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27º Megaleilão CFM movimenta R$ 7,8 milhões na venda de touros Nelore

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O 27º Megaleilão CFM, realizado em 7 de agosto, comercializou 455 touros Nelore pelo valor total de R$ 7.788.200,00, registrando expressivo aumento em relação à edição anterior. O leilão reuniu 59 pecuaristas de nove estados: Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rondônia, São Paulo e Tocantins.

Crescimento nas vendas e valorização dos touros

O sucesso do evento é refletido nos números: a quantidade de touros vendidos cresceu 15% em comparação ao ano passado, enquanto o preço médio por animal subiu 24%, alcançando R$ 17,1 mil por touro.

“Foi um leilão excelente. Muitos criadores vieram de todas as regiões do país para investir em touros Nelore rigidamente selecionados para fertilidade, ganho de peso e precocidade sexual – características que diferenciam a genética CFM. O resultado comprova a valorização dos touros da melhor safra em 27 anos do Megaleilão”, destacou Tamires Miranda Neto, gerente de pecuária da CFM.

Qualidade genética certificada

Os reprodutores vendidos têm idade média de 23 meses, foram selecionados a pasto e possuem genética certificada pelo CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção), garantindo qualidade superior para reprodução e melhoramento genético do rebanho.

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Continuidade das vendas na Fazenda Lageado

Mesmo após o leilão, os reprodutores Nelore CFM continuam disponíveis na Fazenda Lageado, em Dois Irmãos do Buriti (MS). Segundo Tamires Neto, “os criadores interessados em aproveitar o bom momento para reposição têm à disposição touros jovens, comprovadamente melhoradores, selecionados a pasto e prontos para a próxima estação de monta”.

Os interessados podem agendar visitas pelo telefone (17) 99775-3618 ou obter mais informações em www.agrocfm.com.br.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Outono no Cerrado exige atenção no campo, mas abre espaço para boas estratégias de manejo

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O outono marca uma fase de transição importante para a agricultura no Brasil, caracterizada pelo fim do período chuvoso e pela aproximação da estação seca. No Cerrado, essa mudança impacta diretamente o ritmo das lavouras, exigindo ajustes no manejo e maior atenção às condições climáticas.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento, a estação deve trazer desafios como redução das precipitações, solos mais secos e aumento das temperaturas, fatores que podem dificultar o desenvolvimento das culturas, especialmente as de segunda safra.

Apesar disso, o período também abre espaço para oportunidades no campo, já que o clima mais estável favorece o avanço das operações agrícolas e a adoção de estratégias mais planejadas.

Clima mais seco favorece avanço das operações agrícolas no Cerrado

Com a diminuição das chuvas entre abril e maio nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, o produtor rural encontra melhores condições para a execução das atividades de campo.

“A redução da umidade do solo pode ajudar o trabalho no campo a avançar. Com menos chuva em abril e maio no Centro-Oeste e Sudeste, como aponta a Conab, o produtor pode finalizar a colheita e tocar as operações com menos interrupções. Para quem está com a segunda safra, o foco agora é aproveitar melhor a umidade que ainda resta no solo”, explica Manoel Álvares.

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O cenário favorece a organização das atividades agrícolas, reduzindo paralisações e permitindo melhor aproveitamento da janela operacional.

Atraso no plantio exige ajustes no planejamento agrícola

As chuvas mais intensas durante o verão provocaram atraso no plantio em diversas regiões, o que encurtou a janela ideal para algumas culturas e obrigou produtores a reverem o planejamento.

Diante desse cenário, muitos agricultores optaram por cultivares mais adaptadas e ajustaram o manejo das lavouras. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento, mesmo com redução na área plantada, culturas como milho, feijão e algodão ainda apresentam bom potencial produtivo, desde que recebam manejo adequado.

Altas temperaturas aumentam demanda por atenção ao manejo

As temperaturas mais elevadas típicas do Cerrado durante o outono também influenciam o desenvolvimento das lavouras. O aumento do calor intensifica a necessidade de atenção à disponibilidade de água no solo, ao mesmo tempo em que favorece o crescimento das plantas quando há manejo adequado.

Controle fitossanitário exige monitoramento constante

O período também demanda maior vigilância no controle de pragas. Entre os principais desafios fitossanitários estão a lagarta-do-cartucho, a mosca-branca e os percevejos, que tendem a se intensificar nesta época do ano.

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O acompanhamento constante dessas ameaças é essencial para evitar perdas de produtividade e garantir o bom desenvolvimento das culturas.

Planejamento e manejo transformam desafios em produtividade

Para especialistas do setor, o outono no Cerrado representa um momento estratégico para transformar desafios climáticos em oportunidade de melhor gestão no campo.

Segundo Manoel Álvares, mesmo com uma janela mais curta e condições mais secas, o produtor dispõe de ferramentas para tomar decisões mais planejadas.

“Mesmo em uma época mais seca e com uma janela mais curta, o produtor do Cerrado dispõe de ferramentas para tomar decisões mais planejadas. É um período que valoriza o bom manejo e traz bons resultados para quem se antecipa”, destaca o especialista.

Cenário reforça importância da gestão eficiente no campo

O avanço do outono no Cerrado reforça a importância do planejamento agrícola, da adoção de boas práticas de manejo e do uso de tecnologia para mitigar riscos climáticos.

Apesar dos desafios impostos pelo clima, o período pode ser positivo para quem consegue ajustar estratégias e otimizar o uso dos recursos disponíveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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