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Vice-governadora Mailza conhece programa de trabalho em prol de famílias atípicas no Acre

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), tem aplicado, nos 22 municípios, políticas públicas voltadas às famílias atípicas, integrando ações nas áreas de saúde, educação e suporte financeiro, com destaque para iniciativas que visam o acolhimento direto de cuidadores e familiares.

À frente da SEASDH, a vice-governadora Mailza Assis tem buscado investimentos e parcerias para melhorar a qualidade de vida de crianças, pais, cuidadores e familiares. Nesta quinta-feira, 5, Mailza recebeu o presidente do Instituto Vida Abundante (IVA), do Amazonas, pastor Ocenildo Carioca, acompanhado de sua equipe, que apresentou a atuação da entidade em favor das famílias atípicas no município de Manaus.

Mailza recebeu os representantes da IVA em seu gabinete na tarde desta quinta-feira, 5. Foto: Ingrid Kelly/Secom

“Compreendendo a demanda que temos nessa área e diante de toda a gestão do Estado, reconhecemos a necessidade de avançar tanto no campo social quanto na saúde, sem deixar de lado o trabalho humanizado que também envolve o cuidado espiritual. Sabemos que, unindo forças com instituições como o IVA, podemos fazer muito mais e desenvolver esse trabalho de forma integrada”, destacou Mailza Assis.

Segundo o presidente do IVA, Ocenildo Carioca, o trabalho realizado no Amazonas é estruturado a partir de três diretrizes centrais para o atendimento às famílias atípicas. “Estamos aqui no Acre para apresentar o nosso trabalho social, que envolve crianças e mães atípicas. Desenvolvemos um trabalho social profundo, estruturado em um tripé: cursos profissionalizantes, atendimento em saúde e mutirões realizados nas áreas urbana e rural. Viemos apresentar essa experiência e colocar à disposição da vice governadora Mailza”, afirmou Ocenildo.

O governo do Acre desenvolve diversos programas voltados ao atendimento de famílias neurodivergentes. Entre os principais estão o Programa Mentes Azuis, o Empreendedorismo para as Mães e os atendimentos itinerantes, por meio dos quais a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) leva especialistas, como neuropediatras, para reduzir filas de espera e dar mais agilidade ao diagnóstico.

Vice-governadora Mailza conhece programa de trabalho em prol de famílias atípicas no Acre. Foto: Ingrid Kelly/Secom

No Acre, pessoas neurodivergentes têm direitos assegurados por legislações estadual e federal. Entre os instrumentos de garantia de direitos estão a Carteira do Autista, instituída pela Lei Estadual nº 3.799/2021, que assegura prioridade no atendimento em serviços públicos e privados; as políticas de educação inclusiva, que garantem mediadores de aprendizagem, salas de recursos multifuncionais e apoio psicológico às famílias de estudantes com TEA; além dos benefícios financeiros, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que pode ser solicitado por famílias de baixa renda por meio do INSS.

Fonte: Governo AC

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Governo do Acre providencia apoio às terras indígenas afetadas pelas cheias dos rios em Tarauacá e Vale do Juruá

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As fortes chuvas que atingem o Acre nos últimos dias provocaram o transbordamento de rios em todo o Vale do Juruá e Tarauacá, impactando diretamente comunidades ribeirinhas e diversas terras indígenas. Diante da situação, o governo do Acre mobilizou neste sábado, 25, uma força-tarefa para prestar assistência emergencial às populações afetadas, com atuação integrada da Secretaria Extraordinária de Povos Indígenas (Sepi), Defesa Civil Estadual, Secretaria de Estado de Assistência Social (SEASDH) e Corpo de Bombeiros.

Na Terra Indígena do Rio Gregório, em Tarauacá, todas as 18 aldeias dos povos Yawanawa e Noke Ko’í foram atingidas pela alagação. A cheia comprometeu roçados, criações de animais, sistemas de energia solar e o acesso à água potável. Também há registros de impactos em aldeias dos povos Shawãdawa e Apolima Arara, no Vale do Juruá.

Estado vai garantir todo o apoio necessário. Foto: cedida

Desde que tomou conhecimento da gravidade da situação, a governadora Mailza Assis determinou o envio imediato de apoio às regiões atingidas. Equipes da Defesa Civil Estadual já estão em campo, especialmente no rio Gregório, realizando levantamentos técnicos e coordenando as primeiras ações de apoio humanitário.

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“Determinamos que toda a ajuda necessária chegue às terras indígenas afetadas e ribeirinhos, com apoio humanitário e ações integradas para atender as comunidades neste momento”, afirmou.

Diante dos impactos severos da cheia nas terras indígenas, a secretária extraordinária de Povos Indígenas, Francisca Arara, intensificou o acompanhamento dos povos afetados.

“Desde o primeiro momento em que a governadora Mailza ficou sabendo da situação, ela já entrou em contato conosco para prestar todo  apoio necessário. Estamos acompanhando a situação diretamente junto às lideranças das terras indígenas, buscando informações atualizadas sobre os impactos da cheia. Já solicitamos à Defesa Civil o envio de equipes para fazer o levantamento dos danos, como perdas na produção, nos criatórios, nos sistemas de energia solar e no acesso à comunicação. É um momento de muita preocupação e de trabalho intenso, mas seguimos mobilizados para garantir o apoio necessário às comunidades afetadas”, destacou.

Centenas de famílias foram atingidas pela cheia. Foto: cedida

Além disso, a SEASDH organiza o envio de cestas básicas, itens de primeira necessidade e apoio às famílias desalojadas. O Corpo de Bombeiros Militar também participa das operações, auxiliando no resgate, transporte e suporte às comunidades isoladas.

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De acordo com órgãos de monitoramento, o volume de chuvas em abril está acima da média, com registros expressivos em cidades como Cruzeiro do Sul, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. A previsão indica continuidade das precipitações, o que mantém o alerta para novas elevações no nível dos rios, incluindo o Juruá, que pode atingir a cota de transbordamento nos próximos dias.

O governo do Acre segue em estado de atenção, reforçando o monitoramento e ampliando as ações de apoio às populações afetadas, com prioridade para as comunidades mais vulneráveis.

Fonte: Governo AC

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