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Como controlar a cigarrinha do milho e proteger a produtividade da lavoura

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Impactos da cigarrinha do milho na produtividade

A cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) é uma praga que compromete o desenvolvimento vegetativo, prejudica a formação e enchimento das espigas e reduz o transporte de fotoassimilados, essenciais para o crescimento das plantas.

Entre os principais danos estão:

  • Redução significativa na produtividade;
  • Grãos chochos e plantas atrofiadas;
  • Forte desuniformidade no estande da lavoura.

De acordo com especialistas da BioCAZ, sem manejo preventivo, o impacto da cigarrinha pode gerar perdas irreversíveis na produção do milho.

1. Elimine a ponte verde

Áreas com restos culturais e milho voluntário funcionam como “ponte verde”, permitindo que a cigarrinha jovem transmita doenças e aumente rapidamente a pressão de infecção.

“Sem controle dessas áreas, o potencial produtivo da lavoura será comprometido”, alertam técnicos da BioCAZ.

A recomendação é remover restos de plantas, realizar limpeza das áreas e adotar estratégias de manejo preventivo antes do plantio.

2. Priorize o Manejo Integrado de Pragas (MIP)

O MIP é considerado a melhor abordagem para reduzir riscos e melhorar o controle da cigarrinha.

  • Combine ferramentas biológicas, químicas e culturais;
  • Respeite a presença de inimigos naturais;
  • Monitore constantemente a população da praga;
  • Use produtos que atuem por contato ou infecção cuticular, integrando-os corretamente ao programa.
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Essa abordagem aumenta a eficácia do controle e reduz o risco de resistência da praga.

3. Quebre o ciclo da praga

Interromper o ciclo da cigarrinha é fundamental para proteger a lavoura. O BioCAZ Power, segundo a empresa, atua em contato direto e é eficaz mesmo em populações elevadas, resistindo ao ambiente do solo e à palhada.

O manejo preventivo desde o início do ciclo ajuda a reduzir a população do vetor e proteger o potencial produtivo do milho.

4. Adote uma estratégia híbrida

A combinação de controle químico e biológico permite maior proteção ao milho:

  • Aplicações iniciais devem ser realizadas logo na emergência;
  • Reaplicações são feitas conforme o nível populacional da praga;
  • Essa integração contribui para aumentar a rentabilidade e proteger os rendimentos da lavoura.
Outras recomendações para produtores

Além das quatro estratégias principais, especialistas indicam:

  • Escolher híbridos menos suscetíveis;
  • Realizar monitoramento constante com armadilhas e vistorias;
  • Ajustar corretamente a tecnologia de aplicação de defensivos;
  • Integrar todas as medidas dentro do Manejo Integrado de Pragas.

Para mais informações e suporte técnico, a BioCAZ disponibiliza atendimento especializado aos produtores rurais pelo site: www.biocaz.com.br.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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