AGRONEGÓCIO
Conacredi 2025 debate inovação e futuro do crédito rural no Brasil
AGRONEGÓCIO
O crédito rural no Brasil atravessa um momento de transformação, marcado pela necessidade de ampliar o acesso ao financiamento e modernizar mecanismos de gestão de riscos e garantias. Nesse contexto, o Conacredi 2025 se destaca como um dos principais eventos do setor, reunindo lideranças e especialistas para discutir o futuro do financiamento agro. A edição deste ano será realizada nos dias 12 e 13 de novembro, em São Paulo.
Congresso reúne líderes do setor financeiro e agro
O Conacredi se consolidou como um espaço estratégico de debate sobre o financiamento do agronegócio brasileiro. A expectativa é reunir mais de mil participantes de diferentes regiões, incluindo representantes de cooperativas, indústrias, fintechs e demais elos da cadeia produtiva.
O evento oferece uma oportunidade única de troca de experiências, permitindo que profissionais compartilhem suas trajetórias, análises e soluções práticas para os desafios do crédito agro.
Painéis discutem tendências e oportunidades do crédito rural
A programação do Conacredi inclui painéis voltados para tendências, desafios e oportunidades no crédito agro. Entre os destaques está o painel “Fiagro, mercado de capitais e inovação financeira”, que contará com a participação de Bernardo Fabiani, CEO da TerraMagna, e Carolina Vergeti, diretora geral da tmdigital.
A presença dos dois executivos reforça a convergência entre tecnologia e finanças, pilares que vêm impulsionando a inovação no crédito rural. Ao final do painel, será realizada uma roda de conversa, permitindo aos participantes esclarecer dúvidas e aprofundar temas estratégicos, como novas formas de financiamento e estratégias de mitigação de riscos agro.
Conacredi reflete evolução estrutural do crédito rural
Mais do que um encontro setorial, o Conacredi 2025 evidencia o processo de transformação estrutural do crédito rural. O evento mostra um mercado em constante evolução, que busca se tornar mais técnico, transparente e eficiente, incorporando ferramentas digitais, dados alternativos e novas práticas de gestão de riscos.
O objetivo é claro: ampliar o acesso ao financiamento para um número maior de produtores e agentes do setor, fortalecendo a competitividade do agronegócio brasileiro.
Mais informações
Para detalhes sobre a programação e inscrições, acesse: www.conacredi.com.br.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Encefalites equinas ameaçam rebanhos no Brasil e reforçam importância da vacinação preventiva
Com um rebanho estimado em cerca de 5,8 milhões de equinos, o Brasil figura entre os maiores criadores de cavalos do mundo. A atividade movimenta bilhões de reais anualmente e desempenha papel estratégico em segmentos como esporte, lazer, trabalho e reprodução. Nesse cenário, a prevenção de doenças que afetam a saúde dos animais é considerada fundamental para a sustentabilidade da equideocultura nacional.
Entre os principais desafios sanitários do setor estão as encefalites equinas, enfermidades virais que afetam o sistema nervoso central e podem causar sérios prejuízos aos criadores. As doenças exigem atenção permanente de proprietários, médicos-veterinários e profissionais ligados à cadeia produtiva dos equinos.
Encefalites equinas representam risco para a saúde animal
As principais enfermidades desse grupo incluem a Encefalite Equina do Leste (EEE), a Encefalite Equina do Oeste (WEE) e a Encefalite Equina Venezuelana (VEE). Todas são transmitidas principalmente pela picada de mosquitos dos gêneros Culex e Aedes, que atuam como vetores dos vírus causadores da doença.
Os animais infectados podem apresentar sintomas neurológicos graves, alterações comportamentais, perda de coordenação motora, dificuldade de locomoção e redução significativa do desempenho físico. Em casos mais severos, a doença pode evoluir para óbito.
Por se tratar de enfermidades que afetam diretamente o sistema nervoso, especialistas alertam para a importância da adoção de medidas preventivas contínuas ao longo de todo o ano.
Cavalos de competição exigem atenção redobrada
Animais que participam regularmente de provas, exposições, leilões e competições equestres estão entre os mais expostos aos riscos sanitários.
O deslocamento frequente para diferentes regiões aumenta o contato com ambientes variados e pode elevar a exposição aos mosquitos transmissores, especialmente em locais com condições favoráveis à proliferação dos insetos.
Raças de grande relevância para a equideocultura brasileira, como o Quarto de Milha e o Mangalarga Marchador, somam mais de 700 mil animais registrados no país e movimentam mais de R$ 9 bilhões por ano em atividades relacionadas ao setor.
Diante desse cenário, a manutenção de protocolos sanitários rigorosos é considerada essencial para preservar a saúde e o desempenho dos animais.
Vacinação é a principal ferramenta de prevenção
Especialistas destacam que a vacinação continua sendo a medida mais eficiente para reduzir os riscos associados às encefalites equinas.
Além da imunização, outras práticas de manejo sanitário contribuem para o controle da doença, como a eliminação de criadouros de mosquitos, o controle de insetos nas propriedades, a drenagem de áreas com água parada e o acompanhamento rigoroso do calendário sanitário dos animais.
Segundo Chester Batista, gerente técnico de Equinos da Zoetis Brasil, a prevenção deve ser tratada como prioridade dentro das propriedades.
“A vacinação associada a um manejo sanitário adequado contribui para proteger a saúde dos equinos, preservar seu desempenho e garantir o bem-estar dos animais ao longo de toda a vida produtiva”, ressalta.
Sanidade fortalece a competitividade da equideocultura
O avanço da equideocultura brasileira tem aumentado a necessidade de investimentos em sanidade animal, especialmente em um mercado cada vez mais profissionalizado e exigente.
A adoção de programas preventivos, aliada ao acompanhamento veterinário constante, reduz riscos sanitários, minimiza perdas econômicas e contribui para o desenvolvimento sustentável da atividade.
Além de proteger os animais contra enfermidades de alto impacto, a prevenção fortalece a segurança sanitária dos plantéis e ajuda a manter a competitividade do setor, que segue entre os mais relevantes da pecuária nacional.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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