RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

BASF apresenta tecnologias integradas na Tecnoshow Comigo 2026 para impulsionar produtividade no campo

Publicados

AGRONEGÓCIO

BASF leva pacote tecnológico completo à Tecnoshow Comigo 2026

A BASF Soluções para Agricultura participa da Tecnoshow Comigo 2026, realizada entre os dias 6 e 10 de abril, em Rio Verde (GO), com um portfólio de soluções integradas voltadas à produtividade e sustentabilidade no campo.

A iniciativa busca apoiar produtores rurais desde o pré-plantio até a colheita, com tecnologias que abrangem sementes, proteção de cultivos e agricultura digital.

Safra recorde reforça importância da tecnologia

A feira ocorre em um cenário de expectativa positiva para a produção agrícola brasileira. Segundo a Conab, a safra 2025/26 pode superar 353 milhões de toneladas de grãos.

Goiás tem papel relevante nesse contexto, com previsão de mais de 36 milhões de toneladas, embora enfrente desafios relacionados à produtividade.

Genética avançada amplia potencial da soja

No segmento de soja, a BASF apresenta novas variedades das marcas SoyTech® e Credenz®, com foco em alto desempenho produtivo.

Entre os destaques estão:

  • ST 745 I2X: tolerância ao acamamento e resistência a nematoides
  • ST 828 I2X: rusticidade e boa arquitetura de planta
  • CZ 58B27 I2X: ciclo adequado para escalonamento
  • CZ 47B91 I2X: alto potencial produtivo e adaptação à segunda safra
Leia Também:  Novas regras do crédito rural ampliam exigências e impulsionam uso de inteligência territorial em bancos no Brasil

O portfólio busca atender diferentes condições climáticas e sistemas de produção, oferecendo maior segurança ao produtor.

Novas soluções para o algodão ganham espaço

Para a cotonicultura, a empresa apresenta novidades da marca FiberMax®, com destaque para as variedades FM 933STP e FM 979STP.

As cultivares possuem resistência a doenças importantes, como ramulária e doença azul, além de tolerância a nematoides, contribuindo para maior estabilidade produtiva.

Proteção de cultivos garante sanidade das lavouras

Além das sementes, a proteção das lavouras é um dos pilares das soluções apresentadas.

O tratamento de sementes com Standak® Prime combina tecnologias químicas e biológicas para proteger a germinação. Já no manejo ao longo do ciclo, a empresa destaca estratégias integradas para controle de pragas e doenças.

Entre as soluções, o manejo Escudo Verde — com os fungicidas Belyan®, Blavity® e Keyra® — se destaca no controle da ferrugem asiática e do complexo de manchas na soja.

Inseticida inovador combate pragas com eficiência

Outro destaque é o inseticida Efficon®, indicado para soja, milho e algodão.

A tecnologia conta com o chamado “Efeito Freeze”, que interrompe rapidamente a alimentação de pragas como cigarrinha, pulgão e mosca-branca, reduzindo a transmissão de doenças e protegendo o potencial produtivo das lavouras.

Leia Também:  Produção recorde e importações elevadas derrubam preço do leite em 2025, aponta Cepea
Agricultura digital amplia eficiência no campo

A plataforma xarvio® FIELD MANAGER representa o avanço da agricultura digital no portfólio da BASF.

A ferramenta transforma dispositivos móveis em aliados estratégicos, oferecendo:

  • Mapas agronômicos detalhados
  • Recomendações de manejo
  • Definição de taxa de semeadura
  • Indicação do momento ideal para aplicação de fungicidas

Com base em dados históricos e imagens de satélite, o sistema auxilia na tomada de decisões mais assertivas.

Ganhos reais de produtividade no campo

Resultados recentes mostram que o uso integrado das tecnologias da BASF pode gerar ganhos significativos:

  • Mais de 3 sacas por hectare na soja
  • Cerca de 5 sacas por hectare no milho
  • Incremento superior a 10 arrobas no algodão

Esses avanços reforçam o papel da tecnologia na rentabilidade das lavouras.

Investimentos em inovação sustentam crescimento

A BASF investe aproximadamente 1 bilhão de euros por ano em pesquisa e desenvolvimento, buscando ampliar o acesso a soluções inovadoras para o agronegócio.

A participação na Tecnoshow Comigo 2026 reforça o compromisso da empresa com a produtividade, sustentabilidade e evolução do setor agrícola brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Agronegócio movimentou R$ 45,6 bilhões no primeiro semestre

Publicados

em

Por

O agronegócio de Minas Gerais movimentou R$ 45,6 bilhões com as vendas ao exterior no primeiro semestre de 2026. Com 8,46 milhões de toneladas enviadas a 166 países, o estado manteve a terceira posição entre os maiores exportadores do agro brasileiro, atrás apenas de Mato Grosso e São Paulo.

Os dados foram divulgados no Informativo Conjuntural de julho, publicado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa-MG), com base nos registros do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Os valores foram convertidos pela cotação de R$ 5,09.

Minas Gerais respondeu por 10,3% das exportações brasileiras do agronegócio entre janeiro e junho. O setor também gerou 40,9% de toda a receita obtida pelo estado com as vendas internacionais, demonstrando a importância das atividades rurais para a economia mineira.

A China permaneceu como o principal destino dos produtos agropecuários do estado. Na sequência aparecem Estados Unidos, Alemanha, Itália e Japão. A presença em mercados com diferentes perfis de consumo reduz a dependência de um único comprador e amplia as possibilidades de comercialização para produtores, cooperativas e agroindústrias.

O café continuou como o principal produto da pauta. As vendas somaram R$ 22,9 bilhões e representaram 50,1% de toda a receita do agronegócio mineiro no exterior. Foram embarcadas aproximadamente 10,8 milhões de sacas de 60 quilos no semestre.

O preço médio do café exportado aumentou 4,2% na comparação com o primeiro semestre de 2025. Convertida para a moeda brasileira, a média passou de aproximadamente R$ 2.034 para R$ 2.119 por saca. Essa referência corresponde ao valor do produto embarcado e não ao preço pago diretamente ao cafeicultor.

Leia Também:  Exportações de carne suína do Brasil batem recorde histórico em setembro

A valorização ajudou a sustentar a receita em um período de menor disponibilidade do grão. O volume exportado diminuiu 21,6%, depois dos elevados embarques realizados nos ciclos anteriores e dos efeitos do clima sobre a produção e os estoques.

A perspectiva para os próximos meses é favorecida pela entrada da safra de 2026. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil possa colher 66,2 milhões de sacas, crescimento de 17,1% sobre o ciclo anterior.

Minas Gerais, maior produtor nacional de café, deverá ter participação decisiva nesse avanço. A bienalidade positiva do arábica, a ampliação da área em produção e a recuperação esperada da produtividade podem aumentar a disponibilidade do grão para o mercado interno e para as vendas internacionais.

A soja foi o segundo principal grupo da pauta e apresentou crescimento. As exportações de grão, farelo e óleo movimentaram R$ 10,9 bilhões, alta de 10,2%. O volume chegou a 5,01 milhões de toneladas, avanço de 2,5%.

O resultado do complexo soja mostra que Minas Gerais também amplia sua participação na comercialização de produtos processados. A produção de farelo e óleo agrega valor ao grão, movimenta as indústrias de esmagamento e atende às cadeias de ração animal e biodiesel.

Leia Também:  Produção recorde e importações elevadas derrubam preço do leite em 2025, aponta Cepea

As carnes também avançaram. Os embarques renderam R$ 4,8 bilhões, crescimento de 13,4% em relação ao primeiro semestre do ano passado. O estado vendeu 247,3 mil toneladas, volume 3,7% maior.

O aumento mais expressivo da receita em relação à quantidade indica melhora no valor médio das carnes exportadas. O movimento favorece frigoríficos, cooperativas e pecuaristas integrados às cadeias que atendem ao mercado internacional.

O complexo sucroalcooleiro, formado principalmente por açúcar e etanol, movimentou R$ 2,7 bilhões, enquanto os produtos florestais renderam R$ 2,6 bilhões. Juntos, café, soja, carnes, produtos sucroalcooleiros e produtos florestais responderam por 96,2% das vendas externas do agronegócio mineiro.

Produtos tradicionais e de maior valor agregado também conquistaram espaço. Queijos, doce de leite, cachaça e doces mineiros movimentaram cerca de R$ 49,4 milhões no semestre. Embora tenham participação menor na pauta, esses produtos abrem oportunidades para pequenas e médias agroindústrias que trabalham com origem, qualidade, tradição e indicação geográfica.

Na comparação com o primeiro semestre de 2025, a receita total das exportações do agro mineiro recuou 9,6% e o volume diminuiu 3%. Ainda assim, o crescimento da soja e das carnes, a valorização média do café e a presença em 166 mercados mantiveram Minas Gerais entre as principais forças do agronegócio exportador brasileiro.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA