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Mutirão da Fundhacre realiza 44 cirurgias de vasectomia em Rio Branco

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O governo do Acre, por meio da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre) e da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), promoveu no sábado, 7, em Rio Branco, um mutirão focado na saúde do homem. Ao todo, 44 procedimentos de vasectomia foram realizados na unidade hospitalar, reforçando as ações de redução de filas para cirurgias eletivas.

De acordo com o cirurgião-geral Rondson Vale, a vasectomia é um método contraceptivo seguro, de baixa complexidade e com rápida recuperação. O médico explica que a intervenção é feita sob anestesia local, permitindo que o paciente retorne à rotina em poucos dias.

Médico Rondson Vale explica que a vasectomia não interfere na virilidade masculina. Foto: Gleison Luz/Fundhacre

O especialista também explicou o procedimento e desfez alguns mitos sobre o assunto: “O homem não perde a virilidade. O procedimento não altera a potência sexual, o desejo ou a ereção. A única mudança é que os espermatozoides deixam de chegar ao sêmen durante a ejaculação”.

Intervenção cirúrgica de baixa complexidade garante segurança e rápida recuperação aos pacientes atendidos pelo governo do Estado. Foto: Gleison Luz/ Fundhacre

Para os pacientes atendidos, o mutirão representou não apenas o acesso ao serviço de saúde, mas um ato de responsabilidade reprodutiva e de cuidado com a parceira. Railton Magalhães decidiu submeter-se à cirurgia após avaliar as condições de sua esposa, que apresenta hipertensão. “Essa decisão foi tomada em conjunto. Por conta das complicações de pressão alta dela, não era indicado que fizesse o procedimento [de laqueadura]. Optamos por eu fazer, já que no homem é mais simples. Confesso que tinha receio no início, mas deu tudo certo”, relatou.

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Railton Magalhães e sua esposa acompanham o mutirão de vasectomia na Fundhacre. Foto: Gleison Luz/Fundhacre

A consciência sobre a paternidade responsável também foi um dos motivadores citados por outros participantes.

Claudenir Xavier: “Sempre tive essa preocupação com a responsabilidade de colocar uma criança no mundo”. Foto: Gleison Luz/ Fundhacre

 O paciente Claudenir Xavier destacou que o planejamento é essencial diante dos desafios atuais de criar e educar um filho. “Sempre tive essa preocupação com a responsabilidade de colocar uma criança no mundo. Aconselho os homens que já têm filhos a pensarem sobre esse procedimento, pois é uma forma segura de assumir essa responsabilidade”, afirmou.

Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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