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ADAMA leva tecnologias para produtores de cana-de-açúcar, amendoim e soja na Feira Coplana de Negócios em Jaboticabal

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A ADAMA marca presença na 12ª edição da Feira Coplana de Negócios, que ocorre até 31 de julho em Jaboticabal (SP), reforçando seu compromisso em oferecer soluções inovadoras para produtores das culturas de cana-de-açúcar, amendoim e soja. O evento destaca a importância do agronegócio paulista para a economia nacional e serve como palco para apresentar tecnologias que auxiliam no controle de pragas, doenças e plantas daninhas, fundamentais para a próxima safra.

Desafios e soluções para a cana-de-açúcar

Segundo José Adão Soares Junior, representante técnico de Vendas da ADAMA, a cultura da cana-de-açúcar enfrenta desafios significativos, principalmente devido à praga Sphenophorus levis (bicudo-da-cana-de-açúcar), que impacta a produtividade e reduz a longevidade dos canaviais.

Para auxiliar os produtores, a ADAMA apresenta soluções específicas, como:

  • Gales®: inseticida com tecnologia avançada, eficaz no controle do bicudo, promovendo maior durabilidade dos canaviais;
  • Jumbo®: herbicida essencial para o manejo eficiente de plantas daninhas na cana, que simplifica a rotina do produtor e oferece flexibilidade na aplicação;
  • Apresa®: herbicida pré-emergente com formulação exclusiva T.O.V., indicado para o manejo de gramíneas e folhas largas em culturas como cana, amendoim e soja.
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Tecnologias para o cultivo de amendoim e soja

O amendoim ganha destaque especial no evento. Conforme o representante técnico Bruno Martinho, a ADAMA investe continuamente em soluções para essa cultura, com diversos produtos em desenvolvimento.

Entre os destaques para amendoim e soja estão:

  • Across®: fungicida com combinação exclusiva de três ingredientes ativos, indicado para controle de doenças no final do ciclo;
  • Trivor®: inseticida eficaz no manejo da mosca-branca em todas as fases;
  • Plethora®: recomendado para controle de lagartas, traças e mosca-minadora.
Apoio técnico e esclarecimentos no estande

Durante toda a feira, a equipe da ADAMA estará disponível no estande para orientar os produtores, tirar dúvidas e apresentar as tecnologias, fortalecendo o relacionamento com o público e contribuindo para o sucesso da próxima safra.

Com sua participação na Feira Coplana de Negócios, a ADAMA reforça sua posição como parceira estratégica do agronegócio paulista, levando inovação e soluções eficientes para superar os desafios do campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño ganha força no Pacífico e aumenta expectativa de impacto no clima e na produção agrícola

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As condições para o desenvolvimento de um novo episódio do fenômeno El Niño seguem se intensificando no Oceano Pacífico Tropical. Dados recentes apontam um avanço consistente no aquecimento das águas superficiais, elevando as expectativas dos meteorologistas para a consolidação do fenômeno ainda nos próximos meses.

De acordo com o monitoramento climático, a anomalia média da Temperatura da Superfície do Mar (TSM) na região conhecida como Niño 3.4 apresentou forte evolução entre abril e maio. Após registrar valor ligeiramente negativo de -0,03°C em abril, o indicador passou para 0,49°C em maio, aproximando-se do limiar utilizado para caracterizar condições favoráveis ao El Niño.

O aquecimento continuou avançando ao longo das últimas semanas. Na região central do Pacífico Equatorial, as anomalias permaneceram iguais ou superiores a 0,5°C durante quatro semanas consecutivas. Já na primeira semana de junho, o índice alcançou 0,7°C, reforçando o cenário de fortalecimento do fenômeno.

Formação do El Niño depende da persistência do aquecimento

Especialistas destacam que a caracterização oficial de um evento de El Niño exige não apenas o aquecimento das águas do Pacífico, mas também a manutenção dessas condições por um período prolongado.

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O fenômeno é considerado estabelecido quando o Índice Oceânico Niño Relativo (RONI) permanece igual ou superior a 0,5°C por pelo menos cinco trimestres móveis consecutivos. Com base nos dados observados até maio e nas projeções dos modelos climáticos internacionais, o primeiro trimestre a atingir esse patamar deverá ser o período de abril, maio e junho.

Caso a tendência atual seja mantida, aumentam significativamente as chances de confirmação de um novo episódio do fenômeno, que costuma provocar alterações importantes nos regimes de chuva e temperatura em diversas regiões do Brasil e do mundo.

Impactos podem atingir o agronegócio brasileiro

A evolução do El Niño é acompanhada com atenção pelo setor agropecuário, uma vez que o fenômeno influencia diretamente o comportamento climático durante importantes fases de desenvolvimento das culturas agrícolas.

Historicamente, eventos de El Niño estão associados ao aumento das chuvas na Região Sul do Brasil e a condições mais secas em áreas do Norte e Nordeste. Os efeitos variam em intensidade e duração, podendo impactar o planejamento das safras, o manejo das lavouras e a produtividade de diferentes culturas.

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Além da agricultura, o fenômeno também pode influenciar a disponibilidade hídrica, a geração de energia, os níveis dos reservatórios e a ocorrência de eventos climáticos extremos.

INMET mantém monitoramento permanente

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) informou que segue acompanhando continuamente as condições oceânicas e atmosféricas no Pacífico Equatorial, avaliando a evolução das temperaturas da superfície do mar e outros indicadores relacionados ao fenômeno.

Paralelamente, o órgão monitora as projeções divulgadas pelos principais centros internacionais de previsão climática, responsáveis pelo acompanhamento global das condições oceânicas e atmosféricas.

A expectativa é de que o INMET publique nos próximos dias uma nova atualização técnica com informações mais detalhadas sobre a evolução do aquecimento no Pacífico e as perspectivas para a possível consolidação do El Niño ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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