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Segurança Pública e Instituto de Identificação iniciam atendimento do projeto Identidade para Dignidade em Porto Walter
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Dando continuidade às ações dos primeiros cem dias de gestão da governadora Mailza Assis frente ao governo do Acre, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e a Polícia Civil, por meio do Instituto de Identificação Raimundo Hermínio de Melo, dão início ao atendimento no projeto Identidade para Dignidade, com emissão de Carteiras de Identidade Nacionais (CIN), em Porto Wanter, nesta segunda-feira, 1º. Os atendimentos são realizados no Centro Cultural Maria Zeinar e prosseguem até sexta-feira, 5.
Segurança Pública e Instituto de Identificação iniciam atendimento do projeto Identidade para Dignidade em Porto Walter. Foto: Isabelle Nascimento/SejuspO projeto conta com o apoio da Prefeitura de Porto Walter, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), bem como do Tribunal de Justiça do Acre, com a expedição das segundas vias de certidões de nascimento e casamento, necessárias para emissão da CIN.
Morador de Porto Walter, Francisco Evanildo Oliveira estava entre os primeiros atendidos para emissão da CIN no município. Foto: Isabelle Nascimento/SejuspLogo cedo na fila, Francisco Evanildo Oliveira, esteve entre os primeiros a ser atendido. “Já faz uns 4 anos que a minha identidade estava nessa situação. E hoje chegou uma coisa boa, o povo de Porto Walter está sendo bem atendido. E eu creio que vai ser uma boa atitude para o município”, disse.
Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, reforça compromisso do governo do Estado em levar ações como o projeto Identidade para Dignidade em Porto Walter. Foto: Italo Sousa/SejuspO secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, ressaltou a importância de levar cidadania para o município: “Chegar em Porto Walter representa o compromisso do governo do Estado em garantir que os serviços públicos alcancem todos os cidadãos. Estamos promovendo cidadania, inclusão e acesso a direitos, aproximando o Estado da população e fortalecendo a presença da Segurança Pública nas comunidades”.
Diretor do Instituto de Identificação, Júnior César da Silva, ressalta o emprenho do Estado em alcançar toda a população com a emissão da CIN. Foto: Isabelle Nascimento/SejuspO diretor do Instituto de Identificação, Júnior César da Silva, reiterou que a instituição trabalha para alcançar toda a população que necessita da documentação: “Seguindo nossa agenda dos quatro municípios isolados, estamos na última edição, em Porto Valter. Isso é um exercício de cidadania, dignidade, levado aos munícipes dessa cidade. Com isso a gente vai combater o sub-registro, as pessoas vão poder ter um atendimento digno, com rapidez, lembrando que em cerca de 15 dias já recebem essa nova identidade nacional e o Acre continua avançando com a emissão de identidade e acompanhando as modernidades do Brasil”.
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Sepi reúne instituições para fortalecer plano de contingência voltado aos povos indígenas
Com ênfase nas ações preventivas e emergenciais voltadas às populações originárias do Acre, o governo do Estado, por meio da Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas (Sepi), reuniu, na última sexta-feira, 29, representantes de órgãos estaduais e instituições parceiras para debater o plano de contingência elaborado pela pasta.
Realizado de forma presencial e virtual, o encontro ampliou a participação dos órgãos envolvidos na definição de estratégias integradas. O plano em questão orienta ações antecipadas para reduzir riscos e fortalecer a proteção dos povos indígenas diante de possíveis emergências.

Diante dos alertas para um novo período de eventos climáticos extremos, as instituições intensificaram o planejamento conjunto, com atenção especial aos territórios indígenas. A titular da Sepi, Francisca Arara, destacou que o Estado tem se preparado de forma antecipada para enfrentar cenários recorrentes. “Já vínhamos nos preparando para situações como a seca, as enchentes e os problemas respiratórios provocados pela fumaça, que têm se repetido nos últimos anos. Por isso, a pedido da governadora Mailza, cada instituição iniciou a elaboração de ações dentro do eixo de eventos climáticos, coordenado pelo Gabinete de Crise, que reúne diversos órgãos, para antecipar respostas e fortalecer a capacidade de atuação do Estado”, afirmou.

“Nesse processo, a Sema apresentou um panorama sobre a chegada do El Niño e os impactos que o fenômeno pode causar, enquanto a Defesa Civil detalhou a situação local, considerada delicada. No caso da Sepi, elaboramos um plano específico, voltado à nossa atuação nos territórios indígenas e à coordenação do Grupo de Trabalho de Eventos Extremos”, concluiu.
A seca tem provocado reflexos na produção de alimentos e na manutenção de práticas culturais dos povos indígenas, ampliando a necessidade de ações voltadas aos territórios.
Para Dinah Borges, consultora de Agricultura Familiar do Programa REM Acre, da Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan), a estiagem compromete a produção de alimentos, dificulta o acesso a programas como o PNAE e o PAA e afeta o modo de vida das comunidades. Por isso, ações como a construção de poços artesianos no Purus e de cacimbas no Alto Acre são fundamentais para garantir o acesso à água e fortalecer a produção nas aldeias.
Cooperação institucional
A cooperação institucional prevista neste Plano está alinhada ao Decreto nº 11.504, de 25 de junho de 2024, que instituiu o Gabinete de Crise para monitorar e coordenar ações diante da redução das chuvas, da diminuição dos cursos hídricos e do risco de incêndios florestais. Nesse contexto, as medidas serão executadas de forma integrada por órgãos do governo estadual e instituições parceiras.
Participam da iniciativa a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPD), as secretarias de Estado de Governo (Segov), Casa Civil (Secc), Meio Ambiente (Sema), Comunicação (Secom), Planejamento (Seplan), Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), Obras Públicas (Seop), Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), Educação, Cultura e Esportes (SEE), Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais (IMC), além de Imac, Iteracre, Idaf, Funtac, Deracre, Saneacre, Sesacre, Seagri, PGE, CGE, Corpo de Bombeiros Militar e Polícia Militar.
Também colaboram a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), a Comissão Pró-Indígenas do Acre (CPI/AC), a Associação do Movimento dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Acre (AMAAIAC) e o Programa REM Acre.
Fonte: Governo AC
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Foto: Isabelle Nascimento/Sejusp
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