Concurso
IBGE abre concurso com 1.812 vagas temporárias para o Censo 2022
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) está com inscrições abertas para contratar temporários para o Censo 2022….
ACRE
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) está com inscrições abertas para contratar temporários para o Censo 2022. São dois processos seletivos que somam 1.812 vagas.
Ao todo, são 31 postos para o cargo de coordenador censitário de área, com salário de R$ 3.677,27, e 1.781 vagas para agente censitário de administração e informática, cuja remuneração mensal oferecida é de R$ 1.700. Todas exigem ensino médio.
As inscrições vão até as 23h59 do dia 10 de janeiro de 2022 e devem ser feitas no site ibfc.org.br. O valor é de R$ 66 para o cargo de coordenador censitário de área e de R$ 44 para agente censitário de administração e informática. As provas estão previstas para o dia 20 de fevereiro.
As contratações integram os primeiros cargos para o Censo Demográfico de 2022 que, ao todo, terá 207 mil postos, conforme autorização publicada no Diário Oficial da União de 3 dezembro. Ainda não há previsão para a abertura das demais chances.
Para agente censitário de administração e informática há vagas para trabalhar em diversas cidades, em todos os estados do país. Já para o cargo de coordenador de área, os postos são nos estados de Alagoas, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Roraima, São Paulo e Tocantins.
Além do salário, o IBGE vai pagar auxílio-alimentação, auxílio-transporte, e auxílio pré-escolar, assim como férias e 13º salário proporcionais. Para os cargos da área de informática, a previsão do contrato é de até cinco meses. Para coordenador, o trabalho temporário deve ter duração de até sete meses. A jornada é de 40 horas semanais.
As exigências para os dois cargos são as mesmas. Além do ensino médio, é preciso ter 18 anos completos na data da contratação, ser brasileiro ou português (conforme as regras de equiparação da nacionalidade), não ser MEI (microempreendedor individual) e estar em dia com as obrigações políticas e militares (no caso dos homens), entre outras. Servidores da ativa ou aposentados não podem participar da seleção.
Atraso no Censo O recenseamento do país deveria ter ocorrido em 2020, mas a pandemia de Covid-19 impediu o início do processo de contagem populacional, que ocorre de dez em dez anos. Além disso, a destinação de uma verba de valor menor que o pedido pelo IBGE também provocou o adiamento do processo, que seria realizado neste ano.
Nesta segunda-feira (13), em nota, o instituto reafirmou que o valor necessário para a realização do Censo Demográfico 2022 é de R$ 2,292 bilhões, sendo que R$ 2 bilhões já constam no Ploa 2022 (Projeto de Lei Orçamentária Anual) e R$ 292, 9 milhões foram autorizados pela Secretaria Especial do Tesouro e Orçamento, que virão do FGE (Fundo de Garantia à Exportação), supervisionado pelo Ministério da Economia.
A liberação dos valores atende determinação do STF (Supremo Tribunal Federal). “O IBGE segue trabalhando em todo o país nas várias etapas operacionais preparatórias para entregar à sociedade brasileira um censo demográfico com qualidade técnica e cobertura em conformidade com a credibilidade e a reputação que o instituto construiu ao longo de seus 85 anos”, diz a nota.
Devolução de taxas
O IBGE começou, em 3 de dezembro, a devolver as taxas de inscrição para candidatos que iriam participar do processo seletivo simplificado para o Censo 2021, que foi cancelado em outubro. Para conseguir os valores, o trabalhador deve pedir o reembolso no Portal do IBGE.
Segundo o instituto, o total será restituído em até 40 dias após a solicitação. A mesma orientação vale também para ressarcimento aos inscritos no processo seletivo simplificado do Censo 2020. O depósito só será realizado em conta-corrente no nome e no CPF do candidato.
ACRE
Acre e Ucayali reforçam necessidade de integração em ata da 1ª Reunião do Comitê de Fronteira Centro Brasil-Peru
As delegações do Acre e de Ucayali avançaram nas discussões sobre ações conjuntas em benefício das populações da faixa de fronteira, durante a 1ª Reunião do Comitê de Fronteira Centro Brasil-Peru, realizada na cidade de Pucallpa, no departamento de Ucayali, nesta sexta-feira, 17.
Autoridades destacaram a importância da parceria. Foto: Pedro Devani/Secom.Ao final do encontro, uma ata foi publicada firmando intenções de compromissos que poderão se tornar acordos internacionais, após validação dos Ministérios das Relações Exteriores do dois países.
Durante o evento, autoridades diplomáticas destacaram a importância do comitê como mecanismo bilateral para impulsionar o desenvolvimento regional e ampliar a cooperação entre Ucayali e o estado do Acre. Também foi ressaltada a relação histórica entre os dois países e o potencial de iniciativas conjuntas nas áreas econômica, social e cultural.

Ao longo do dia, alguns eixos foram discutidos, como conectividade e segurança transfronteiriça; facilitação do comércio e turismo, além de assuntos sociais e ambientais. Entre os destaques, o incentivo à integração aérea entre as regiões, além da participação conjunta em feiras comerciais e turísticas, como a Expoamazônica, no lado peruano, e a Expoacre e Expoacre Juruá, no Acre.
Ficou definido que os resultados do encontro serão apresentados na próxima reunião da Comissão Vice-Ministerial de Integração Fronteiriça Peru–Brasil. Foto: Pedro Devani/Secom.Na área social, os países assumiram compromissos voltados à melhoria dos serviços públicos, com foco em saúde, educação, meio ambiente e cultura, especialmente para as populações mais vulneráveis da região de fronteira.
Como encaminhamento, ficou definido que os resultados do encontro serão apresentados na próxima reunião da Comissão Vice-Ministerial de Integração Fronteiriça Peru–Brasil. A segunda edição do Comitê deverá ocorrer no estado do Acre, em data a ser definida por via diplomática.
Procuradoria-Geral do Estado, Janete Melo. Foto: Pedro Devani/Secom“Esse encontro foi um marco histórico e reforçou o compromisso bilateral com a integração amazônica e a busca por soluções conjuntas para desafios comuns nas regiões de fronteira”, destacou a procuradora-geral do Estado do Acre, Janete Melo, que representou a governadora Mailza Assis durante o evento.
Também representou o Acre, Ítalo Medeiros, da Casa Civil. Foto: Pedro Devani/Secom.Para o governador de Ucayali, Manuel Gambini, a relação do Peru com o Brasil só tende a melhorar com a criação desse comitê.

“Nós temos uma grande necessidade no lado peruano que é o compartilhamento de ações de saúde, segurança e educação. Além disso, precisamos manter a unidade para realizar nossos grandes sonhos, um deles é a construção de uma ferrovia com acesso ao Brasil”, disse o governador.
Conheça as principais propostas da 1ª Reunião do Comitê de Fronteira Centro Brasil-Peru
Comissão de Conectividade, Integração e Segurança Transfronteiriça
Empresas privadas devem também participar da parceria. Foto: Pedro Devani/Secom.Os representantes do eixo ressaltaram a importância de realizar ações binacionais que fortaleçam a integração aérea entre Ucayali e Acre, com o objetivo de melhorar a conectividade, o comércio e o turismo entre suas populações. Destacaram que contam com o apoio de empresas privadas que oferecem esse tipo de serviço, as quais avaliarão rotas transfronteiriças entre as duas regiões.
Comissão de Facilitação do Comércio e Turismo
Delegações concordaram na parceria internacional durante as feiras. Foto: Pedro Devani/Secom.Ambas as delegações comprometeram-se a enviar delegações às principais feiras comerciais e turísticas organizadas por cada região. Ucayali realizará a ExpoAmazônica em setembro, enquanto Acre organizará a Expoacre Jurá em junho e a Expoacre em julho de 2026.
Comissão de Assuntos Sociais e Meio Ambientais
Durante as tratativas foram firmados acordos entre os dois países. Foto: Pedro Devani/Secom.Os delegados dos dois países assumiram compromissos executivos em diversas áreas, como saúde, meio ambiente, educação e cultura, com o objetivo de melhorar a prestação de serviços públicos às populações mais vulneráveis das regiões de fronteira.


Foto: Pedro Devani/Secom.
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