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Agroleite 2026 abre inscrições para animais das raças Holandesa e Jersey em Castro (PR)

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Estão abertas as inscrições para os animais das raças Holandesa e Jersey que participarão dos julgamentos do Agroleite 2026, um dos mais importantes eventos da pecuária leiteira brasileira. Os criadores interessados podem realizar o cadastro gratuitamente até o dia 20 de julho por meio do site oficial do evento.

A edição deste ano será realizada entre os dias 3 e 7 de agosto, em Castro (PR), município reconhecido como a Capital Nacional do Leite. Os julgamentos envolverão animais da raça Holandesa nas variedades preta e branca e vermelha e branca, além de exemplares da raça Jersey.

Evento reúne genética de excelência da pecuária leiteira

O presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (ABCBRH), Armando Rabbers, destaca que o Agroleite se consolidou como um importante espaço para troca de conhecimento e valorização da genética leiteira nacional.

Segundo ele, além de promover a integração entre produtores, o evento permite acompanhar a evolução da raça e conhecer novas oportunidades de aprimoramento dos rebanhos.

Rabbers ressalta ainda que a qualidade dos animais apresentados no Brasil tem chamado a atenção de visitantes e especialistas de diversos países, consolidando o reconhecimento internacional da genética Holandesa desenvolvida no país.

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Criadores de Jersey fortalecem participação no Agroleite

A presidente da Associação dos Criadores de Gado Jersey do Brasil (ACGJB), Ângela Maraschin, reforça que o Agroleite se tornou um encontro tradicional dos criadores da raça Jersey de diferentes regiões brasileiras.

A expectativa da entidade é reunir produtores de todo o país para fortalecer o intercâmbio de experiências, apresentar avanços genéticos e promover o desenvolvimento da atividade leiteira.

Julgamentos terão especialistas dos Estados Unidos

Os julgamentos ocorrerão entre os dias 4 e 7 de agosto, com encerramento marcado pela escolha da Vaca do Futuro e da Campeã Suprema das Raças.

A avaliação dos animais ficará a cargo de dois renomados jurados internacionais dos Estados Unidos. A raça Holandesa será julgada por Aaron Eaton, enquanto a raça Jersey terá avaliação de Kelly Barbee.

Os dois especialistas participaram da World Dairy Expo 2025, considerada uma das mais importantes exposições de gado leiteiro do mundo.

Expositores recebem apoio durante o evento

Além da gratuidade na inscrição dos animais, os expositores contarão com apoio financeiro e estrutural durante sua permanência no parque de exposições.

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Entre os benefícios oferecidos pela organização estão auxílio referente ao leite coletado durante o evento, alimentação para expositores e tratadores, além do fornecimento de alimentação e cama para os animais participantes.

As regras completas para participação estão disponíveis no Regulamento do Expositor de Animais.

Agroleite é referência em tecnologia para a cadeia do leite

Reconhecido como a principal vitrine de tecnologia da cadeia leiteira da América Latina, o Agroleite 2026 será realizado no Parque Tecnológico Agroleite e no Parque Dario Macedo, em Castro (PR).

O evento reúne produtores, cooperativas, empresas, pesquisadores e especialistas para apresentar inovações, soluções tecnológicas, genética animal, máquinas, equipamentos e tendências que impulsionam a produtividade do setor leiteiro.

A programação é gratuita e aberta ao público, consolidando o Agroleite como um dos principais encontros do agronegócio brasileiro voltados à produção de leite.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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