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Cafés especiais do Brasil em Dubai: ações comerciais podem gerar mais de US$ 254 milhões em negócios

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Brasil conquista destaque na World of Coffee 2026 em Dubai

A presença brasileira na World of Coffee 2026, realizada entre os dias 18 e 20 de janeiro, em Dubai (Emirados Árabes Unidos), reforçou a posição do país como um dos principais exportadores de cafés especiais do mundo. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), as ações do projeto “Brazil. The Coffee Nation”, desenvolvido em parceria com a ApexBrasil, podem render US$ 254,4 milhões em negócios ao longo dos próximos 12 meses.

A iniciativa levou 24 empresários brasileiros à feira e a uma missão comercial nos dias 16, 17, 21 e 22 de janeiro, resultando em US$ 58,1 milhões em contratos fechados durante o evento e uma projeção adicional de US$ 196,2 milhões em acordos futuros. Se confirmado, o total representa crescimento de 33% em relação ao resultado obtido em 2025, quando foram movimentados US$ 191,6 milhões.

Dubai e Oriente Médio se consolidam como mercados estratégicos

O diretor executivo da BSCA, Vinicius Estrela, destacou que o Oriente Médio, e especialmente Dubai, têm se mostrado uma região de grande potencial para o consumo de cafés especiais.

“Os Emirados são um dos mercados-alvo do nosso projeto. Intensificar a presença dos cafés especiais do Brasil na região é crucial, pois possibilita contato direto com compradores relevantes e uma compreensão mais profunda das oportunidades locais”, afirmou Estrela.

Segundo ele, a BSCA tem atuado como ponte entre os produtores brasileiros e os compradores internacionais, ampliando o acesso não apenas aos Emirados, mas também a outros mercados do Golfo Pérsico, Leste Europeu, Marrocos e Egito — regiões que vêm apresentando crescimento expressivo no consumo de cafés de alta qualidade.

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Estande brasileiro atrai visitantes e gera novas conexões

Na World of Coffee 2026, o estande brasileiro foi projetado como um hub de negócios e experiências, com espaços para degustações, reuniões e ações institucionais. O ambiente contou com salas de cupping, brew bar e bancadas dedicadas aos empresários do projeto, que puderam promover suas marcas e os cafés especiais nacionais para compradores de todo o mundo.

Durante o evento, foram realizadas sessões de cupping “Destaques BSCA”, com cafés que obtiveram pontuação acima de 86 pontos (escala de 0 a 100), além de cafés certificados com pontuação mínima de 84 pontos e o Top 5 das três categorias do Cup of Excellence (CoE), o concurso de qualidade mais prestigiado do setor.

Essas ações destacaram a diversidade sensorial, a excelência produtiva e os rigorosos padrões de certificação que caracterizam o café especial brasileiro.

“As degustações ajudaram a mostrar a heterogeneidade dos nossos cafés e a rastreabilidade que fortalece a confiança internacional no produto brasileiro”, ressaltou Estrela.

Missões comerciais fortalecem relacionamento com o mercado árabe

Além da feira, as missões comerciais incluíram visitas técnicas a torrefações e cafeterias locais, com o objetivo de entender as preferências do consumidor árabe e identificar oportunidades de expansão. Também foram realizadas sessões de cupping exclusivas para compradores estratégicos, reforçando o posicionamento do Brasil como fornecedor confiável de cafés especiais sustentáveis, rastreáveis e de alta qualidade.

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Essas ações estão alinhadas à estratégia da BSCA e da ApexBrasil de ampliar o alcance global dos cafés especiais brasileiros, consolidando o país não apenas como líder em volume, mas também em inovação, diversidade e sofisticação sensorial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bubalinocultura ganha protagonismo na Megaleite 2026 com dinâmica de campo, degustação e 50 argolas para animais

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A bubalinocultura brasileira terá presença ampliada na Megaleite 2026, que será realizada entre os dias 2 e 6 de junho, no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte (MG). A Associação Brasileira de Criadores de Búfalos (ABCB) prepara uma participação voltada à experiência prática no campo, com foco em integração entre criadores, técnicos, estudantes e consumidores.

A entidade estará instalada no estande P-34, no Galpão B-1, onde apresentará uma programação que inclui recepção ao público, encontros com representantes da cadeia produtiva e degustação de produtos derivados do leite de búfala.

Um dos destaques desta edição será a instalação de um pavilhão com 50 argolas para animais, ampliando a presença da espécie na exposição e fortalecendo a visibilidade da produção bubalina dentro da principal feira do setor leiteiro da América Latina.

Dinâmica de campo será novidade na programação da ABCB

A principal inovação da participação da ABCB na Megaleite 2026 será a realização de uma dinâmica prática voltada a criadores e estudantes. A atividade pretende simular situações do cotidiano da criação de búfalos, aproximando o público das rotinas de manejo e das práticas técnicas da atividade no campo.

Segundo o presidente da ABCB, Simon Riess, a proposta reforça o papel da feira como espaço de troca de conhecimento e atualização técnica.

“É com muita satisfação que a ABCB anuncia mais um ano de presença garantida na Megaleite, evento que reúne o expoente do rebanho nacional de raças leiteiras. É uma ótima oportunidade para a interação entre criadores, técnicos e o grande público consumidor. Este ano, vamos levar uma novidade, com uma dinâmica prática no nosso pavilhão, mostrando aos criadores e estudantes um pouco da realidade do campo”, destacou.

Bubalinocultura reforça espaço na cadeia leiteira brasileira

A participação dos búfalos na Megaleite também reflete o crescimento e a consolidação da atividade dentro da pecuária leiteira nacional. A organização do evento destaca que a presença da espécie contribui para ampliar a visão da cadeia produtiva do leite no Brasil.

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De acordo com o superintendente executivo da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, entidade responsável pela feira, Celso Menezes, a bubalinocultura já ocupa espaço relevante no setor.

“O Brasil tem aproximadamente 2 milhões de búfalos, sendo mais de 200 mil cabeças destinadas à pecuária leiteira. A Megaleite sempre teve essa visão ampla da cadeia leiteira, por isso a bubalinocultura não poderia ficar de fora”, afirmou.

Leite de búfala ganha destaque na indústria de derivados

Além da produção em si, a cadeia do leite de búfala também se destaca pelo alto valor agregado de seus derivados. Segundo Menezes, a composição do leite contribui diretamente para a qualidade dos produtos industrializados.

“O leite das búfalas possui de 50% a 60% mais sólidos do que o leite bovino, além de maiores teores de fósforo e cálcio. Isso torna a matéria-prima muito valorizada, especialmente na produção de queijos”, explicou.

O crescimento do interesse da indústria pelos derivados do leite de búfala tem impulsionado a valorização da atividade, especialmente em nichos de mercado voltados à alta qualidade e diferenciação de produtos lácteos.

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Programação técnica reforça integração do setor

Além da dinâmica de campo e da exposição de animais, a ABCB também participará da programação técnica da Megaleite 2026, com palestras e atividades voltadas à capacitação de criadores e profissionais do setor.

A iniciativa integra a estratégia da entidade de ampliar o acesso à informação técnica, fortalecer a cadeia produtiva e aproximar a bubalinocultura do público da pecuária leiteira em geral.

Com isso, a participação na feira reforça o papel da ABCB na difusão de conhecimento e na valorização da criação de búfalos no Brasil, consolidando a presença da atividade em um dos principais eventos do agronegócio do leite na América Latina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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