sendo cada bloco com 32 apartamentos de 42 m², com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço, a serem construídas pelo governo do Acre, em uma área de 20 mil metros quadrados.

São 224 unidades habitacionais, distribuídas em prédios de quatro andares, em uma área de 20 mil metros quadrados. Imagem: Sehurb

O investimento previsto é de R$ 40 milhões, com recursos do programa Minha Casa, Minha Vida, pelo Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) do governo federal, gerido pela Caixa Econômica Federal, destinado a financiar a construção de unidades habitacionais para famílias de baixa renda.

A obra integra o conjunto de ações do Estado com o objetivo de reduzir o déficit habitacional no Acre, priorizando as famílias em situação de vulnerabilidade social e baixa renda.

Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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