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Sesacre reorganiza fluxo de atendimento na UPA Sobral e Pronto-Socorro para otimizar atendimentos
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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), iniciou um processo de reorganização dos fluxos de atendimento nas unidades de urgência e emergência do estado. O objetivo é tornar os serviços mais ágeis, eficientes e humanizados, garantindo que os pacientes com maior gravidade sejam atendidos com prioridade e que os casos leves recebam encaminhamento rápido e resolutivo.
A estratégia, que tem como base o modelo conhecido como Fast Track (ou “fluxo rápido”), já está em funcionamento em duas importantes unidades da capital: a UPA Franco Silva, no bairro Sobral, e o Pronto-Socorro de Rio Branco, referência máxima em casos de alta complexidade no Acre.

O Fast Track é voltado a pacientes classificados nas cores azul e verde, conforme o protocolo de risco, ou seja, aqueles que não apresentam ameaça imediata à vida ou à função do organismo. São casos de menor complexidade que, em geral, exigem poucos ou nenhum recurso diagnóstico ou terapêutico. Quando o paciente apresenta sinais de maior gravidade, ele é imediatamente direcionado ao fluxo convencional da unidade.
Na UPA Franco Silva, o modelo tem reduzido significativamente o tempo de espera, permitindo que as equipes concentrem esforços nos atendimentos de urgência. De acordo com a gerente da unidade, Thais Gregolis, a mudança representa um avanço na organização do serviço.
“O Fast Track veio para tornar o fluxo mais eficiente e humanizado. O paciente continua sendo acolhido com a mesma qualidade, mas de forma mais ágil, de acordo com sua necessidade real. Dessa forma, reduzimos o tempo de espera e conseguimos garantir prioridade aos casos mais urgentes, sem deixar de lado quem procura o serviço por situações simples”, afirmou.

No Pronto-Socorro de Rio Branco o sistema também já está em plena atividade, atuando de forma integrada ao atendimento de urgência e emergência. O hospital é a principal referência do estado e recebe pacientes de todos os municípios do Acre, além de regiões de estados vizinhos e até de países fronteiriços, como Peru e Bolívia.
O gerente de assistência do Pronto-Socorro, Matheus Araújo, explica que a reorganização dos fluxos tem apresentado resultados positivos. “Com o Fast Track, conseguimos melhorar o tempo de resposta para os casos de menor gravidade e garantir que os atendimentos críticos ocorram sem interrupção. É um modelo que otimiza o trabalho das equipes, garante maior resolutividade e melhora a experiência do paciente”, destacou.

A Sesacre já prepara a expansão do modelo para outras unidades de pronto atendimento da capital, como a UPA Cidade do Povo, que deve receber o módulo de Fast Track em breve. A expectativa é de que a ampliação contribua para equilibrar o fluxo de pacientes e fortalecer a rede de urgência e emergência em todo o estado.
A Secretaria de Estado de Saúde reforça que as Unidades Básicas de Saúde (UBS) continuam sendo o local mais adequado para tratar casos leves e de rotina, como gripe sem febre alta, dor de cabeça, pequenas feridas, renovações de receitas e acompanhamento de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes.
Ao procurar a UBS nesses casos, o cidadão contribui para evitar a superlotação das UPAs e hospitais, permitindo que os serviços de urgência atendam com mais rapidez quem realmente precisa de cuidados imediatos.
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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.
Fonte: Governo AC
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Foto: Tiago Araújo/Sesacre
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