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Saúde do Estado realiza esclarecimentos sobre passaporte de vacinação e combate a Covid-19 no Acre
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Em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira, 29, a secretária de Saúde, Paula Mariano, e a coordenadora do Pacto Acre Sem Covid, Karolina Sabino, deram esclarecimentos acerca da obrigatoriedade do passaporte de vacinação e o combate contínuo à pandemia de Covid-19 no estado.
A exigência do comprovante de vacinação será válida para o acesso e a permanência em repartições públicas, além de eventos sociais, culturais, recreativos, esportivos, religiosos e similares, públicos ou particulares, destinados a público superior a 100 pessoas, com ou sem assento. Ela também deverá ser estendida aos funcionários desses eventos.


Os comprovantes aceitos serão a caderneta física, cartão de vacinação impresso em papel timbrado emitido por órgão de saúde competente ou outras instituições governamentais nacionais ou estrangeiras ou Certificado Nacional de Vacinação Covid-19 – Conecte SUS. As exceções à exigência do comprovante de vacinação são os menores de doze anos e aqueles que, por razões médicas declaradas em atestado médico, não puderem se vacinar, devendo, alternativamente, ser apresentado teste RT-PCR realizado nas últimas 48 horas, ou Teste Rápido para pesquisa de antígeno realizado nas últimas 24 horas.
Segundo Karolina Sabino: “A vacinação no Acre ainda não chega aos índices da Organização Mundial de Saúde para flexibilização que é entre 70 a 80%. O Estado tem tentado implementar medidas que incentivem a vacinação e a exigência do passaporte é uma delas”.
No Acre, levando em consideração o público alvo da vacinação de pessoas acima de 12 anos, a cobertura vacinal com primeira dose chega a 83%, com duas doses ou dose única 61% e terceira dose 2%.
A secretária de Saúde, Paula Mariano, reforçou que o Acre, assim como praticamente todo o país, hoje vive um cenário mais confortável em relação a pandemia de Covid-19, mas que não se pode ignorar o cenário ao redor do mundo. A variante Delta, que causou situações alarmantes na Europa e Estados Unidos, não saiu do controle no país, mas o governo segue realizando todo o monitoramento e já em alerta até mesmo pela nova variante Ômicron.
“A importância desse passaporte é para todos nós. Para nossa economia continuar circulando, para não haver novos fechamentos. Preparados para fiscalizar e monitorar nós estamos a partir do trabalho conjunto que tem sido feito desde o início da pandemia. Cabe a cada um de nós fazer esse esforço para o nosso bem”, destaca a secretária.
A fiscalização quanto ao cumprimento do disposto no decreto do passaporte de vacinação será exercida por meio dos órgãos municipais e estaduais no âmbito de suas competências, observando-se no que couber, a Portaria Interministerial nº 05/2020, dos Ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Saúde, cabendo às forças de segurança do Estado o apoio e a garantia das condições do exercício fiscalizatório, sendo certo que, para tal fim, poderão fotografar e filmar o descumprimento das normas, a fim de instruir ato de comunicação ao Ministério Público do Estado do Acre, sem prejuízo da instauração de procedimento para apurar a infração administrativa, devendo ser assegurado o sigilo das informações.
Leia mais: Governo decreta obrigatoriedade de comprovante de vacinação e determina protocolos para aglomerações
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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.
Fonte: Governo AC
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