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Defesa de Bolsonaro nega envolvimento em tentativa de golpe e questiona validade de provas

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Durante o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a tentativa de golpe de Estado, o advogado Celso Vilardi, que representa o ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmou que Bolsonaro não cometeu atos contra o Estado Democrático de Direito. Vilardi sustentou que o ex-presidente foi “dragado” para os fatos investigados pela Polícia Federal e que não há evidências concretas de sua participação na trama golpista.

Defesa questiona validade da delação de Mauro Cid

Vilardi também criticou a delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, argumentando que a colaboração não deveria ser aceita como prova no processo. Ele afirmou que a delação é “mais grave que jabuticaba” e que a proposta do Ministério Público não existe em nenhum lugar do mundo, sugerindo que deveria ser anulada.

Alegações de cerceamento do direito de defesa

O advogado destacou que a defesa de Bolsonaro enfrentou dificuldades devido à disponibilização tardia de documentos pela Polícia Federal. Vilardi afirmou que os advogados receberam “bilhões de documentos” apenas após o início da instrução, o que comprometeria o direito de defesa do ex-presidente.

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Contexto do julgamento

O julgamento, iniciado em 2 de setembro de 2025, envolve Bolsonaro e outros sete réus, incluindo ex-ministros e generais de seu governo, acusados de articular uma tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022. As acusações incluem tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada e dano qualificado à União. A pena para os crimes pode ultrapassar 40 anos, mas, pela legislação brasileira, o tempo máximo de cumprimento efetivo é de 40 anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz atinge 87,45% no Rio Grande do Sul, mas ritmo segue lento

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Colheita de arroz avança no RS, mas abaixo do ritmo esperado

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul alcançou 87,45% da área semeada na safra 2025/2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Até o momento, foram colhidos 780.098 hectares de um total de 891.908 hectares cultivados no Estado. Apesar do avanço significativo, o ritmo dos trabalhos segue mais lento em comparação a anos anteriores.

Regiões costeiras lideram avanço da colheita

As regionais da Planície Costeira Externa e da Zona Sul apresentam os maiores índices de avanço, com 95,76% e 91,10% da área colhida, respectivamente, se aproximando da finalização da safra.

Na sequência, aparecem:

  • Planície Costeira Interna: 88,99%
  • Fronteira Oeste: 88,13%
  • Campanha: 83,22%
  • Região Central: 76,52% (menor índice)

Os dados refletem diferenças no ritmo de colheita entre as regiões, influenciadas por condições climáticas e operacionais.

Ritmo lento preocupa produtores e técnicos

De acordo com o coordenador regional da Planície Costeira Externa do Irga, Vagner Martini, a evolução da colheita mantém um comportamento mais lento, tendência já observada em levantamentos anteriores.

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O atraso pode impactar a qualidade do grão e aumentar os riscos operacionais, especialmente em áreas ainda não colhidas.

Levantamento final vai consolidar dados da safra

A Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga informou que, ao término da colheita, será realizado um levantamento consolidado da safra.

O estudo deve incluir informações detalhadas sobre:

  • Produtividade média
  • Área efetivamente colhida
  • Perdas registradas no campo
Safra de arroz segue em fase final no Estado

Com mais de 87% da área colhida, o Rio Grande do Sul caminha para a reta final da safra de arroz 2025/2026, mantendo-se como principal produtor nacional do cereal.

A expectativa agora se concentra na conclusão dos trabalhos e na consolidação dos resultados produtivos, que devem orientar o planejamento da próxima safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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