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Alta da paridade de exportação sustenta preços do algodão no Brasil, aponta Cepea

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Os preços do algodão no mercado brasileiro seguem sustentados pela alta da paridade de exportação e pela valorização do Índice Cotlook A, referência internacional para a pluma posta no Extremo Oriente. A análise é de pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o levantamento, o cenário externo favorável tem sido determinante para a firmeza nas cotações internas, refletindo o aquecimento da demanda global pela fibra.

Demanda internacional fortalece preços internos

Com o mercado externo mais atrativo, vendedores brasileiros mantêm firmeza nos preços pedidos. A valorização do Índice Cotlook A tem contribuído diretamente para elevar a competitividade da pluma no cenário internacional.

Esse movimento também tem incentivado tradings a oferecer valores mais altos pelo algodão, ampliando a sustentação dos preços no mercado doméstico.

Indústrias enfrentam desafios no mercado spot

Parte das indústrias têxteis segue atuando no mercado spot, mas encontra dificuldades na aprovação de lotes e na negociação de preços com os vendedores.

Diante desse cenário, algumas empresas optam por trabalhar com matéria-prima previamente contratada ou mantida em estoque, direcionando suas operações para a comercialização de produtos manufaturados.

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Fretes influenciam decisões de negociação

Outro fator relevante apontado pelo Cepea é o comportamento dos fretes, que segue sendo monitorado pelos agentes do setor.

Os custos logísticos impactam diretamente a viabilidade de novos negócios, além de influenciarem o cumprimento de contratos a termo, especialmente em um contexto de forte demanda internacional.

Mercado segue atento ao cenário externo

Com a combinação entre demanda aquecida, valorização internacional e custos logísticos, o mercado de algodão no Brasil permanece atento às oscilações externas.

A tendência, segundo o Cepea, é de continuidade na sustentação dos preços, enquanto o ambiente internacional seguir favorecendo as exportações brasileiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cachaça mineira movimenta mais de R$ 624 milhões e consolida Minas Gerais como líder nacional do setor

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Minas Gerais segue ampliando sua liderança na produção de cachaça no Brasil e reforçando a importância econômica e cultural da bebida para o agronegócio estadual. No Dia da Cachaça Mineira, celebrado nesta quinta-feira (21), a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) divulgou um panorama atualizado do setor, revelando que a cadeia produtiva movimentou R$ 624,7 milhões em 2025.

Os números consolidam a força da cachaça mineira dentro e fora do país, além de evidenciar o crescimento da atividade em geração de renda, arrecadação e empregos formais.

De acordo com a Seapa, o estudo apresenta informações estratégicas sobre produção, mercado, exportações e desempenho econômico da cadeia produtiva. O material também reforça o papel da bebida como patrimônio cultural e ativo relevante para a expansão do agronegócio mineiro no mercado internacional.

Segundo a assessora técnica da Seapa, Maíra Ferman, um dos principais destaques do levantamento é o avanço das vendas para fora de Minas Gerais. Atualmente, 54% do faturamento da cachaça mineira já vem do mercado interestadual e das exportações, demonstrando a crescente inserção do produto em novos mercados consumidores.

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Além do faturamento expressivo, o setor também tem forte impacto na arrecadação estadual. Em 2025, a cadeia produtiva gerou R$ 56,5 milhões em ICMS, fortalecendo a contribuição da atividade para a economia mineira.

Minas concentra 40% dos produtores de cachaça do Brasil

O levantamento confirma que Minas Gerais permanece como o principal polo produtor de cachaça do país. O estado reúne 501 estabelecimentos formais registrados, número que representa cerca de 40% de todas as unidades produtoras do Brasil.

A ampla presença da atividade em diferentes regiões mineiras evidencia a tradição histórica da produção artesanal e industrial da bebida, além da importância da cadeia para pequenos produtores, agroindústrias familiares e empreendimentos rurais.

A distribuição da produção também fortalece economias regionais, impulsionando o turismo rural, a gastronomia típica e a valorização de produtos de origem mineira.

Exportações avançam e ampliam presença internacional

O mercado externo também vem ganhando relevância para o setor. Segundo a Seapa, a cachaça produzida em Minas Gerais ampliou sua presença internacional em 2025, com destaque para exportações destinadas ao Uruguai, Estados Unidos e Itália.

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Os três países concentram parcela significativa das vendas externas da bebida e reforçam o potencial da cachaça como produto estratégico para a internacionalização do agro mineiro.

A expansão internacional acompanha o aumento da valorização da cachaça premium e artesanal no exterior, especialmente em mercados que buscam bebidas destiladas com identidade regional, tradição e produção diferenciada.

Setor amplia geração de empregos e fortalece produção artesanal

Outro ponto destacado no levantamento é o crescimento dos empregos formais ligados à fabricação de aguardente de cana-de-açúcar. O setor mantém trajetória positiva nos últimos anos, refletindo o aumento da produção, da formalização e da demanda por produtos de maior valor agregado.

Com dados consolidados e análise detalhada, o panorama divulgado pela Seapa reforça a importância da cadeia produtiva da cachaça para Minas Gerais, tanto na geração de renda quanto na valorização da cultura regional e no fortalecimento do agronegócio brasileiro.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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