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Confresa (MT) recebe 9ª etapa do Circuito Nelore de Qualidade 2025

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A cidade de Confresa, em Mato Grosso, será palco da 9ª etapa nacional do Circuito Nelore de Qualidade 2025, marcada para o dia 13 de agosto. A unidade do frigorífico Friboi na região vai receber cerca de 1.000 animais da raça Nelore, consolidando Confresa como um dos principais centros da pecuária no Brasil.

O evento é organizado pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), com apoio da Associação dos Criadores de Nelore do Mato Grosso (ACNMT), Friboi e Matsuda Sementes e Nutrição Animal.

Expectativa é superar público e rebanho de 2024

Em 2024, a etapa de Confresa reuniu 1.018 animais. Para este ano, a expectativa é superar esse número, reforçando o crescimento da pecuária local.

“Ter mais uma etapa do Circuito na cidade mostra o quanto os criadores da região são dedicados, apaixonados pelo que fazem e sempre em busca de melhorar a raça para fortalecer a pecuária do nosso país”, afirmou Victor Paulo Silva Miranda, presidente da ACNB.

Confresa e Mato Grosso: destaque na pecuária de corte

Segundo o Censo Agropecuário do IBGE, Confresa possui cerca de 482 mil cabeças de gado, com aproximadamente 80% destinadas à raça Nelore. No cenário estadual, Mato Grosso lidera o ranking nacional, com um rebanho superior a 34 milhões de bovinos, consolidando sua posição como referência na produção de carne de qualidade.

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Vencedores serão conhecidos na Nelore Fest 2025

Os campeões desta etapa do Circuito Nelore de Qualidade serão anunciados durante a Nelore Fest, conhecida como o “Oscar da Pecuária”, que ocorrerá em dezembro de 2025, em São Paulo. No evento, também são premiados os vencedores das etapas internacionais, realizadas separadamente.

Como participar do Circuito em Confresa

Pecuaristas interessados em inscrever animais na etapa de Confresa podem entrar em contato com a unidade Friboi local:

  • Gabriel Gesta: (66) 99204-8229
  • David William: (66) 99201-5025 / (66) 3564-2304
Circuito Nelore de Qualidade: referência mundial

O Circuito Nelore de Qualidade, promovido desde 1999, fortalece a genética da raça e avalia os resultados alcançados pelos produtores em seus próprios sistemas de produção.

No Brasil, conta com apoio de Friboi, Frisa, Cooperfrigu, Fribal, Masterboi e Matsuda Sementes e Nutrição Animal. Internacionalmente, a iniciativa é realizada na Bolívia, com apoio do frigorífico Fridosa e da Asocebu, e no Paraguai, organizada pela Associação Paraguaia dos Criadores de Nelore, com apoio da Minerva Foods.

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O Circuito é reconhecido como o maior campeonato de avaliação de carcaças de bovinos do mundo, consolidando-se como referência para a pecuária de qualidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja despenca em Chicago, trava negócios no Brasil e mantém preços estáveis no mercado físico

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A forte desvalorização dos contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) marcou o mercado ao longo da semana e contribuiu para a paralisação das negociações no Brasil. Mesmo com a valorização do dólar frente ao real, o recuo das cotações internacionais reduziu o interesse dos agentes do mercado e manteve a comercialização em ritmo lento nas principais regiões produtoras do país.

A combinação entre a queda expressiva em Chicago e o feriado da última quinta-feira diminuiu a liquidez do mercado brasileiro. Como resultado, os preços da oleaginosa permaneceram praticamente inalterados nos principais polos de comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu cotada a R$ 126,00 durante toda a semana. Em Cascavel (PR), o valor permaneceu em R$ 121,00 por saca. Já em Rondonópolis (MT), a referência ficou em R$ 110,00. No Porto de Paranaguá (PR), importante termômetro das exportações brasileiras, a cotação se manteve em R$ 132,00 por saca.

Chicago atinge menor nível desde fevereiro

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja com vencimento em julho, os mais negociados do mercado, acumularam perdas superiores a 5% na semana. Na manhã desta sexta-feira (5), o contrato era negociado a US$ 11,26 por bushel, o menor patamar registrado desde o início de fevereiro.

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A pressão baixista está diretamente relacionada aos fundamentos globais da oferta. As condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos seguem beneficiando o desenvolvimento das lavouras, reforçando as expectativas de uma safra cheia na temporada 2026/27.

Além disso, o mercado já começa a revisar para cima as projeções de produtividade das lavouras norte-americanas. O cenário se soma às safras robustas colhidas recentemente por Brasil e Argentina, ampliando a disponibilidade global da commodity e aumentando a pressão sobre os preços internacionais.

Demanda chinesa ainda decepciona mercado

Pelo lado da demanda, os investidores seguem atentos ao comportamento das importações chinesas. Apesar do acordo comercial firmado entre China e Estados Unidos em maio, o mercado ainda não observa uma retomada consistente das compras chinesas de soja norte-americana.

A ausência desse movimento limita o potencial de recuperação das cotações e reforça o ambiente de cautela entre os participantes do mercado internacional.

Relatório do USDA e tensão geopolítica seguem no radar

Nas próximas semanas, dois fatores devem continuar influenciando os preços da soja.

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O primeiro é o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira, dia 11. O documento poderá trazer novas revisões para produção, estoques e exportações da oleaginosa.

O segundo fator é a escalada das tensões no Oriente Médio, que continua gerando volatilidade nos mercados financeiros e energéticos. O impacto sobre os preços do petróleo e o comportamento dos investidores permanecem no centro das atenções.

Dólar sobe, mas não consegue compensar perdas externas

No mercado cambial, o dólar apresentou valorização ao longo da semana, impulsionado pelas incertezas geopolíticas, preocupações com a inflação global e pela expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana avançou cerca de 1,4% frente ao real no período, voltando ao patamar de R$ 5,12.

Apesar do movimento favorável para as exportações brasileiras, a alta do câmbio não foi suficiente para neutralizar o impacto negativo provocado pela forte queda das cotações em Chicago, mantendo o mercado doméstico praticamente paralisado e com poucas alterações nos preços da soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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