RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

AP Castrolanda: nova marca fortalece Agricultura de Precisão e inovação tecnológica para cooperados

Publicados

AGRONEGÓCIO

A Castrolanda apresenta a AP Castrolanda, sua nova marca dedicada à Agricultura de Precisão, consolidando a cooperativa como referência em inovação tecnológica no campo. O lançamento reforça o compromisso de oferecer aos cooperados ferramentas que unem eficiência produtiva, sustentabilidade e suporte na tomada de decisões agrícolas.

Como parte da iniciativa, foi inaugurada a Casa da Agricultura de Precisão Castrolanda, no Castrolanda Expo Center, um espaço voltado ao atendimento especializado e à proximidade direta com os produtores.

Soluções tecnológicas que otimizam o campo

Entre as ferramentas disponíveis, destacam-se:

  • Leitura da condutividade elétrica do solo: permite identificar e estratificar zonas amostrais, garantindo coleta mais precisa e aplicação racional de corretivos e fertilizantes;
  • Pulverização com drones: proporciona manejos mais ágeis e eficientes, especialmente em áreas de difícil acesso, com maior sustentabilidade e redução de desperdícios.

Segundo Ândrea Toniolo Kubaski, coordenadora técnica de Gestão de Insumos Agrícolas, a marca representa mais do que identidade visual. “Ela fortalece a presença da Agricultura de Precisão na cooperativa, oferecendo serviços que geram economia, assertividade e sustentabilidade para os cooperados”, destaca.

Leia Também:  FAEP repudia decreto federal e apoia projetos que defendem o direito de propriedade no campo
Diferenciais que agregam valor aos cooperados

De acordo com Marcos Kruppa Rogenski, supervisor técnico de LID Agricultura de Precisão, o grande diferencial da Castrolanda está no atendimento personalizado. “Adaptamos os serviços às características de cada propriedade e ao nível de investimento do produtor. O alinhamento próximo com os técnicos garante resultados consistentes. Nosso portfólio atende de pequenos a grandes produtores, sem necessidade de altos investimentos em equipamentos próprios”, explica.

O enfoque na personalização permite que cada cooperado aproveite ao máximo as tecnologias disponíveis, promovendo maior produtividade e eficiência.

Perspectivas: inovação e capacitação para 2026

Com foco em inovação contínua, a AP Castrolanda planeja para 2026 a inauguração de um espaço exclusivo dentro da Casa da AP, voltado a treinamentos, capacitações e relacionamento direto com cooperados e clientes.

“Ouvimos de perto nossos cooperados e ajustamos nossas soluções às suas expectativas. Esse diálogo fortalece a relação e amplia os resultados no campo”, reforça Ândrea Toniolo, ressaltando o compromisso da cooperativa em transformar tecnologia em produtividade real para seus membros.

Leia Também:  Inscrições para Fenasul Expoleite 2026 entram na reta final para criadores de gado Holandês

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Guerra no Oriente Médio pode elevar custos no campo e pressionar inflação dos alimentos no Brasil

Publicados

em

Por

As tensões geopolíticas no Oriente Médio voltaram a acender um alerta para o agronegócio global. Um estudo divulgado pelo Rabobank aponta que o prolongamento do conflito na região, aliado ao fechamento do Estreito de Ormuz — uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo — pode provocar aumento dos custos de produção agropecuária e pressionar a inflação dos alimentos no Brasil ao longo de 2026 e 2027.

Segundo a análise, o choque nos mercados de energia já está elevando os preços internacionais do petróleo e do gás natural, criando uma cadeia de impactos que alcança combustíveis, fertilizantes, transporte e logística agrícola.

Petróleo mais caro aumenta custos da produção rural

O relatório destaca que a valorização das commodities energéticas tem efeito direto sobre a atividade agropecuária. O diesel, principal combustível utilizado nas operações agrícolas e no transporte de cargas, tende a registrar alta de preços, elevando os custos desde o plantio até a distribuição dos alimentos.

Além disso, a produção mundial de fertilizantes depende fortemente de gás natural e derivados de petróleo. Com a elevação dos preços desses insumos, a tendência é de aumento nos gastos dos produtores rurais em diversas culturas.

De acordo com as projeções do Rabobank, o Índice de Commodities do Banco Central para Energia (IC-Br Energia) deverá encerrar 2026 com avanço de 41,6% na comparação anual, refletindo a disparada dos preços energéticos observada após a escalada do conflito.

Leia Também:  Brasil deve ampliar produção de etanol em 2026 com alta da cana e avanço das usinas de milho
Agro sente impacto de forma gradual

Diferentemente do mercado de energia, onde os reflexos são imediatos, os efeitos sobre as commodities agrícolas costumam ocorrer de forma mais lenta.

O estudo avalia que os custos mais elevados de energia, frete, fertilizantes e logística devem ser gradualmente incorporados aos preços agrícolas. Como consequência, o Índice de Commodities Agropecuárias (IC-Br Agro) deve voltar a registrar valorização nos próximos meses.

A expectativa é que o indicador feche 2026 com crescimento de 8,8%, sinalizando um ambiente de custos mais elevados para a cadeia produtiva.

Outro fator de preocupação é a possibilidade de ocorrência de um fenômeno El Niño de forte intensidade, cenário que pode provocar alterações climáticas relevantes em importantes regiões produtoras, afetando produtividade e disponibilidade de alimentos.

Inflação dos alimentos pode ganhar força

O levantamento mostra que os alimentos in natura deverão ser os mais sensíveis aos efeitos do choque externo.

Frutas, hortaliças, legumes e outros produtos frescos costumam reagir rapidamente ao aumento dos custos de transporte, combustíveis e insumos agrícolas. Por isso, a projeção é que a inflação desse grupo alcance 9,6% ao final de 2026 e ultrapasse 10% em 2027.

Nos alimentos semielaborados e industrializados, o repasse tende a ocorrer de forma mais gradual. Estoques, contratos de fornecimento e maior diversificação de custos ajudam a amortecer os impactos iniciais da alta das commodities e da energia.

Mesmo assim, os analistas observam que o aumento dos custos deverá atingir toda a cadeia alimentícia ao longo dos próximos trimestres.

Leia Também:  Preços do suíno vivo e da carne sobem em agosto, informa o Cepea
Alimentação no domicílio deve permanecer pressionada

Após um período de desaceleração observado no início de 2026, a inflação dos alimentos consumidos dentro de casa pode voltar a acelerar.

As projeções indicam que a inflação de alimentação no domicílio deverá encerrar 2026 próxima de 6,1%, permanecendo acima dos níveis considerados confortáveis para o controle inflacionário.

Embora o índice deva apresentar desaceleração em 2027, os preços continuarão refletindo os efeitos acumulados da alta dos custos energéticos, das despesas logísticas e dos insumos agrícolas.

Agronegócio acompanha cenário com atenção

Especialistas destacam que o atual cenário reforça a importância do monitoramento dos mercados internacionais pelo setor agropecuário brasileiro.

O Oriente Médio ocupa posição estratégica no abastecimento global de petróleo e fertilizantes. Qualquer interrupção prolongada nos fluxos comerciais pode gerar volatilidade nos preços e afetar diretamente a competitividade do agronegócio.

Para produtores rurais, cooperativas, tradings e indústrias de alimentos, o principal desafio será administrar o aumento dos custos de produção em um ambiente marcado por incertezas geopolíticas, oscilações climáticas e maior volatilidade dos mercados globais.

Palavras-chave para SEO: Oriente Médio, inflação dos alimentos, agronegócio brasileiro, preço do petróleo, fertilizantes, custos de produção rural, alimentos mais caros, Estreito de Ormuz, commodities agrícolas, mercado agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA