MP AC
Xapuri: MPAC reforça atuação na fiscalização e orientação sobre as eleições 2026
MP AC
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria Eleitoral da 2ª Zona Eleitoral, intensificou, a partir desta quarta-feira, 1º de outubro, a fiscalização e o acompanhamento do período que antecede as eleições gerais 2026. Em Xapuri, a atuação inclui a apuração de denúncias de possíveis crimes eleitorais e orientações à população sobre as regras que devem ser observadas durante o processo eleitoral.
Sob a coordenação da promotora de Justiça Renata Barbosa, a Promotoria Eleitoral tem realizado diligências para verificar, de forma presencial, situações comunicadas ao Ministério Público, além de orientar eleitores sobre condutas permitidas e proibidas durante o pleito.
Entre as situações que recebem atenção estão a compra de votos e o assédio eleitoral, práticas que podem comprometer a liberdade de escolha do eleitor e configurar ilícitos eleitorais. A atuação também busca esclarecer a população sobre seus direitos e deveres, contribuindo para que o exercício do voto ocorra de forma livre e consciente.
A fiscalização e o acompanhamento realizados pelo Ministério Público Eleitoral integram sua atuação institucional na defesa da normalidade e da legitimidade do processo eleitoral, com apuração das denúncias apresentadas e adoção das providências cabíveis em cada caso.
A Promotoria Eleitoral também reforça que a participação da população é importante para a fiscalização do pleito, especialmente por meio do encaminhamento de denúncias sobre possíveis irregularidades às instituições responsáveis pela apuração.
Marcelina Freire – Secretaria de Comunicação/MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
MP AC
MPAC discute pautas prioritárias para reunião do Eixo de Direitos Humanos do CNPG
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta quinta-feira, 1º, encontro preparatório para definir as pautas que serão apresentadas pelo Grupo Nacional de Defesa de Direitos Humanos em Sentido Estrito (COPEDH) durante a Reunião Ordinária do Eixo de Direitos Humanos do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), nos dias 19 e 20 de outubro, em Brasília.
Participaram das discussões o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, presidente da COPEDH; o promotor de Justiça Thalles Ferreira, membro do grupo; e o procurador-geral adjunto Institucional, Sammy Barbosa Lopes. A agenda integra a preparação dos grupos que compõem o Eixo de Direitos Humanos do CNPG para o encontro nacional.
Entre os temas definidos como prioritários pela COPEDH estão o direito à moradia e à cidade, no marco dos 25 anos do Estatuto da Cidade; democracia e direitos humanos; clínicas de internação compulsória e comunidades terapêuticas; discursos de ódio, extremismo nas redes sociais e proteção de grupos vulnerabilizados; além da defesa dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, tendo a educação como eixo estratégico.
As discussões deverão subsidiar propostas e encaminhamentos para a atuação do Ministério Público nessas áreas. Entre as questões que serão aprofundadas estão o enfrentamento às desigualdades urbanas e à precariedade habitacional; a proteção dos direitos fundamentais e da convivência democrática; as políticas de cuidado em saúde mental; a prevenção aos discursos de ódio e à violência; e a proteção dos direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais.
Para o procurador-geral de Justiça e presidente da COPEDH, Oswaldo D’Albuquerque, o encontro permitirá avançar na construção de respostas conjuntas para questões presentes em diferentes realidades do país. “São temas que exigem do Ministério Público diálogo, articulação e capacidade de construir respostas conjuntas. O encontro será uma oportunidade para reunir experiências de diferentes estados e estabelecer caminhos que contribuam para uma atuação cada vez mais efetiva na proteção dos direitos humanos”, destacou.
O promotor de Justiça Thalles Ferreira ressaltou a relação entre as pautas selecionadas e a necessidade de uma abordagem integrada. “Os debates sobre direito à moradia e à cidade, democracia e direitos humanos, políticas de cuidado em saúde mental, enfrentamento aos discursos de ódio e proteção dos povos indígenas e comunidades tradicionais não são questões isoladas, mas elementos constitutivos de um compromisso institucional com a dignidade humana em todas as suas expressões”, afirmou.
Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Secretaria de Comunicação do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
-
AGRONEGÓCIO6 dias atrásGreening, safra menor e queda no consumo pressionam o setor brasileiro
-
POLÍTICA NACIONAL7 dias atrásPoder Executivo anuncia MPs contra bets e endividamento das famílias
-
SEM CATEGORIA6 dias atrásPrefeitura de Rio Branco atende famílias atingidas por fortes chuvas e ventos em 14 bairros da capital
-
SEM CATEGORIA4 dias atrásComboio com novos ônibus da JTP segue viagem rumo a Rio Branco e previsão é de chegada da frota a partir de segunda-feira (28)
-
AGRONEGÓCIO5 dias atrásFestival do agro projeta R$ 2,2 bilhões em negócios
-
SEM CATEGORIA4 dias atrásPrefeito de Rio Branco acompanha áreas atingidas por forte chuva e determinou força-tarefa para reduzir impactos dos alagamentos na capital
-
SEM CATEGORIA6 dias atrásEnxerga Mais Rio Branco: Prefeitura entrega mais de 200 óculos e transforma a vida de estudantes e famílias
-
AGRONEGÓCIO5 dias atrásCAR e GTA podem acelerar controle da origem do gado