RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Abertas inscrições para curso on-line Apicultura para iniciantes

Publicados

AGRONEGÓCIO


Os interessados em iniciar uma criação de abelhas, têm agora a oportunidade de se capacitarem para começar a criar abelhas africanizadas Apis mellífera, as abelhas com ferrão, também conhecidas como europeias em algumas regiões.

A Embrapa está oferecendo o curso Apicultura para iniciantes na plataforma e-Campo. A capacitação é gratuita e a oferta é contínua, ou seja, o interessado poderá inscrever-se a qualquer momento daqui em diante.

>

O curso, com carga horária de 20 horas, é composto por seis módulos, que apresentam informações detalhadas sobre as abelhas e sua criação no Brasil, orientações sobre os produtos das abelhas, materiais e equipamentos apícolas, instalação e povoamento do apiário e conclui com o manejo das colônias.

Ao final do curso, o participante deverá reconhecer diferentes tipos de abelhas, em especial a abelha africanizada Apis mellifera, e apresentar aspectos da atividade apícola no Brasil; Listar os produtos das abelhas e suas principais características, composição e utilização; Reconhecer os materiais necessários para a criação de abelhas e suas respectivas funções; Identificar as características adequadas do local para a instalação de um apiário; Identificar as vantagens as formas de obtenção de enxames, suas vantagens e desvantagens e indicar técnicas de manejo das colônias de abelhas no apiário. 

Leia Também:  Congresso Mundial Brangus começa no RS com visitas técnicas a fazendas de referência

Para mais Informações sobre o curso: [email protected]

Fonte: Embrapa

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Crédito privado do agro supera R$ 1,34 trilhão e CPR lidera financiamento

Publicados

em

Por

O estoque dos principais instrumentos privados de financiamento do agronegócio superou R$ 1,34 trilhão em julho, primeiro mês da safra 2026/27. O resultado mostra o aumento da participação do mercado de capitais no custeio da produção, na comercialização antecipada da safra e no financiamento de empresas ligadas às cadeias agroindustriais.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e abrangem as Cédulas de Produto Rural (CPR), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

A CPR manteve a liderança entre os instrumentos analisados, com estoque de R$ 580,78 bilhões. O volume estava distribuído em 372 mil títulos, com valor médio de R$ 1,56 milhão por cédula.

Somente em julho foram emitidos R$ 37,53 bilhões em novas CPR. Esse é o dado que melhor indica o ingresso de operações no primeiro mês da nova temporada. O estoque total também inclui títulos emitidos anteriormente que ainda não foram liquidados.

A CPR permite ao produtor ou à cooperativa antecipar recursos para financiar a atividade. Na modalidade física, o compromisso pode ser liquidado com a entrega futura do produto agropecuário. Na CPR financeira, a quitação ocorre em dinheiro. O instrumento também é usado como garantia em operações para a compra de sementes, fertilizantes, defensivos e outros insumos.

O avanço das CPR amplia as alternativas ao crédito rural bancário, especialmente em períodos de juros elevados ou de maior restrição nas linhas oficiais. Ao mesmo tempo, exige atenção às condições estabelecidas no contrato, como taxa de juros, forma de liquidação, garantias, vencimento e consequências em caso de frustração da safra.

Leia Também:  Soja responde por 84% das exportações e consolida força do agronegócio

As Letras de Crédito do Agronegócio apresentaram o segundo maior estoque, com R$ 560,37 bilhões. As LCA são emitidas por instituições financeiras para captar dinheiro de investidores e financiar operações relacionadas ao setor.

Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% do estoque das LCA deve ser reaplicado no financiamento da atividade agropecuária. Isso representa aproximadamente R$ 336,22 bilhões.

Dentro desse volume, ao menos 45% devem ser destinados ao crédito rural oficial, o equivalente a R$ 151,30 bilhões. Os valores incluem tanto operações da safra 2026/27 quanto contratos de temporadas anteriores que continuam em aberto.

Isso significa que o estoque divulgado não corresponde integralmente a recursos novos disponíveis para contratação imediata. Parte representa financiamentos já concedidos e títulos que ainda não chegaram ao vencimento.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio somaram R$ 174,20 bilhões em julho. O CRA permite transformar créditos originados em negócios do setor em títulos negociados com investidores, aproximando empresas e cadeias produtivas do mercado de capitais.

Leia Também:  Micotoxinas e vigilância analítica serão destaque no SBSS 2026, em Chapecó, com foco em sanidade e desempenho na suinocultura

Já os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio alcançaram estoque de R$ 30,21 bilhões. O CDCA é emitido por cooperativas e empresas que atuam na comercialização, no beneficiamento ou na industrialização de produtos agropecuários e tem como lastro direitos de crédito ligados ao setor.

Fora da soma de R$ 1,34 trilhão, os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) também avançaram como fonte privada de recursos. Os dados mais recentes, referentes a junho, mostram patrimônio líquido de R$ 64,13 bilhões distribuído entre 285 fundos.

Os Fiagro podem investir em imóveis rurais, participações em empresas, direitos creditórios e outros ativos ligados ao agronegócio. Para o setor produtivo, funcionam como uma ponte entre investidores e projetos de produção, armazenagem, logística, agroindústria e aquisição de ativos.

O crescimento desses instrumentos reforça a diversificação do financiamento rural, historicamente concentrado nos bancos e nos recursos do Plano Safra. Para o produtor, porém, maior oferta de alternativas não elimina a necessidade de comparar custos, garantias e riscos. O volume disponível no mercado é elevado, mas o acesso e as condições de pagamento variam conforme a atividade, o porte da operação e a capacidade financeira de cada tomador.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA