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Instituto de Mudanças Climáticas promove alinhamento entre instituições ambientais sobre avanços do REDD+ Jurisdicional do Acre
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Com colaboração de Ângela Rodrigues
O governo do Acre, por meio do Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais (IMC), concluiu nesta sexta-feira, 24, uma agenda técnica iniciada na última quarta, 22, com as equipes das secretarias e autarquias ambientais que atuam na gestão integrada vinculada ao Sistema de Incentivos a Serviços Ambientais (Sisa).

A atividade reuniu técnicos de diversas instituições ambientais com o objetivo de alinhar os avanços obtidos na implementação das ações de REDD+, no âmbito do Programa ISA Carbono do Sisa, nos últimos anos.
A presidente do IMC, Jaksilande Araújo, explica que o alinhamento institucional é importante para a consolidação do programa jurisdicional de REDD+, especialmente após o Estado ter cumprido as etapas de elaboração e submissão técnica exigidas pelo rigoroso padrão internacional ART TREES.

“Foram três dias de consolidação do Sisa com esse alinhamento de informações. Pudemos reafirmar um compromisso coletivo com uma política pública que vem sendo construída ao longo de mais de 15 anos, de forma participativa e com transparência. Estamos em uma etapa importante de atualização e qualificação desse sistema, com os avanços significativos do Programa ISA Carbono, nosso REDD+ jurisdicional. Esse processo de atualização é contínuo e envolve capacitação técnica, troca de experiências e, principalmente, integração entre o setorial ambiental do governo e instituições parceiras”, afirmou.
Com a recente publicação de documentos técnicos na plataforma global, o Acre avança nas etapas exigidas para transparência e rigor técnico na gestão para geração de créditos de carbono de alta integridade, garantindo que o estado siga como referência global na captação de investimentos climáticos, que valorizam a floresta em pé e geram benefícios diretos para as comunidades tradicionais e territórios indígenas, além de aumentar a capacidade do Estado nas respostas às ações de monitoramento, fiscalização e enfrentamento ao desmatamento ilegal e na ampliação das politicas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas em todo o Acre.
A especialista técnica em financiamento de carbono subnacional do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Milena Brandão Terra, destacou que a eficácia do sistema depende da preparação dos quadros técnicos.

”O Sisa é uma política pública que existe há 15 anos e ele é feito e implementado de forma muito participativa. Mas, para essa participação ser efetiva, os técnicos precisam compreender essa temática e precisam estar atualizados dessas questões todas para que eles possam implementar efetivamente. Então, periodicamente, o Estado, através do IMC, realiza capacitações para os órgãos colegiados, para os técnicos do governo, e esse é um desses encontros onde a gente abordou esse processo de implementação do Programa Jurisdicional de REDD+ e dos avanços que esse programa está tendo”, pontuou.
A agenda contou com a participação de representantes das secretarias de Estado do Meio Ambiente (Sema); dos Povos Indígenas (Sepi); da Agricultura (Seagri); de Planejamento (Seplan); Comunicação (Secom) e Turismo e Empreendedorismo (Sete).
Também integraram o Instituto de Terras do Acre (Iteracre); Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA); Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer); Corpo de Bombeiros (CBMAC); Fundação de Tecnologia do Estado do Acre (Funtac) e da Companhia de Desenvolvimento a Serviços Ambientais (CDSA), além dos órgãos federais como o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), como Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (CMBio) e Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).
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Expoacre Juruá transforma tecnologia e cultura em lazer inclusivo para famílias
A Expoacre Juruá, em Cruzeiro do Sul, tem se destacado não apenas como vitrine agropecuária, mas também como espaço de inovação e lazer para toda a família. A Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre (Seict) reuniu estandes voltados para crianças e jovens, com tecnologia, produtos em impressão 3D e atividades interativas que têm atraído grande público.
Espaço abrange jovens e crianças e é marcado por inclusão. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomO espaço kids é um dos pontos mais movimentados da feira, reunindo brincadeiras que vão de pintura corporal a experiências com óculos de realidade virtual. Para os pais, é uma oportunidade de lazer e entretenimento enquanto visitam a segunda maior feira agropecuária do estado.
Kethyla Shawãdawa, monitora do espaço, explica que as atividades são voltadas para o desenvolvimento de habilidades motoras e cognitivas, além de incluir tecnologia.
“Tem sido um espaço muito especial. As crianças participam de oficinas de escultura com balões, de miçangas e de materiais recicláveis, onde podem criar brinquedos. Também oferecemos brincadeiras voltadas para o desenvolvimento cognitivo e da coordenação motora, além de pintura facial. A grande novidade é a experiência com óculos de realidade virtual, que permite aos pais acompanhar o que seus filhos estão vivenciando”, disse.
Segundo ela, o espaço tem recebido grande movimento todas as noites, com muitos pais participando junto aos filhos. “Foi pensado com carinho para que as crianças tenham um ambiente acolhedor e cheio de descobertas.”
Miguel aproveita óculos de realidade virtual. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomInovação e inclusão
A dentista Jamile Feijó, mãe de Miguel Machado, de 7 anos, aprovou a iniciativa. “Estamos parando em todos os estandes para que ele possa conhecer e se divertir. Este espaço está muito interativo, ele está amando e está sendo incrível. Ainda vamos ver outros estandes”, contou.
Já Lacione Maia destacou o caráter inovador. “As brincadeiras, a forma como estão expostas e os instrutores são perfeitos, têm muito jeito com criança.”
Outro ponto de destaque é a preocupação com a inclusão. Darcinete Oliveira ressaltou que este ano há mais opções voltadas para crianças atípicas.
“Nos outros anos não víamos tantas atividades direcionadas a essa necessidade. Agora encontramos jogos e materiais inclusivos que estimulam a participação delas. Isso mostra uma preocupação maior com a diversidade e torna o evento ainda mais especial.”
Impressão 3D é um dos atrativos do estande voltado para tecnologia e inovação. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomImpressão 3D e cultura local
Os estandes de tecnologia também chamam atenção. Laurênio de Souza ficou impressionado com os personagens criados em impressão 3D.
“É como uma escultura, lembra trabalhos antigos, mas hoje está mais acessível e até possível de encomendar. É um avanço para nossas cidades, porque antes só víamos pela internet ou televisão, e agora temos a oportunidade de acompanhar ao vivo. O trabalho está muito bonito, parabéns aos organizadores.”
Rodrigo Gomes, expositor, destacou o sucesso dos chaveiros sensoriais e dos “dummys”. Além disso, sua empresa Juruá 3D tem produzido peças que valorizam a identidade local.
Empresas também apostaram em produtos que ressaltam a identidade de Cruzeiro do Sul. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom“Queremos explorar a cultura do Juruá e desenvolver peças personalizadas que representem a região. Já fizemos chaveiros com a Catedral, árvores, casas de farinha e até saquinhos de farinha e açaí. São elementos culturais que fortalecem nossa tradição e permitem que o visitante leve um presente único e representativo da cidade.”
Tiago Lucena, coordenador do Laboratório de Biologia Animal e fundador da startup Jabotec 3D, reforçou o caráter inovador.
“Este ano trouxemos a Jabotec 3D, especializada em produtos personalizados em impressão 3D. Transformamos elementos da cultura pop em objetos colecionáveis e também aplicamos a tecnologia em materiais didáticos, que tornam as salas de aula mais interativas. Já validamos resultados com aumento de até 60% nas notas dos alunos.”
Analice foi visitar a feira apenas para adquirir seus personagens preferidos. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomEncanto para jovens
Analice do Nascimento, de 11 anos, ficou encantada com os espaços voltados para colecionadores.
“Estou começando a me apaixonar por essas figuras e vim preparada para adquirir algumas peças. Ontem comprei uma Hello Kitty e hoje levei um Pikachu. São produtos que remetem à infância e despertam muito interesse.”
Ela destacou que o evento é uma oportunidade para conhecer novidades e investir em itens que antes só acompanhava à distância. “É um espaço que atrai jovens e adultos, e que valoriza esse universo cultural de forma acessível.”
Foto: Ana Campos/IMC
Foto: Ana Campos/IMC
Foto: Ana Campos/IMC
Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
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Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
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Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
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Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
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