AGRONEGÓCIO
Colheita da safrinha de milho atinge 98,3% no Brasil e plantio da safra de verão chega a 28%
AGRONEGÓCIO
A colheita da segunda safra de milho no Brasil está praticamente concluída. Segundo o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até domingo (6), 98,3% das áreas já haviam sido colhidas.
O índice superou os 97% registrados na semana anterior e também a média de 97,4% dos últimos cinco anos, mas ficou abaixo dos 100% alcançados no mesmo período de 2024.
Os trabalhos já foram finalizados em Piauí, Tocantins, Maranhão e Mato Grosso. Entre os estados que ainda colhem, os maiores avanços estão em Goiás (99,8%), São Paulo (98%), Minas Gerais (97%) e Mato Grosso do Sul e Paraná (95%).
De acordo com a Conab, as áreas restantes, que representam apenas 1,7% da produção, estão todas em fase de maturação, com destaque para talhões tardios de menor potencial no Paraná e áreas do Oeste e Norte do Mato Grosso do Sul. Em Goiás e São Paulo, os trabalhos estão praticamente concluídos.
Plantio da safra de verão avança no Sul do país
Paralelamente, o plantio da safra de milho verão 2025/26 segue avançando no Brasil. Até o momento, 28,2% da área prevista já foi semeada, com destaque para os estados do Sul, onde as condições climáticas favorecem o início do ciclo.
No Rio Grande do Sul, a semeadura já cobre 39% da área prevista. Os produtores aceleram os trabalhos para garantir que o ciclo se encerre antes de dezembro, período historicamente marcado pela estiagem no estado. Segundo o relatório, o desenvolvimento inicial das lavouras é satisfatório, com tratos culturais realizados dentro da janela ideal.
No Paraná, o plantio alcançou 9% da área estimada, com lavouras em fase de emergência e início do desenvolvimento vegetativo, apresentando boas condições.
Em Santa Catarina, o plantio começou pelo Oeste do estado, onde a combinação de umidade adequada e temperaturas mais altas tem favorecido a germinação do cereal.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Vazio sanitário da soja impulsiona planejamento da safra 2026/27 e fortalece culturas de segunda safra em Mato Grosso
O vazio sanitário da soja em Mato Grosso vai muito além da prevenção contra a ferrugem asiática. Embora o plantio da oleaginosa esteja proibido entre 8 de junho e 6 de setembro, as propriedades rurais seguem em plena atividade, com foco no desenvolvimento das culturas de segunda safra e na preparação da temporada 2026/27.
Durante esse período, produtores investem em manejos estratégicos que influenciam diretamente os resultados da próxima safra de soja. Milho, algodão, sorgo, gergelim e milheto permanecem em campo exigindo monitoramento constante, tratos culturais e planejamento técnico.
Além de contribuir para a diversificação da produção, essas culturas desempenham papel fundamental na rentabilidade das fazendas e na sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Manejo durante o vazio sanitário é decisivo para a próxima safra
O vazio sanitário tem como principal objetivo interromper o ciclo da ferrugem asiática, considerada uma das doenças mais agressivas da cultura da soja. Durante a vigência da medida, é obrigatória a eliminação de plantas vivas de soja em lavouras, áreas de armazenamento, margens de rodovias e demais locais onde possam surgir plantas voluntárias.
Segundo especialistas, a adoção correta dessas práticas reduz a pressão da doença na safra seguinte e contribui para a eficiência do manejo fitossanitário.
Ao mesmo tempo, o período é aproveitado pelos produtores para fortalecer a estrutura produtiva das áreas agrícolas. O milho consorciado com braquiária, por exemplo, favorece a formação de palhada, melhora as condições físicas do solo, aumenta a retenção de umidade e contribui para a conservação dos recursos naturais.
Culturas de segunda safra ganham protagonismo
De acordo com o gerente Técnico e de Serviços da Fiagril, Talis Melo, a ausência da soja no campo não significa redução das atividades nas fazendas.
“Hoje não temos soja no campo, até porque o plantio é proibido durante o vazio sanitário. Mas isso não significa que a atividade para. O milho de segunda safra tem participação fundamental na rentabilidade do produtor. Além dele, culturas como algodão, sorgo, gergelim e milheto seguem em desenvolvimento e exigem manejo constante”, destaca.
O especialista ressalta que as decisões tomadas neste período refletem diretamente no potencial produtivo da próxima safra.
“Os manejos realizados agora no milho, no algodão, no sorgo, no gergelim e em outras culturas refletem diretamente na safra de soja 2026/27. Este é um momento de planejamento e preparação, em que o produtor trabalha para construir os resultados que deseja alcançar na próxima temporada”, afirma.
Preparação começa meses antes do plantio
Além do controle das plantas voluntárias de soja, os produtores aproveitam o vazio sanitário para realizar ajustes de fertilidade, manejo de plantas daninhas, definição de cultivares, planejamento de insumos e estratégias de cobertura do solo.
Essas ações ajudam a criar condições mais favoráveis para o estabelecimento da lavoura de soja quando a janela de plantio for reaberta, aumentando as chances de produtividade e rentabilidade.
Dessa forma, o vazio sanitário se consolida não apenas como uma ferramenta de defesa sanitária, mas também como uma etapa estratégica para a construção de uma safra mais eficiente, sustentável e competitiva no agronegócio brasileiro.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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